O elenco do Corinthians busca se fechar em grupo e afastar a política interna do clube em meio à luta contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro. O movimento ganhou força após declarações do presidente Osmar Stabile negando incômodos dos atletas com os atrasos nos pagamentos. A matéria detalha o desgaste na relação entre jogadores e diretoria, incluindo interferências políticas na rotina do futebol e a saída de executivos considerados importantes pelo grupo.
A contratação de Clarence Seedorf como técnico do Corinthians foi uma vitória política do executivo de futebol Marcelo Paz sobre setores internos do clube contrários à sua gestão. O presidente Osmar Stabile, após resistências iniciais e apesar de preferir aguardar o Dérbi contra o Palmeiras, deu o aval final ao negócio conduzido por Paz. O artigo também esclarece que o atacante Memphis Depay não teve qualquer participação na escolha do novo treinador.
O ex-dirigente e conselheiro vitalício do São Paulo, Marco Aurélio Cunha (MAC), afirma em entrevista ao UOL que uma candidatura à presidência do clube é improvável, pois seu 'tempo de ouro' já passou. Ele critica a política interna de alianças do clube e declara disposição de apoiar Marcelo Portugal Gouvêa, candidato de oposição, sem desejar cargo.
O São Paulo Futebol Clube demitiu uma secretária ligada ao presidente do Conselho Deliberativo, Olten Ayres, sob suspeita de atuação "fantasma". Ayres defendeu a funcionária, alegando que seu trabalho remoto e uso de e-mail externo eram para segurança e organização, enquanto o clube apura registros de ponto idênticos e uso de domínio privado.