O Santos anunciou o adiamento da Assembleia Geral de Sócios que votaria o Novo Estatuto, marcada inicialmente para o dia 8. A decisão da Mesa do Conselho Deliberativo foi tomada para garantir que os pré-candidatos à presidência pudessem inscrever suas chapas até o prazo vigente de 22 de novembro. A nova data da votação estatutária será definida após as eleições presidenciais do clube, previstas para dezembro.
A Assembleia Geral de sócios do Santos, marcada para votar a mudança estatutária do clube, foi adiada por acordo entre a diretoria e os pré-candidatos à eleição presidencial de dezembro. O adiamento ocorreu porque o prazo para inscrição de chapas era considerado insuficiente após a votação. Os quatro pré-candidatos da oposição celebraram a decisão e criticaram o texto do novo estatuto e a gestão de Marcelo Teixeira.
Palmeiras e Vasco se enfrentam pela semifinal da Copa do Brasil, mas fora de campo a negociação da SAF vascaína reacendeu questionamentos da oposição alviverde. O grupo Palmeiras Avante lista possíveis conflitos de interesse da presidente Leila Pereira, envolvendo o patrocínio da Crefisa, o uso de aeronave da Placar Linhas Aéreas e a compra do Vasco pela Almirante Participações, empresa ligada a Marcos Lamacchia, enteado de Leila. A oposição também teme a transferência de conhecimento institucional e de profissionais do Palmeiras para o projeto do rival.
Pedro Strozenberg lançou sua candidatura à presidência do Vasco da Gama para o triênio 2027-2029, liderando a chapa 'Vasco dos vascaínos', oposição à gestão de Pedrinho. Sócio há 42 anos, ele votou contra a venda da SAF a Marcos Lamacchia e defende forte fiscalização das finanças do futebol. A chapa uniu grupos tradicionais e emergentes da política vascaína e reconhece que mira o segundo lugar, que garante 30 cadeiras no Conselho Deliberativo.
A oposição e ex-jogadores da Ponte Preta protocolaram no Comitê de Ética da CBF uma denúncia contra os atuais dirigentes, com pedido de intervenção da entidade e renúncia da diretoria encabeçada por Luiz Torrano. O documento, assinado por 50 pessoas, aponta indícios de gestão temerária em meio à grave crise financeira, com salários atrasados por até seis meses. A crise levou à saída de mais de 15 jogadores e a dois rebaixamentos do clube.
O Santos concluiu o texto do novo Estatuto e convocou Assembleia Geral para 8 de novembro, gerando críticas da oposição, que classifica a convocação como precipitada e a chama de 'golpe'. Entre as principais mudanças estão a alteração do limite de 49% para criação de uma SAF e novas exigências para candidaturas à presidência. Presidenciáveis como Maurício Maruca, Ricardo Quaresma e Ivan Ludvice criticaram publicamente o processo, enquanto o clube não se manifestou até o fechamento da matéria.
Grupo de conselheiros e candidatos à presidência do Santos acusam a Mesa do Conselho Deliberativo, presidida por Fernando Akaoui, de descumprir acordo ao não realizar a leitura completa do novo Estatuto antes da aprovação. A secretaria do Conselho enviou e-mail aos sócios apresentando o texto como concluído e convocando a Assembleia Geral para 8 de novembro. Entre as mudanças em debate está a ampliação do limite de venda de uma futura SAF do clube, de 49% para 80%.
Segunda parte da coluna de Juca Kfouri sobre a crise do São Paulo FC, criticando que o debate interno do clube permanece restrito a questões político-associativas e eleitorais. O autor analisa as chapas de situação e oposição, aponta que nenhuma menciona a SAF como solução e defende uma mudança real de modelo e estrutura do futebol profissional.
A oposição do São Paulo, liderada por Marcelo Portugal Gouvêa, foi a primeira a oficializar a inscrição de chapa para a eleição presidencial do clube, prevista para dezembro, com 81 assinaturas coletadas e 107 candidatos ao Conselho Deliberativo. A situação, por outro lado, ainda não definiu seu candidato: nomes como Themistocles Almeida e Fernando Chapecó declinaram, e o atual presidente Harry Massis não obteve apoio suficiente para a reeleição. A disputa interna da situação está entre Vinicius Medeiros e José Edgard Galvão.
A oposição do São Paulo protocolou a primeira chapa para a eleição do Conselho Deliberativo, com Marcelo Portugal Gouvêa como candidato à presidência, Eduardo Alfano na vice e Fábio Mariz no conselho. A situação continua sem nome definido após desistências de Harry Massis Júnior e Adilson Alves Martins. As eleições de conselheiros estão marcadas para 28 de novembro e a presidencial para dezembro.
