O São Paulo anunciou a contratação da FTI Consulting e do escritório Machado Meyer Advogados para conduzir uma investigação independente sobre denúncias de quebra de integridade. A iniciativa visa reforçar o compromisso do clube com transparência e aprimoramento dos controles internos.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) lançou um novo Manual de Competições, que substitui o antigo Regulamento Geral de Competições. O documento visa modernizar o futebol nacional com foco em padronização, profissionalização e alinhamento a práticas internacionais, abordando infraestrutura de estádios, direitos de torcedores visitantes, futebol feminino, integridade e combate à discriminação.
Uma luta do UFC 324 foi cancelada horas antes do evento devido a suspeitas de irregularidades em apostas. Dana White confirmou que monitores de integridade alertaram sobre o combate entre Michael Johnson e Alexander Hernandez, levando ao cancelamento e a uma investigação do FBI. Este é um caso semelhante ao ocorrido em novembro com Isaac Dulgarian.
O artigo discute o crescente rigor na fiscalização da gestão financeira e administrativa de clubes de futebol no Brasil. A gestão amadora e personalista está sendo substituída por exigências de transparência e conformidade, impulsionadas por novas legislações e pela atuação de órgãos de controle.
A potencial aquisição da SAF do Vasco por um investidor ligado à Crefisa levanta questões sobre a legalidade e a integridade esportiva no futebol brasileiro. Especialistas apontam que, embora juridicamente possível, a operação expõe riscos de governança, conformidade e conflito de interesses, necessitando de atenção às regras e transparência.
A participação do PSG na final da Copa Intercontinental com o Flamengo, sediada no Catar, levanta questões sobre conflitos de interesse no futebol global. A matéria discute a sobreposição de interesses econômicos, institucionais e esportivos, onde sede, clube participante e patrocinadores se conectam ao Estado catariano, questionando a percepção de influência e a integridade competitiva.
O artigo discute o aperto nas regras do futebol em relação à propriedade de múltiplos clubes (MCO), impulsionado pela FIFA e UEFA. A integridade do esporte se tornou central, com punições rigorosas para clubes que descumprirem as novas diretrizes, impactando também o futebol brasileiro com o avanço das SAFs.
O artigo critica uma decisão do STF que considerou atípico penalmente o ato de forçar um cartão amarelo a pedido de apostadores. O autor argumenta que essa decisão ignora a integridade esportiva, que vai além do placar final, e fragiliza o combate à manipulação no Brasil.
O STF decidiu que forçar um cartão amarelo a pedido de apostadores não é suficiente para configurar crime de manipulação de resultados esportivos. A Segunda Turma concedeu habeas corpus a um lateral, entendendo que a conduta não altera o resultado final da competição. A decisão divergiu do STJ e gera debate entre especialistas sobre integridade esportiva.
A Fifa Clearing House (FCH), criada há três anos, tem transformado a integridade financeira do futebol global ao centralizar e fiscalizar pagamentos de compensação por formação e mecanismo de solidariedade. A ferramenta já movimentou US$ 520 milhões e está garantindo que o dinheiro chegue a milhares de clubes, especialmente os de divisões inferiores e amadores, combatendo a opacidade histórica das transações.
O artigo discute a necessidade de atualização do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), ressaltando que sua obsolescência não impede a punição de manipulação de resultados. O autor argumenta que existem caminhos legais e regulamentares para proteger a integridade esportiva, mesmo sem artigos específicos.
O artigo questiona a moral do Flamengo em exigir integridade no futebol, dadas as recentes polêmicas envolvendo o clube, como a absolvição de Bruno Henrique no STJD e o recurso contra a absolvição no caso do Ninho do Urubu. A autora critica a postura do clube ao se apresentar como paladino da moralidade.
O julgamento de Bruno Henrique expôs uma crise de credibilidade na justiça desportiva brasileira, questionando a integridade do esporte. A decisão contraditória de punir conduta irregular sem considerar manipulação de resultados levanta dúvidas sobre a proteção da lisura do jogo e a confiança do torcedor.
O artigo discute o caso do jogador Bruno Henrique, do Flamengo, que foi acusado de repassar informação privilegiada sobre um cartão amarelo para favorecer apostas. Paulo Vinícius Coelho, o PVC, ressalta a importância do julgamento para a indústria de apostas esportivas e para a integridade no futebol, apesar de considerar o caso mais complexo em âmbito criminal.
Dana White, presidente do UFC, confirmou ter contatado o FBI para investigar uma possível manipulação de resultados na luta entre Isaac Dulgarian e Yair Del Valle. A suspeita surgiu após mudanças bruscas nas 'odds' de apostas antes do combate, que resultou em uma vitória inesperada de Del Valle. A organização está cooperando ativamente com as autoridades para apurar os fatos e garantir a integridade do esporte.
A Copa do Mundo de 2026, organizada por EUA, México e Canadá, promete ser um marco em termos de inclusão e direitos humanos. No entanto, a FIFA enfrenta um grande desafio em conciliar seu discurso institucional com a prática, evidenciado por políticas migratórias restritivas e riscos de exploração trabalhista. A matéria questiona a capacidade da entidade em proteger ativamente os direitos humanos, indo além do mero respeito.
A Federação Turca de Futebol suspendeu 149 árbitros e assistentes por suposta ligação com escândalo de apostas em ligas profissionais. As sanções variam de oito a doze meses, enquanto investigações prosseguem. A entidade busca preservar a integridade do futebol turco, com alegações de apostas em milhares de partidas por alguns envolvidos.