O São Paulo quitou dois meses de direitos de imagem atrasados na tarde de quarta-feira, horas antes do clássico contra o Corinthians, mas os jogadores ainda possuem um mês pendente. O pagamento foi viabilizado pelos R$ 50 milhões do acordo com a Ticketmaster, nova tiqueteira do clube, que prevê adiantamento total de R$ 110 milhões. O clube ainda possui parcelas em atraso de um acordo anterior e deve receber o restante do valor da parceria até meados de novembro.
O São Paulo quitou dois meses de direitos de imagem atrasados com o elenco profissional na manhã desta quarta-feira, horas antes do clássico contra o Corinthians. O pagamento foi viabilizado por R$ 50 milhões recebidos como adiantamento do acordo com a Ticketmaster, nova gestora de ingressos do Morumbis. Com isso, três das quatro parcelas em atraso foram quitadas, restando um mês pendente.
O São Paulo quitou dois meses de direitos de imagem em atraso com o elenco profissional, utilizando recursos de uma parcela do acordo firmado com a Ticketmaster. Com o pagamento, o clube reduz o atraso de 2026 de três para um mês, embora permaneçam parcelas referentes às dívidas acumuladas em 2025. A regularização ocorre horas antes do clássico contra o Corinthians, válido pelo Campeonato Brasileiro, na Vila Belmiro.
Vinicius de Medeiros oficializou sua candidatura à presidência do São Paulo pela chapa da situação, batizada de 'São Paulo à Frente'. Ele disputará contra Marcelo Portugal Gouvêa, da oposição, que encabeça o grupo 'São Paulo de Volta'. A eleição presidencial está prevista para dezembro, após a renovação do Conselho Deliberativo em novembro.
O atacante Lucas Moura, ídolo do São Paulo contratado em 2023, está com o contrato terminando no fim de 2026 e ainda não sabe se permanecerá no clube em 2027. A diretoria tricolor, em período eleitoral, evita discutir renovações, enquanto o jogador, recuperado antecipadamente de uma ruptura do tendão de Aquiles, tem se destacado em campo e pressionado por uma decisão. O futuro do atacante será definido após a eleição do novo presidente, prevista para dezembro.
Vinicius Medeiros anunciou sua candidatura à presidência do São Paulo para as eleições de dezembro, concorrendo contra Marcelo Portugal Gouvêa pela chapa 'São Paulo à Frente'. O vencedor sucederá Harry Massis Júnior, que assumiu o comando após a destituição de Julio Casares. O clube atravessa crise política e financeira, além de uma temporada irregular dentro de campo.
Dorival Júnior e a diretoria do São Paulo, incluindo o presidente Harry Massis Jr., acompanharam das arquibancadas o clássico contra o Palmeiras, jogo de ida das quartas de final do Campeonato Paulista sub-20, em Cotia. O técnico tem dado oportunidades a jovens da base no time profissional e afirma preparar 11 jogadores para a temporada de 2026. No campo, o Palmeiras venceu por 3 a 2 e sai na frente na briga por uma vaga nas semifinais.
A situação do São Paulo definiu Vinicius de Medeiros como candidato à presidência do clube para a eleição prevista para dezembro. Ele enfrentará o oposicionista Marcelo Portugal Gouvêa, cuja chapa já está completa e inscrita. A escolha ocorreu após recusas de outros nomes cotados, como Adilson Alves Martins e o atual presidente Harry Massis.
A situação do São Paulo definiu sua chapa para a eleição presidencial do clube em dezembro, com Vinícius de Medeiros como candidato a presidente e Adilson Alves como vice. A definição ocorre após o recuo de Adilson, que era o plano A do grupo, e após o atual presidente Harry Massis Júnior perder força política para tentar a reeleição. Marcelo Portugal Gouvêa, da oposição, será o adversário na disputa pelo comando do clube.
A Justiça de São Paulo rejeitou liminar da Feng que tentava impedir a execução do contrato entre o São Paulo e a Ticketmaster para gestão de ingressos e sócio-torcedor. A decisão da 12ª Vara Cível do TJ-SP mantém a vigência do acordo assinado pelo presidente Harry Massis, que prevê antecipação de R$ 110 milhões ao clube. A Feng, que tinha contrato até 2031, alegava exclusividade e direito de preferência, mas pode ainda transformar o pedido cautelar em ação plena.
