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Análise dos Times

Sao Paulo

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Motivo: A matéria foca na derrota judicial do São Paulo e nas consequências negativas para a gestão do presidente Casares, indicando um viés desfavorável à diretoria do clube.

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Esporte Futebol Justiça rejeita recurso do São Paulo para votação de impeachment de Casares Gabriel Sá e Valentin Furlan Colaboração para o UOL 14/01/2026 10h35 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Julio Casares, presidente do São Paulo, no CT da Barra Funda Imagem: Reprodução/Instagram A Justiça de São Paulo rejeitou o recurso apresentado pelo São Paulo Futebol Clube contra a decisão que definiu as regras da votação do processo de impeachment do presidente Julio Casares , mantendo os termos fixados pela liminar que favorecem a condução da sessão em formato híbrido Em uma nova derrota judicial, o clube viu seu agravo de instrumento ser negado por instância superior, em decisão que confirmou a liminar da 3ª Vara Cível do Butantã, proferida pela juíza Luciane Cristina Silva Tavares. A medida havia determinado que a reunião do Conselho Deliberativo para deliberar sobre o afastamento de Casares ocorra de forma híbrida — com presença física e participação remota de conselheiros — e com novos critérios de quórum e aprovação. Entenda o recurso O São Paulo havia apresentado o recurso depois de a Justiça atender parcialmente a um pedido de conselheiros oposicionistas que haviam questionado as regras inicialmente definidas internamente pelo presidente do Conselho Deliberativo, Olten Ayres de Abreu Júnior. Na decisão contestada, a magistrada autorizou a votação híbrida na sessão marcada para sexta-feira, em vez da exigência de presença 100% presencial defendida pela defesa de Casares. José Fucs A 'extrema direita' e o 'gabinete do ódio' petista Daniela Lima Centrão acredita que Tarcísio perdeu timing Sakamoto Intervenção dos EUA só irá bombar a tragédia no Irã Maria Prata Já foi em um aquadate? O novo vocabulário do amor Além disso, a liminar determina que a destituição do presidente deve passar por um quórum mínimo de 75% dos conselheiros (191 votantes no total) e ser aprovada pelos votos favoráveis de 2/3 do total de conselheiros (171 votos), e não pelos 75% de votos que o São Paulo argumentava ser o estatutariamente correto para a matéria. Com o recurso rejeitado, a Justiça manteve as regras fixadas na liminar, que reduzem a barreira estatutária para o impeachment e ampliam as possibilidades de participação dos conselheiros. A decisão reforça que, mesmo com participação remota, a votação seguirá válida e que o ajuste nos quóruns está em conformidade com a interpretação da magistrada sobre os artigos do estatuto do clube. Dia decisivo para Casares A votação do impeachment de Casares segue agendada para a próxima sexta-feira (16), a partir das 18h30 no Salão Nobre do Morumbis. Caso seja aprovada a destituição no Conselho Deliberativo, o presidente será imediatamente afastado e o processo seguirá para a Assembleia Geral de Sócios, que necessita de maioria simples para confirmar a destituição de Julio Casares. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Irã ameaça bombardear bases dos EUA em vizinhos se atacado, diz agência Nutricionista vai parar na UTI após mergulho em SP; dívida chega a R$ 1 mi Vorcaro, familiares e sócios são alvos da PF em operação contra o Master Desespero a bordo: navio alaga e gritos acordam passageiros no Nordeste Alvo da PF, Tanure recebeu do Master e atuou como sócio oculto, aponta PGR