Por Daniel Bocatto e João Felippe França em 2026-11-03
O sub-17 do Corinthians, apelidado de 'Filhos do Terrão', disputa a final do Campeonato Brasileiro da categoria contra o Cruzeiro, após vitória por 3 a 0 no jogo de ida. A ESPN apurou que a diretoria do clube vê a geração como grande esperança para o futuro, especialmente diante da grave crise financeira e dos transfer bans que impedem contratações. Apesar dos elogios internos a nomes como Iago Machado, o clube avalia que ainda não é o momento de promover garotos ao time principal, que luta contra o rebaixamento no Brasileirão.
Por Diego Garcia, João Felippe França e Luciano Borges em 2026-11-03
O Corinthians recebeu ultimato da CNRD para quitar R$ 16 milhões em dívidas com credores até 3 de dezembro, sob pena de ter seu transfer ban estendido até 16 de julho de 2027. A Cuiabá, principal credor, acionou a Câmara solicitando a extinção do acordo coletivo de pagamento. O clube já possui outros dois transfer bans ativos aplicados pela Fifa.
O tribunal da CBF (CNRD) impôs um novo transfer ban de um ano ao Corinthians, além de multas de 25%, caso o clube não quite dívidas atrasadas avaliadas em cerca de R$ 20 milhões. A decisão atendeu a pedido do Cuiabá, credor da dívida originada na transferência de Raniele. O Corinthians já havia deixado de pagar duas parcelas do parcelamento acordado no tribunal.
O artigo explica o que é a CNRD (Câmara Nacional de Resolução de Disputas), tribunal da CBF, e detalha a punição imposta ao Corinthians: multas e ameaça de transfer ban de um ano caso o clube não quite dívidas atrasadas, decorrentes principalmente de uma dívida com o Cuiabá em torno de R$ 20 milhões. O texto descreve o funcionamento do órgão, os tipos de conflitos que julga e o descumprimento do parcelamento pelo Corinthians em julho e outubro.
O Botafogo atravessa seu momento mais delicado de 2026, com apenas uma vitória em seis jogos sob o comando de Tite, mas a diretoria garante confiança no treinador e não cogita demissão na reta final do Brasileirão. O clube enfrenta também uma crise financeira, com passivo de R$ 2,5 bilhões, e aguarda aportes da nova investidora GDA Luma, ligada a Gabriel de Alba, para pagar vencimentos e dívidas. A crise é atribuída a decisões tomadas desde 2025, incluindo transfer bans e a saída de jogadores importantes para rivais.
O Santos voltou a acumular dois meses de direitos de imagem em atraso com o elenco profissional, referentes a setembro e outubro. A diretoria busca recursos para quitar os valores até 9 de novembro, quando vence também a folha salarial, a fim de evitar o acúmulo de pendências na reta final da temporada. O clube ainda enfrenta um transfer ban da FIFA e processos judiciais movidos por ex-atletas.
O Santos empatou em 0 a 0 com o Palmeiras na Vila Belmiro e garantiu, pela primeira vez na era dos pontos corridos, invencibilidade nos clássicos estaduais do Brasileirão. A crônica aborda ainda a preparação para o duelo com o Red Bull Bragantino, as suspensões de Neymar e João Schmidt, os problemas financeiros do clube, como o transfer ban da Fifa ligado à dívida com Pedro Caixinha. Em contraponto, destaca as boas notícias da base: a classificação à semifinal do Paulistão sub-20 e a convocação de Robinho Jr. para a Seleção Brasileira Sub-20.
O Internacional sofreu o terceiro transfer ban da Fifa, desta vez por atraso no pagamento da compra do volante Benjamin junto ao clube ganes Dansoman Wise. A punição impede o registro de novos jogadores por três janelas ou até a quitação do débito de cerca de 70 mil euros. O clube ainda tem outros quatro processos em curso que podem gerar novas sanções, além de risco de punição pela Anresf.
O Internacional recebeu um novo transfer ban da FIFA, o terceiro na temporada, por atraso de parcelas na compra do volante Benjamin Arhin junto ao Dansoman Wise, de Gana. O clube gaúcho já estava punido por dívidas nas negociações de Ramon, junto ao Olympiacos, e de Juninho, junto ao Midtjylland. Além disso, o Inter mantém em vigor um bloqueio preventivo por fair play financeiro imposto pela ANRESF.