O artigo analisa a situação de Rafinha, diretor executivo de futebol do São Paulo, cuja permanência no cargo para 2027 depende da continuidade do técnico Dorival Júnior e do resultado da eleição presidencial do clube em dezembro. Rafinha conta com o prestígio do treinador e da comissão técnica, mas enfrenta resistência de alas políticas ligadas ao presidente Harry Massis Júnior. A decisão final sobre o comando do departamento de futebol caberá à próxima gestão eleita.
O técnico Dorival Júnior deseja renovar contrato com o São Paulo para 2027 e não coloca questões financeiras como prioridade, apurou o UOL. Mesmo com campanha irregular no Brasileirão e desgaste com aliados do presidente Harry Massis, o clube não trabalha com a possibilidade de demiti-lo. A continuidade será discutida em meio à transição política do clube, com eleição presidencial prevista para dezembro.
O São Paulo adiou para novembro o pagamento do transfer ban imposto pela FIFA, relacionado à dívida de US$ 350 mil com agentes na contratação de Giuliano Galoppo, em 2022. A prioridade do clube é regularizar os pagamentos atrasados ao elenco, incluindo salários e direitos de imagem. Este é o segundo transfer ban do clube no semestre, após quitar dívida com a Lazio em agosto.
O presidente do São Paulo, Harry Massis, conversou com o técnico Dorival Júnior para manifestar incômodo após o treinador expor publicamente problemas nos campos do CT da Barra Funda. Segundo o colunista Gabriel Sá, a diretoria preferia que o tema fosse tratado internamente, já que existia um cronograma de reforma dos gramados em andamento. A matéria também menciona que a vitória sobre o Vasco trouxe tranquilidade ao clube, que ocupa a 9ª posição com 42 pontos.
O São Paulo enfrenta indefinição no planejamento para 2027 devido à eleição presidencial do clube marcada para dezembro. O técnico Dorival Júnior e cinco jogadores (Rafael Toloi, Iago, Cauly, Lucas e Artur) têm contratos até o fim de 2026 sem negociações iniciadas. O atual presidente Harry Massis não deve concorrer à reeleição, e o único candidato oficial é Marcelo Portugal Gouvêa.
A oposição do São Paulo, liderada por Marcelo Portugal Gouvêa, foi a primeira a oficializar a inscrição de chapa para a eleição presidencial do clube, prevista para dezembro, com 81 assinaturas coletadas e 107 candidatos ao Conselho Deliberativo. A situação, por outro lado, ainda não definiu seu candidato: nomes como Themistocles Almeida e Fernando Chapecó declinaram, e o atual presidente Harry Massis não obteve apoio suficiente para a reeleição. A disputa interna da situação está entre Vinicius Medeiros e José Edgard Galvão.
A gestão de Harry Massis Júnior decidiu manter Dorival Júnior como técnico do São Paulo, apesar do clima tenso gerado pelas críticas do treinador aos gramados do CT da Barra Funda. A definição sobre o futuro do treinador, assim como a renovação de Lucas Moura, ficará a cargo do próximo presidente, já que as eleições do clube estão marcadas para dezembro. A multa rescisória de Dorival é avaliada em cerca de R$ 6 milhões, com vínculo até o fim do ano.
A diretoria do São Paulo decidiu adiar a renovação do contrato de Lucas Moura, que termina em dezembro, deixando a definição para o próximo presidente eleito. O jogador, que retorna de grave lesão no tendão de Aquiles, estaria disposto a reduzir o salário para permanecer mediante um projeto esportivo convincente. A decisão está ligada à indefinição da eleição presidencial do clube prevista para dezembro.
A oposição do São Paulo protocolou a primeira chapa para a eleição do Conselho Deliberativo, com Marcelo Portugal Gouvêa como candidato à presidência, Eduardo Alfano na vice e Fábio Mariz no conselho. A situação continua sem nome definido após desistências de Harry Massis Júnior e Adilson Alves Martins. As eleições de conselheiros estão marcadas para 28 de novembro e a presidencial para dezembro.
O São Paulo recebeu da Fifa um novo transfer ban por uma dívida de US$ 350 mil (cerca de R$ 1,8 milhão) ligada a agentes da contratação de Giuliano Galoppo, em 2022. A diretoria nega que o caso tenha sido uma 'barbeirada', afirmando que o clube conhecia o risco e aguardava recursos da Ticketmaster para quitar o débito nesta terça-feira. Trata-se da segunda punição do tipo imposta ao clube em 2026.