O artigo discute o crescente rigor na fiscalização da gestão financeira e administrativa de clubes de futebol no Brasil. A gestão amadora e personalista está sendo substituída por exigências de transparência e conformidade, impulsionadas por novas legislações e pela atuação de órgãos de controle.
A final da Libertadores entre Flamengo e Palmeiras em Lima foi marcada por forte fiscalização na entrada dos torcedores, com bafômetros barrando pessoas embriagadas e restrições rigorosas a bandeiras. O trânsito caótico na cidade também gerou atrasos significativos, forçando o adiamento do início da partida.
O artigo de Juca Kfouri questiona a efetividade do fair play financeiro implementado pela CBF, abordando a proibição de controle de múltiplos clubes e a necessidade de fiscalização da origem do dinheiro para evitar o doping financeiro. O autor levanta preocupações sobre a aplicação da regra e cita casos passados de irregularidades financeiras no futebol brasileiro.
A CBF implementará o Fair Play Financeiro no futebol brasileiro a partir de 2026, com tripla fiscalização anual e transições até 2030. O novo sistema visa equilibrar as finanças dos clubes, controlando dívidas, custos com elencos e endividamento de curto prazo, com sanções graduais em caso de descumprimento.
A CBF apresentou o modelo básico do Fair Play Financeiro, com um sistema anti-calote para registro de jogadores. O objetivo é monitorar pagamentos de transferências, exigindo comprovantes de quitação. A fiscalização das novas dívidas começará em janeiro de 2026.
A CBF anunciou a criação de um órgão independente para fiscalizar e aplicar as regras do Fair Play Financeiro no futebol nacional. O objetivo é garantir a sustentabilidade econômica dos clubes, com sanções previstas para o descumprimento das normas. O novo sistema busca ser mais abrangente que regulamentações anteriores, abordando endividamento e controle de gastos.
A CBF apresentou o modelo final do seu Fair Play financeiro, que começará a fiscalizar calotes de dívidas e monitorar contas de clubes a partir de 2026. O sistema prevê checagens de débitos e índices financeiros, com punições brandas iniciais para inadimplentes e mais severas a partir de 2028.