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Esporte Casares perde força, e 4 grupos rompem com apoio ao presidente do São Paulo Gabriel Sá Colaboração para o UOL 08/01/2026 11h17 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Julio Casares presidente do São Paulo, durante jogo contra o Palmeiras no Paulistão Imagem: YURI MURAKAMI/ESTADÃO CONTEÚDO Em comum acordo entre os coordenadores nas últimas horas, quatro grupos políticos do São Paulo optaram por deixar a "Coalizão", união política que sustenta apoio ao atual presidente Julio Casares. São eles: Vanguarda Tricolor, Participação São-paulina, Sempre Tricolor e Legião Tricolor. Somados, os grupos representam 125 dos 255 conselheiros do São Paulo Futebol Clube. O racha é visto como uma bomba no controle político do atual mandatário. Entenda os próximos passos Em meio ao pedido de impeachment de Casares, com votação no Conselho Deliberativo agendada para a próxima quarta-feira, a Coalizão segue com dois grupos: MSP (Movimento São Paulo FC) e Força Tricolor. Além destes, o simbólico grupo "Super", composto por José Eduardo Mesquita Pimenta, Ives Gandra Martins, Paulo Amaral Vasconcelos e Armando Souza Pinheiro, também segue apoiando o atual presidente. Amanda Klein Lula deve se distanciar da Venezuela em ato do 8/1 Wálter Maierovitch Bolsonaro preso é vitória do direito e derrota da força Daniela Lima Lula não quer 'perfil brucutu' na Justiça Sakamoto Com veto, Lula mostra que não desdenha golpe do 8/1 A saída dos quatro grupos políticos representa uma intensa ruptura política no São Paulo. A decisão foi tomada em consenso entre as lideranças nas últimas horas. Cada um dos quatro grupos possui coordenação própria e histórico de atuação relevante na política do clube. A Legião Tricolor é coordenada por Carlos Belmonte, ex-diretor de futebol. O Vanguarda Tricolor tem como comandante Marcelo Pupo, ex-presidente do Conselho Deliberativo. Já o Sempre Tricolor é liderado por Fernando Bracalle Ambrogi, conhecido como Chapecó, ex-diretor adjunto de futebol. Por fim, o grupo Participação São-paulina é comandado por Themistocles Almeida. A saída coordenada desses grupos aprofunda a crise política enfrentada pela atual gestão e reduz drasticamente a base de sustentação do presidente Julio Casares dentro do Conselho Deliberativo. O bloco dissidente passa a ter peso decisivo nas próximas votações, especialmente no contexto do processo de impeachment. Internamente, o movimento é interpretado como um divisor de águas no comando político do São Paulo Futebol Clube, abrindo espaço para novas articulações e possíveis realinhamentos às vésperas de uma semana considerada crucial para o futuro da atual administração. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Brasileiro na Ucrânia pediu ajuda à embaixada antes de morrer, diz mulher Influenciador recebeu R$ 2 milhões para defender Vorcaro, diz jornal Ana blindada e Zé Felipe 'humilhado': o que aconteceu no navio da Boiadeira Ao vetar benefício a Bolsonaro, Lula não ignora golpe contra o seu mandato Crise na Venezuela: governo Lula autoriza uso da Força Nacional em RR