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Futebol Chamados de 'imbecis', opositores do Palmeiras respondem a Leila Pereira Flavio Latif Do UOL, em São Paulo (SP) 06/10/2026 16h52 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Leila Pereira, presidente do Palmeiras, antes de jogo na Arena Barueri Imagem: Marcello Zambrana/AGIF Os grupos Ocupa Palestra e Arquibancada, que reúnem conselheiros e conselheiras da oposição do Palmeiras , se pronunciaram após serem chamados de "meia dúzia de imbecis" pela presidente Leila Pereira. A oposição voltou a questionar o conflito de interesses relacionado ao Vasco e afirmou que Leila preferiu recorrer a "desqualificações pessoais", em vez de apresentar respostas técnicas e salvaguardas institucionais. Leila chamou a sua oposição no Palmeiras de "meia dúzia de imbecis" em um discurso para conselheiros da situação no evento de lançamento da chapa Palestra ao Conselho Deliberativo para as eleições. Ela pediu apoio de seus apoiadores contra o pedido de saída imediata de José Robero Lamacchia do Conselho Deliberativo do clube e o conflito de interesses com o Vasco. Sakamoto Fim da 6x1 revela projetos de Brasil de Lula e Flávio Josias de Souza Caiado formaliza apoio ao que 'rouba com mão direita' Daniela Lima Na mesma mesa de Flávio senta Pablo Marçal João Paulo Charleaux Temer indicou Moraes e agora está rifando ministro A solicitação ocorreu após a Justiça do Rio confirmar, em leilão realizado no mês passado, a Almirante Participações, do empresário Marcos Lamacchia, filho de José Roberto, como compradora do Vasco. Classificação e jogos Brasileirão Veja o comunicado O futuro do Palmeiras exige responsabilidade, não ofensas. Recentemente, tornamos pública nossa legítima preocupação com os evidentes riscos de conflito de interesses trazidos pela aquisição da SAF de outro clube brasileiro por empresas do grupo econômico familiar da presidente Leila Pereira. Como se sabe, seu enteado está à frente do processo, tendo o marido da presidente e suas empresas como avalistas do negócio. A reação da mandatária em evento recente com conselheiros, infelizmente, seguiu o mesmo padrão já conhecido da opinião pública: em vez de apresentar respostas técnicas e salvaguardas institucionais a um problema real, a Sra. Presidente preferiu recorrer a desqualificações pessoais e dirigir ofensas verbais aos conselheiros e conselheiras que exercem com rigor o seu dever estatutário. Apontar a existência do conflito de interesses não é um ataque pessoal, mas um alerta para uma situação objetiva de risco institucional. Continua após a publicidade O problema é tão real, concreto e reconhecido pelo mercado do futebol que a ANRESF (Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol, da CBF) já se manifestou, neste mesmo caso, estabelecendo condicionantes para situações de controle ou influência cruzada entre agremiações concorrentes. Não imaginamos que a Presidente desqualifique os auditores do caso com ofensas, ou que os considere "imbecis". O futebol brasileiro, para ser cada vez mais forte e saudável, precisa de fiscalização, não de acomodações políticas. É preciso também deixar claro: nós, torcedores, conselheiros e conselheiras do Palmeiras, não estamos discutindo a legitimidade do Vasco da Gama em buscar parceiros, muito menos de empresas em firmar acordos comerciais. Estamos, única e exclusivamente, na defesa inegociável dos interesses do nosso clube, cobrando das instâncias de fiscalização - em especial do Conselho Deliberativo e do COF - a adoção de barreiras ao vazamento de informações sensíveis, proteção do know-how de negócios da SEP e estabelecimento de políticas rígidas para manutenção de profissionais do clube. Em seu pronunciamento, a Sra. Presidente adotou uma conveniente distorção de conceitos: dedicação não substitui regras de compliance, e sua alegada boa vontade não elimina o dever estatutário de blindagem patrimonial e estratégica. Além disso, ao cobrar que os conselheiros aliados se manifestem contra a oposição, há um pedido claro para que abram mão de sua função mais importante, que é a fiscalização dos destinos do clube. Coincidentemente, em nossa próxima reunião do Conselho Deliberativo, dia 19/10, ao invés de debatermos questões essenciais como essa, estará em votação a suspensão de um conselheiro que, reclama a presidente, a ofendeu em reunião. Sugerimos, portanto, que o Presidente do CD, Alcyr Ramos, trate com o mesmo rigor as violações estatutárias e ofensas proferidas contra conselheiros e conselheiras , abrindo a necessária sindicância para apuração dos fatos. Continua após a publicidade Nenhuma ofensa ou ação nos intimidará. O Palmeiras pertence a sua torcida e seu futuro é ainda mais importante do que seu presente. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Médica que pediu para não dar alta a petistas durante eleição é afastada Mega-Sena acumula, e prêmio chega a R$ 100 milhões; veja dezenas sorteadas Messi se despede como Pelé fez o milésimo gol Resumo da novela 'Quem Ama Cuida' da semana: capítulos de 7/10 a 17/10 Paes diz ao TSE que Garotinho manipulou eleição e pede para manter votos