O Santos atrasou o pagamento dos direitos de imagem do elenco profissional referentes a setembro, mesmo após receber R$ 12,9 milhões pela venda de JP Chermont ao Sharjah, dos Emirados Árabes. O Coritiba, dono de 10% da taxa de vitrine da negociação, acionou a ANRESF por não ter recebido sua parte do valor. O clube santista acumula mais de R$ 46,5 milhões em cobranças judiciais, incluindo o transfer ban imposto pela FIFA.
O Internacional recebeu o terceiro transfer ban da FIFA por inadimplência de cerca de 70 mil euros na contratação do volante ganês Benjamin Arhin junto ao Dansoman Wise. A sanção impede o clube de registrar jogadores pelas próximas três janelas de transferências e só será suspensa com a quitação do débito. A matéria também contextualiza os dois bans anteriores, ligados às negociações de Juninho e Ramon.
A Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) condenou o Santos a pagar R$ 11,3 milhões ao lateral-direito Mayke, que rescindiu o contrato em agosto alegando salários, FGTS, direitos de imagem e luvas atrasados. O clube promete recorrer da decisão. A condenação soma-se a outros problemas financeiros do Santos, que enfrenta sanções de transfer ban na Fifa.
O Santos foi condenado pela CNRD a pagar R$ 11,3 milhões ao lateral-direito Mayke, que deixou o clube em agosto após alegar atrasos em obrigações contratuais. O clube contesta a decisão e pretende recorrer para reverter ou reduzir o valor. A condenação se soma aos problemas financeiros do Santos, que já enfrenta transfer ban imposto pela Fifa.
O artigo analisa as substituições realizadas por Clarence Seedorf na derrota do Corinthians por 3 a 2 para o Vasco, em São Januário, pelo Campeonato Brasileiro. Discute se as trocas que priorizaram a marcação, com as entradas de Charles e Allan, comprometeram a capacidade ofensiva do time nos minutos finais. Conclui que as escolhas têm justificativas táticas e contextuais, como o transfer ban da Fifa e o desgaste dos titulares, mas não explicam isoladamente a derrota.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, se manifestou sobre a crise vivida pelo clube no Campeonato Brasileiro, negando desgaste na relação com o elenco. O dirigente abordou as pendências financeiras, o transfer ban e a saída do executivo Marcelo Paz, que ficou incomodado com o vazamento de seu telefone. Stabile reforçou a confiança em uma reação na luta contra o rebaixamento após a derrota para o Vasco.
Levantamento da Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (Anresf) mostra que os clubes da Série A acumulavam R$ 17,3 bilhões em dívidas no início de 2026. O maior peso (30%) vem da união de compromissos trabalhistas, impostos e parcelamentos fiscais, seguido por valores a pagar em transferências (28%). Além disso, 13 dos 20 clubes declararam dívidas em atraso, e quatro times correm risco de transfer ban condicional.
O artigo aborda as decisões de futebol que a nova direção do Internacional herdará, incluindo o futuro do técnico Eduardo Baptista, do executivo Fabinho Soldado, de Abel Braga e de nove jogadores com contratos até o fim do ano. A matéria também contextualiza a disputa eleitoral do clube e questões como o limite de estrangeiros e os transfer bans. O tom é informativo e analítico, sem favoritismos claros.
A Anresf divulgou levantamento da situação financeira dos clubes de futebol brasileiros, mostrando que apenas seis equipes da Série A não possuem dívidas atrasadas e 12 têm salários pendentes. Atlético-MG e Corinthians lideram o ranking de endividamento, com dívidas superiores a R$ 2 bilhões cada. 24 clubes estão sob risco de sanções do Fair Play Financeiro da agência.
O Corinthians oficializou o ex-goleiro Julio Cesar como substituto de Marcelo Paz no comando do futebol do clube. A mudança ocorre em meio a pressão por resultados e limitações financeiras devido ao transfer ban. Julio Cesar acumulará funções de gerente e executivo de futebol, com foco na comunicação direta com o elenco e na relação entre o CT e o Parque São Jorge.
Por Gabriel Oliveira, Vitor Chicarolli e Yago Rudá em 2026-10-21
A reportagem detalha os bastidores da demissão de Marcelo Paz do cargo de executivo de futebol do Corinthians, resultado de desgaste em três frentes: a má fase com ameaça de rebaixamento no Brasileirão, a pressão da Gaviões da Fiel e a insatisfação de parte do elenco. O estopim foi um novo atraso no pagamento de direitos de imagem, discutido em ligação com o presidente Osmar Stabile. Paz deixa o clube após dez meses, com 56 jogos, 20 vitórias, 16 empates e 20 derrotas, deixando como marca a conquista da Supercopa Rei.