Vinicius de Medeiros oficializou sua candidatura à presidência do São Paulo pela chapa da situação, batizada de 'São Paulo à Frente'. Ele disputará contra Marcelo Portugal Gouvêa, da oposição, que encabeça o grupo 'São Paulo de Volta'. A eleição presidencial está prevista para dezembro, após a renovação do Conselho Deliberativo em novembro.
Vinicius Medeiros anunciou sua candidatura à presidência do São Paulo para as eleições de dezembro, concorrendo contra Marcelo Portugal Gouvêa pela chapa 'São Paulo à Frente'. O vencedor sucederá Harry Massis Júnior, que assumiu o comando após a destituição de Julio Casares. O clube atravessa crise política e financeira, além de uma temporada irregular dentro de campo.
O empresário Vinicius de Medeiros anunciou, por meio das redes sociais, sua candidatura à presidência do São Paulo pela chapa da situação, batizada de 'São Paulo à Frente'. Ele disputará a eleição, prevista para a primeira quinzena de dezembro, contra o oposicionista Marcelo Portugal Gouvêa. O candidato é membro do Conselho de Administração do clube e integra o grupo político Legião Tricolor.
O São Paulo registrou duas chapas para a eleição do Conselho Deliberativo: a governista São Paulo à Frente, com 128 candidatos, e a oposicionista São Paulo de Volta, com 106 nomes, totalizando 234 candidaturas para 100 vagas. A votação entre os sócios está prevista para a segunda quinzena de novembro, com mandato de 2027 a 2029. Marcelo Portugal Gouvêa é, até o momento, o único nome confirmado para a disputa presidencial, marcada para o início de dezembro.
A situação do São Paulo definiu Vinicius de Medeiros como candidato à presidência do clube para a eleição prevista para dezembro. Ele enfrentará o oposicionista Marcelo Portugal Gouvêa, cuja chapa já está completa e inscrita. A escolha ocorreu após recusas de outros nomes cotados, como Adilson Alves Martins e o atual presidente Harry Massis.
A situação do São Paulo definiu sua chapa para a eleição presidencial do clube em dezembro, com Vinícius de Medeiros como candidato a presidente e Adilson Alves como vice. A definição ocorre após o recuo de Adilson, que era o plano A do grupo, e após o atual presidente Harry Massis Júnior perder força política para tentar a reeleição. Marcelo Portugal Gouvêa, da oposição, será o adversário na disputa pelo comando do clube.
Dorival Júnior volta a falar sobre seu futuro no São Paulo e condiciona sua permanência à decisão do próximo presidente, que será eleito em dezembro. O treinador destaca seu trabalho com as categorias de base, cita a conquista da Copa do Brasil de 2023 e sugere que reduziria salários para permanecer. O artigo também menciona a vitória por 1-0 sobre o Vasco, que levou o Tricolor à oitava colocação do Campeonato Brasileiro.
A oposição do São Paulo, liderada por Marcelo Portugal Gouvêa, foi a primeira a oficializar a inscrição de chapa para a eleição presidencial do clube, prevista para dezembro, com 81 assinaturas coletadas e 107 candidatos ao Conselho Deliberativo. A situação, por outro lado, ainda não definiu seu candidato: nomes como Themistocles Almeida e Fernando Chapecó declinaram, e o atual presidente Harry Massis não obteve apoio suficiente para a reeleição. A disputa interna da situação está entre Vinicius Medeiros e José Edgard Galvão.
A oposição do São Paulo protocolou a primeira chapa para a eleição do Conselho Deliberativo, com Marcelo Portugal Gouvêa como candidato à presidência, Eduardo Alfano na vice e Fábio Mariz no conselho. A situação continua sem nome definido após desistências de Harry Massis Júnior e Adilson Alves Martins. As eleições de conselheiros estão marcadas para 28 de novembro e a presidencial para dezembro.
Marcelo Portugal Gouvêa oficializou sua candidatura à presidência do São Paulo e detalhou seu plano de gestão, incluindo um estudo para eventual transformação do clube em SAF. O candidato defendeu a aposta nas categorias de base para manter a competitividade diante da austeridade financeira e da dívida projetada de R$ 1,3 bilhão. Ele também prometeu retomar os pontos da reforma estatutária rejeitada pelo Conselho Deliberativo.
Marcelo Portugal Gouvêa lançou oficialmente sua candidatura à presidência do São Paulo pela chapa 'São Paulo de Volta', em evento realizado nos Jardins, em São Paulo. O candidato apresentou um plano de gestão estruturado em três pilares: reestruturação financeira, reforma administrativa e cultura de responsabilidade, incluindo auditoria dos contratos das gestões anteriores e contratação de um CEO. A eleição está prevista para a primeira quinzena de dezembro e definirá o presidente do clube para o triênio 2027-2029.
Os grupos políticos da Situação do São Paulo decidiram que Harry Massis Júnior não será candidato à presidência do clube na eleição marcada para o fim de 2026. Vinicius Medeiros, da Legião Tricolor, ganhou força para ser o nome da Situação na disputa, mas a definição ainda não é oficial e depende de consenso entre as correntes. O grupo também oficializou a composição 'São Paulo à frente' para a disputa das 100 cadeiras do Conselho Deliberativo em novembro.
O ex-dirigente e conselheiro vitalício do São Paulo, Marco Aurélio Cunha (MAC), afirma em entrevista ao UOL que uma candidatura à presidência do clube é improvável, pois seu 'tempo de ouro' já passou. Ele critica a política interna de alianças do clube e declara disposição de apoiar Marcelo Portugal Gouvêa, candidato de oposição, sem desejar cargo.
Marcelo Portugal Gouvêa (MPG) oficializou sua candidatura à presidência do São Paulo, encabeçando a chapa 'São Paulo De Volta', formada por grupos de oposição à gestão atual. A chapa reúne os grupos Salve o Tricolor Paulista, Novo São Paulo e Força São Paulo, após a desistência de Rogério Caboclo. Enquanto isso, a situação ainda busca um candidato, já que Harry Massis não reúne apoio suficiente e Adilson Alves desistiu da disputa.