Harry Massis tomou posse como novo presidente do São Paulo, enfatizando a necessidade de união e serenidade para o clube. Ele destacou o objetivo de proteger a credibilidade, finanças e história do São Paulo, classificando o momento como de 'reconstrução'. Massis adotou um tom realista sobre os desafios e a escadaria longa para a recuperação financeira do clube.
O ex-presidente do Corinthians, Augusto Melo, prestou esclarecimentos à Comissão de Ética do clube sobre a invasão ao Parque São Jorge em maio de 2025. Ele tentou suspender a reunião, mas participou por videoconferência, defendendo-se das acusações. Outros conselheiros envolvidos na invasão também serão ouvidos antes da emissão de um parecer com possíveis punições.
O colunista Arnaldo Ribeiro critica a gestão de Julio Casares no São Paulo, afirmando que o presidente não tem mais condições de governar o clube. A análise ocorre em meio a protestos de torcedores e à iminência de votação do impeachment.
O artigo detalha a possibilidade de Harry Massis Junior assumir a presidência do São Paulo caso o impeachment de Julio Casares seja aprovado. Massis Junior, atual vice-presidente e empresário, tem histórico no clube e confirmou que votará a favor da saída de Casares. A votação para o impeachment ocorrerá hoje à noite e exige 170 votos favoráveis.
Júlio Casares, presidente do São Paulo, foi impedido por 188 conselheiros, com 45 votando pela sua permanência. Nos próximos 30 dias, os sócios decidirão se ratificam ou retificam a decisão do Conselho Deliberativo. Este é o primeiro caso de impeachment de um presidente do São Paulo, com Casares sendo considerado um "caso perdido" pela improbabilidade de retorno.
Aliados de Julio Casares, presidente do São Paulo, sugerem sua renúncia antes da votação de impeachment marcada para sexta-feira. O processo de impeachment visa afastar Casares do cargo devido a investigações e denúncias de irregularidades, incluindo a exploração clandestina de um camarote e movimentações financeiras suspeitas. Caso renuncie, o vice Harry Massis Junior assumiria o posto.
A Justiça concedeu uma liminar que altera os critérios para o impeachment do presidente do São Paulo, Julio Casares. A votação, antes marcada para ser totalmente presencial, agora será híbrida e o quórum para aprovação foi ajustado. Caso o impeachment seja aprovado, o vice-presidente assumirá interinamente.
O presidente do São Paulo, Julio Casares, expressou preocupações sobre injustiças institucionais e questionou o processo de impeachment em um grupo interno de WhatsApp. Ele citou episódios passados do clube e um parecer jurídico que apontaria falta de elementos para o impeachment, em meio a uma semana decisiva para a votação do afastamento.
A justiça concedeu uma liminar para que a reunião de impeachment do presidente do São Paulo, Julio Casares, seja híbrida. Conselheiros poderão votar presencialmente ou virtualmente para decidir sobre a destituição do dirigente. A decisão também definiu que são necessários 171 votos para o impeachment.
Julio Casares, presidente do São Paulo, enfrenta um processo de impeachment e perdeu apoio significativo em seu Conselho Deliberativo. A divisão do colegiado, antes majoritariamente a seu favor, agora apresenta uma maioria contra o dirigente, antecipando uma votação acirrada para sua destituição.
O presidente do São Paulo, Julio Casares, enviou um texto aos conselheiros do clube antes da votação de seu impeachment. Ele se defende de acusações investigadas pela Polícia Civil e argumenta que aprovar o impeachment sem provas concretas configura um pré-julgamento, pedindo reflexão e responsabilidade institucional.
Quatro grupos políticos do São Paulo Futebol Clube romperam o apoio ao atual presidente, Julio Casares, em meio a um pedido de impeachment. A saída desses grupos, que somam 125 conselheiros, representa uma ruptura política significativa e enfraquece a base de sustentação de Casares no Conselho Deliberativo. A decisão ocorre às vésperas de uma votação crucial para o futuro da administração.
O presidente do São Paulo, Julio Casares, terá seu pedido de impeachment votado pelo Conselho Deliberativo em 14 de janeiro. A votação secreta dos 255 conselheiros decidirá sobre a destituição, com possibilidade de afastamento preventivo e, posteriormente, votação entre os sócios. O pedido de impeachment é baseado na exploração clandestina de camarote do Morumbis e movimentações atípicas em suas contas.
Um pedido de impeachment contra o presidente do São Paulo, Julio Casares, foi protocolado por conselheiros do clube. O processo agora segue diversas etapas, incluindo avaliações dos Conselhos Consultivo e Deliberativo, e pode culminar com uma votação entre os sócios para a destituição do dirigente.
A situação de Julio Casares na presidência do São Paulo se complica com a perda de apoio interno e articulações para um pedido de impeachment. Conselheiros da situação avaliam romper laços com a gestão, enquanto a Polícia Civil investiga possíveis irregularidades em vendas de atletas e exploração de camarotes no Morumbis.
Um grupo de mais de 50 conselheiros do São Paulo protocolou um pedido de impeachment contra o presidente Julio Casares. O processo envolve etapas como análise do pedido pelo presidente do Conselho, defesa do mandatário e votação por dois terços dos conselheiros.
Um grupo de conselheiros do São Paulo protocolou um pedido de impeachment contra o presidente Julio Casares. O pedido, baseado em artigos do estatuto do clube, alega possíveis irregularidades na gestão, incluindo um esquema de venda ilegal de ingressos e investigações sobre desvio de verbas em negociações de atletas.
Conselheiros do São Paulo protocolaram um requerimento com 57 assinaturas para discutir o impeachment do presidente Julio Casares. A oposição, com apoio de alguns membros da situação, pede a reunião extraordinária com base na exploração clandestina de um camarote no Morumbis, revelada em reportagem.
Sócios do São Paulo realizaram um protesto no clube social do Morumbi com faixas que reproduzem frases de um áudio vazado sobre um esquema de comercialização clandestina de camarotes. As faixas citam declarações de conselheiros envolvidos no caso e pedem o afastamento de Mara Casares, Douglas Schwartzmann e do presidente Julio Casares.
O São Paulo FC busca reformar seu estatuto para facilitar a entrada de investidores, possivelmente através do modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF). A proposta visa reduzir a exigência de aprovação de 75% dos conselheiros para a alienação de ativos ou transformação em empresa. O objetivo é tornar o clube mais atrativo para parcerias financeiras.