O colunista Danilo Lavieri critica a postura da presidente Leila Pereira na relação com a oposição do Palmeiras, afirmando que ela precisa aceitar questionamentos e o contraditório. O debate, na Live do Palmeiras do Canal UOL, abordou um pronunciamento de Leila a conselheiros e o incômodo interno com a possível compra do Vasco por Marcos Lamar, enteado da presidente. Lavieri classificou a postura como 'política do medo' e avaliou que a cobrança tende a aumentar conforme o clima político no Conselho e os resultados esportivos.
Por Daniel Bocatto e Francisco De Laurentiis em 2026-10-06
Os grupos de oposição Ocupa Palestra e Arquibancada divulgaram nota oficial respondendo às falas vazadas da presidente Leila Pereira, que chamou críticos de 'meia dúzia de imbecis'. A nota reafirma a preocupação com o conflito de interesses envolvendo o enteado da presidente, investidor da SAF do Vasco, e pede sindicância por parte do Conselho Deliberativo. O clima político no Palmeiras tende a esquentar rumo às eleições de 2027, quando Leila não poderá se reeleger.
Grupos de oposição do Palmeiras (Ocupa Palestra e Grupo Arquibancada) divulgaram nota rebatendo as declarações da presidente Leila Pereira, que havia chamado os opositores de 'meia dúzia de imbecis'. A nota retoma o alerta sobre possível conflito de interesses na aquisição de uma SAF de outro clube (Vasco da Gama) por empresas do grupo familiar da mandatária, citando condicionantes da ANRESF, vinculada à CBF. Os grupos também cobram sindicância sobre ofensas entre conselheiros e criticam a pauta da reunião do Conselho Deliberativo marcada para 19 de outubro.
Leila Pereira, presidente do Palmeiras, participou de jantar com conselheiros e criticou a oposição que pediu a expulsão de seu marido, José Roberto Lamacchia, do Conselho Deliberativo. Ela destacou o investimento de mais de R$ 1 bilhão feito por ela e pelo marido no clube e negou qualquer envolvimento futuro com o Vasco, cuja SAF foi adquirida pela empresa do filho de Lamacchia. Leila afirmou que pretende retornar às suas empresas ao fim do mandato, em dezembro de 2027.
Grupos de oposição do Palmeiras (Ocupa Palestra e Arquibancada) respondem às declarações da presidente Leila Pereira, que os chamou de 'meia dúzia de imbecis'. A oposição alega desqualificação pessoal e reforça críticas ao conflito de interesses envolvendo a aquisição do Vasco por empresa ligada à família da dirigente. A tensão envolve ainda pedido de saída de José Roberto Lamacchia do Conselho Deliberativo e ameaça de sindicância.
Paulo Vinícius Coelho (PVC) criticou as declarações da presidente do Palmeiras, Leila Pereira, que chamou opositores do clube de 'meia dúzia de imbecis' em encontro com conselheiros. Para o comentarista, o debate entre situação e oposição deve partir do mérito dos argumentos e do respeito, não da desqualificação pessoal. Pedro Lopes acrescentou que a oposição tem legitimidade para questionar a relação da família de Leila com a compra da SAF do Vasco.
O grupo oposicionista Ocupa Palestra cobra a saída imediata de José Roberto Lamacchia, marido da presidente Leila Pereira, do Conselho Deliberativo do Palmeiras. A exigência vem após leilão na Justiça do Rio confirmar a Almirante Participações, empresa ligada à família de Lamacchia, como compradora do Vasco da Gama. A oposição também pede a interrupção de benefícios ao empresário e reforço na proteção dos dados e know-how do clube.
Marcelo Portugal Gouvêa (MPG) oficializou sua candidatura à presidência do São Paulo, encabeçando a chapa 'São Paulo De Volta', formada por grupos de oposição à gestão atual. A chapa reúne os grupos Salve o Tricolor Paulista, Novo São Paulo e Força São Paulo, após a desistência de Rogério Caboclo. Enquanto isso, a situação ainda busca um candidato, já que Harry Massis não reúne apoio suficiente e Adilson Alves desistiu da disputa.
Adilson Alves Martins desistiu de ser candidato à presidência do São Paulo na eleição de dezembro, alegando que precisa focar na empresa e na família. Após a repercussão negativa do nome, o grupo da situação precisou voltar a buscar um candidato, enquanto a oposição já tem chapa definida com Marcelinho Portugal Gouvêa como candidato a presidente. A eleição está prevista para a primeira quinzena de dezembro.
Gestão e oposição do São Paulo Futebol Clube chegaram a um acordo para dividir igualmente as dez vagas de conselheiros vitalícios que serão preenchidas neste ano. O objetivo é reduzir a temperatura política do clube às vésperas da eleição presidencial.