O presidente do São Paulo, Harry Massis, completou o Conselho de Administração do clube com a nomeação de dois novos membros independentes, após pressão política interna. As indicações ocorreram em meio a pedidos de afastamento de Massis, baseados na ausência desses conselheiros por meses, o que violaria o Estatuto do clube.
A oposição do São Paulo, representada pelo grupo STP (Salve o Tricolor Paulista), está articulando um pedido de impeachment contra o atual presidente do clube, Harry Massis Júnior. As alegações centrais giram em torno de gestão temerária e continuidade de práticas da gestão anterior, liderada por Julio Casares.
A diretoria do São Paulo manifestou irritação com a reação exagerada da torcida em relação às críticas ao técnico Roger Machado após uma vitória. A cúpula considera as vaias e gritos hostis como "acima do tom" e pretende "blindar" o treinador e o diretor executivo Rui Costa.
O presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior, defendeu o técnico Roger Machado e o executivo Rui Costa de críticas da torcida após uma vitória na Copa do Brasil. Massis classificou a postura de parte dos torcedores como 'lamentável', afirmando que desestabilizou o grupo e impactou o desempenho em campo. Ele reforçou o respaldo interno à comissão técnica e pediu apoio da torcida para o projeto.
O presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior, concedeu um novo voto de confiança ao diretor de futebol Rui Costa, apesar da pressão interna e da má fase da equipe. A reunião ocorreu antes do jogo contra o Juventude, crucial para definir os próximos passos no comando do futebol do clube.
A pressão por resultados aumenta no São Paulo após derrotas recentes, colocando em xeque o trabalho do técnico Roger Machado. O presidente Harry Massis Júnior enfrenta um dilema, pois uma possível demissão do técnico impactaria diretamente Rui Costa, diretor de futebol e responsável por sua contratação, gerando receio de um efeito dominó na diretoria.
O presidente do São Paulo, Harry Massis Júnior, exonerou o conselheiro Flávio Marques do cargo de assessor especial após críticas contundentes a contratos de marketing. Marques votou contra a renovação com a New Balance e questionou multas rescisórias, gerando descontentamento na diretoria.
Harry Massis Júnior, presidente do São Paulo, reconsiderou sua posição e agora admite a possibilidade de disputar a reeleição em dezembro. Inicialmente, ele havia afirmado que não pretendia concorrer, mas interlocutores indicam que ele aceitaria entrar na disputa se for o nome principal da situação. A decisão final ainda depende do apoio dos aliados e deve ser definida no segundo semestre.
O Conselho Deliberativo do São Paulo aprovou um pacote de pautas importantes, incluindo a renovação com a New Balance e R$ 84 milhões em empréstimos. Essas aprovações foram vistas como uma "vitória tripla" para a gestão do presidente Harry Massis Jr., consolidando um momento positivo para a situação atual do clube.
A possibilidade de Harry Massis Júnior concorrer à presidência do São Paulo em 2027 voltou a ser considerada nos bastidores do clube. A falta de nomes alternativos na situação atual tem pressionado Massis a reavaliar sua decisão de não se candidatar, apesar de sua declaração pública de que não pretende concorrer e deseja apenas entregar o cargo ao final do mandato.
O presidente do São Paulo, Harry Massis, demitiu Érika Podadera, diretora executiva administrativa e esposa de Márcio Carlomagno, ex-CEO do clube. Carlomagno deixou o cargo em janeiro e, recentemente, um relatório policial indicou que ele era sócio informal em uma associação criminosa envolvida na venda ilegal de camarotes no Morumbis.
O presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, Olten Ayres de Abreu Júnior, se opõe à aprovação do balanço financeiro de 2025, gerando tensão nos bastidores e indicando uma provável reprovação das contas. A principal divergência reside na falta de explicações sobre saques significativos realizados pela gestão anterior, levantando questionamentos sobre a transparência e governança do clube.
O comentarista Arnaldo Ribeiro avalia que a pressão sobre o presidente do São Paulo, Harry Massis, pode levar à demissão de Rui Costa, Rafinha e Roger Machado. Ele critica a troca de Hernán Crespo por Roger Machado, considerando-a uma das mais "estapafúrdias" da história do futebol brasileiro, e questiona a capacidade do novo técnico de implementar suas ideias com a rotina de jogos no Brasil.
A diretoria de futebol do São Paulo mantém a confiança em Rui Costa e Rafinha, apesar da sequência de tropeços e da perda da liderança do Brasileirão sob o comando de Roger Machado. O presidente Harry Massis Júnior também é alvo de críticas, mas não cogita mudanças na gestão. A pressão sobre a dupla aumentou após o clássico contra o Palmeiras, com a avaliação de que o 'timing' da troca de técnico foi equivocado.
O São Paulo, sob a liderança do presidente Harry Massis, implementou um plano de 20 semanas para reduzir custos e renegociar dívidas. O objetivo é estabelecer um novo padrão de governança, onde as despesas operacionais não superem as receitas recorrentes, buscando a sustentabilidade financeira e o fim da dependência da venda de jogadores.
O artigo analisa a demissão do técnico Hernán Crespo do São Paulo, destacando que a decisão recai sobre a gestão do presidente Harry Massis Jr. O autor argumenta que, apesar dos defeitos de Crespo, o técnico sofreu com problemas estruturais no clube no ano anterior e apresentava um bom desempenho em 2026, com condições de trabalho dignas.
A torcida do São Paulo expressou forte insatisfação com a diretoria após a contratação do técnico Roger Machado, criticando decisões recentes e pedindo a saída de dirigentes. As manifestações online refletem o descontentamento com as escolhas do clube, inclusive a do novo treinador.
O presidente do São Paulo, Harry Massis, visitou o centro de treinamento da base em Cotia para reuniões com diretores. O mandatário elogiou as instalações, considerando o CT o melhor do Brasil, e discutiu futuras modernizações e investimentos, buscando patrocínios para evitar o uso dos cofres do clube.
O presidente interino do São Paulo, Harry Massis Júnior, nomeou novos assessores especiais para as áreas Administrativa, Financeira, Jurídica, de Orçamento e Controle, de Relações Institucionais, de Patrimônio e de Relações Internacionais. A lista inclui ex-opositores de Julio Casares, indicando um movimento de união entre diferentes correntes do clube.
O presidente do São Paulo FC, Harry Massis, renunciou ao cartão corporativo e plano de saúde para fortalecer a governança e o compliance do clube. Ele busca implementar práticas de gestão mais rígidas, inspiradas em suas empresas, e aproximar a gestão executiva do departamento de futebol.