O São Paulo FC registrou uma economia de mais de R$ 11,3 milhões em janeiro de 2026, superando as projeções financeiras do clube. Essa economia foi impulsionada principalmente pelo departamento de futebol e por medidas de controle de gastos em eventos sociais.
O São Paulo está perto de fechar um novo acordo de patrocínio com a Seguros Unimed para a barra traseira da camisa. O contrato, que tem duração de cinco anos e prevê um pagamento anual de R$ 15 milhões, representa um aumento de aproximadamente 40% em relação ao patrocínio anterior. A negociação foi destravada após mudanças na diretoria do clube.
O presidente interino do São Paulo, Harry Massis Júnior, demitiu o diretor executivo de comunicação do clube, José Eduardo Martins. Esta é uma das primeiras mudanças administrativas promovidas pela nova gestão, que também desligou outros dois diretores e planeja contratar novos executivos.
Muricy Ramalho pediu demissão do cargo de coordenador de futebol do São Paulo após cinco anos, alegando não ter mais condições de trabalhar devido a problemas de saúde. O nome de Rafinha agrada nos bastidores para substituí-lo, mas ainda não há conversas formais. O clube também lida com outras mudanças administrativas e uma investigação sobre a comercialização indevida de um camarote no Morumbis.
Márcio Carlomagno deixará o cargo de superintendente geral do São Paulo ao final de janeiro, em comum acordo após conversa com o presidente interino Harry Massis Júnior. A saída ocorre em meio a uma transição política e administrativa no clube, após a renúncia de Julio Casares.