Por Eder Traskini e Ulisses Lopresti em 2026-10-19
O ex-volante Luan concede entrevista exclusiva ao ge e revela sua luta contra depressão, crises de pânico e problemas com álcool durante seu período no São Paulo. Ele atribui o quadro ao afastamento e aos treinamentos separados do grupo, e critica a diretoria do clube por tê-lo afastado após renovar o contrato até 2026. O jogador também relata visitas de companheiros que não conseguiu receber e defende seu amor pela camisa tricolor.
Por Bruno Giufrida, Eduardo Moura e Valéria Possomai em 2026-10-09
Entrevista com Rui Costa, ex-executivo de futebol do São Paulo, que revisita sua carreira e afirma que demitiria Hernán Crespo novamente, mesmo com o time na vice-liderança do Brasileirão. O dirigente também comenta o drama do meia Oscar, que parou de jogar por problema cardíaco, e fala sobre bastidores de Grêmio, Chapecoense, Atlético-MG e Athletico.
Rui Costa, ex-executivo de futebol do São Paulo, detalhou em entrevista o drama do socorro urgente ao meia Oscar, que sofreu um mal súbito cardíaco durante um teste físico no CT do clube. O dirigente afirmou que o jogador sobreviveu graças à presença de cardiologistas do Einstein no local. Oscar encerrou a carreira em abril de 2026 após ser diagnosticado com síncope vasovagal.
Rui Costa, ex-executivo de futebol do São Paulo, concede entrevista ao GE e defende a demissão de Hernán Crespo, afirmando que tomaria a mesma decisão novamente. Ele também revela detalhes da negociação frustrada com Filipe Luís, recém-demitido pelo Flamengo, antes da contratação de Roger Machado, e nega favorecimento por amizade.
Rui Costa, ex-executivo de futebol do São Paulo, comenta o caso do desaparecimento do zagueiro Robert Arboleda em abril, dizendo que nunca viu situação semelhante na carreira. Ele destaca a boa relação que tinha com o jogador e elogia o processo de reintegração conduzido por Rafinha e Dorival Júnior. Arboleda foi reintegrado em junho e é titular do time, com 24 partidas na temporada.
Rui Costa, ex-diretor-executivo de futebol do São Paulo, declarou em entrevista que não se arrepende da demissão de Hernán Crespo, ocorrida em março. Ele alegou dissintonia com o argentino e limitações do clube em contratações como fatores decisivos. A matéria também contextualiza a saída do próprio Rui Costa em junho e as crises esportivas do clube em 2025.
A Comissão de Ética do São Paulo recomendou o afastamento do diretor executivo de futebol, Rui Costa, em meio a uma investigação sobre a extrapolação do orçamento do departamento em 2025. O processo também pode levar à expulsão do conselheiro Carlos Belmonte, e a Comissão alega insatisfação com a postura de Rui Costa em fornecer documentos.
O presidente do São Paulo, Harry Massis, afirmou em entrevista exclusiva que o executivo de futebol Rui Costa e o gerente Rafinha permanecerão no clube, apesar da crise após a troca de técnicos. Massis declarou estar convicto do projeto e minimizou a pressão interna e externa pela saída dos dirigentes, enfatizando a busca por união política e a busca por um novo diretor de marketing e empresa para venda de ingressos.
O presidente do São Paulo, Harry Massis, decidiu manter Rui Costa (executivo de futebol) e Rafinha (gerente de futebol) em seus cargos, mesmo após a demissão do técnico Roger Machado. A decisão visa evitar maior instabilidade política e esportiva no clube, apesar das pressões internas.
Aliados do presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior, miram os diretores Rui Costa e Rafinha após a demissão do técnico Roger. A ala política do clube defende maior participação de conselheiros no departamento de futebol, mas o presidente rejeita a intervenção, buscando manter o comando profissional.
Torcedores do São Paulo protestaram no CT da Barra Funda após a eliminação na Copa do Brasil, cobrando os jogadores e a diretoria. Jonathan Calleri se dirigiu à torcida para ouvir as reclamações e pedir união, enquanto outros protestantes expressaram indignação com a performance da equipe e exigiram a saída do executivo de futebol Rui Costa.
O artigo critica a diretoria do São Paulo pela demissão de Roger Machado, argumentando que a decisão é cômoda para os dirigentes que transferem toda a responsabilidade ao treinador. O autor questiona a credibilidade da atual gestão para tomar decisões impopulares e sustentar pressão, relembrando a controversa saída de Hernán Crespo.
O São Paulo prioriza a contratação de Dorival Júnior como novo técnico após a demissão de Roger Machado. A diretoria se reunirá para formalizar uma proposta, apesar de uma possível divergência financeira, pois Dorival recebia alto valor no Corinthians. O futuro do executivo de futebol Rui Costa também está em cheque.
Rui Costa, executivo de futebol do São Paulo, respondeu às críticas e vaias da torcida direcionadas a ele e ao técnico Roger Machado. Ele pediu apoio durante os jogos, defendendo a torcida de acusações de racismo e reconhecendo a frustração acumulada. Costa também detalhou a demissão de Crespo e a convicção no trabalho de Roger.
Por Eder Traskini e Ulisses Lopresti em 2026-04-23
O artigo analisa como o executivo de futebol do São Paulo, Rui Costa, bancou a contratação de Roger Machado e vinculou seu próprio futuro profissional ao sucesso do treinador. Rui Costa defendeu a demissão de Hernán Crespo, apostando em um projeto "autoral" com Roger Machado, apesar da insatisfação da torcida e das críticas internas.
O São Paulo decidiu manter o diretor de futebol Rui Costa e o técnico Roger Machado, declarando um 'cessar-fogo' interno diante da pressão externa. O presidente Harry Massis reuniu aliados para reduzir as cobranças sobre a dupla, que tem sido alvo de pedidos de demissão. A ordem é manter a máquina funcionando e a estrutura atual.
O presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior, defendeu o técnico Roger Machado e o executivo Rui Costa de críticas da torcida após uma vitória na Copa do Brasil. Massis classificou a postura de parte dos torcedores como 'lamentável', afirmando que desestabilizou o grupo e impactou o desempenho em campo. Ele reforçou o respaldo interno à comissão técnica e pediu apoio da torcida para o projeto.
A diretoria do São Paulo manifestou irritação com a reação exagerada da torcida em relação às críticas ao técnico Roger Machado após uma vitória. A cúpula considera as vaias e gritos hostis como "acima do tom" e pretende "blindar" o treinador e o diretor executivo Rui Costa.
O artigo de Paulo Vinicius Coelho argumenta que Roger Machado e Rui Costa não são os únicos culpados pela crise de quinze anos do São Paulo Futebol Clube. O colunista analisa o desempenho dos técnicos Hernán Crespo e Roger Machado, além do papel de Rui Costa como diretor-executivo, destacando que a crise é mais profunda e exige paz para o trabalho e correção de erros de gestões passadas, e não a destruição do trabalho atual.
A vitória do São Paulo por 1 a 0 contra o Juventude na Copa do Brasil aliviou a crise política interna do clube, garantindo a permanência do diretor de futebol Rui Costa e do técnico Roger Machado. Apesar do resultado, as divergências internas e as críticas da torcida persistem.