Por Diego Garcia, João Felippe França e Luciano Borges em 2026-11-03
O Corinthians recebeu ultimato da CNRD para quitar R$ 16 milhões em dívidas com credores até 3 de dezembro, sob pena de ter seu transfer ban estendido até 16 de julho de 2027. A Cuiabá, principal credor, acionou a Câmara solicitando a extinção do acordo coletivo de pagamento. O clube já possui outros dois transfer bans ativos aplicados pela Fifa.
O tribunal da CBF (CNRD) impôs um novo transfer ban de um ano ao Corinthians, além de multas de 25%, caso o clube não quite dívidas atrasadas avaliadas em cerca de R$ 20 milhões. A decisão atendeu a pedido do Cuiabá, credor da dívida originada na transferência de Raniele. O Corinthians já havia deixado de pagar duas parcelas do parcelamento acordado no tribunal.
O artigo explica o que é a CNRD (Câmara Nacional de Resolução de Disputas), tribunal da CBF, e detalha a punição imposta ao Corinthians: multas e ameaça de transfer ban de um ano caso o clube não quite dívidas atrasadas, decorrentes principalmente de uma dívida com o Cuiabá em torno de R$ 20 milhões. O texto descreve o funcionamento do órgão, os tipos de conflitos que julga e o descumprimento do parcelamento pelo Corinthians em julho e outubro.
Por Diego Garcia e João Felippe França em 2026-10-28
O Ministério Público de São Paulo reiterou pedidos para que o Corinthians comprove cerca de R$ 60 milhões em desembolsos questionados no RCE e esclareça os calotes nos pagamentos da CNRD. O clube corre o risco de perder o plano de pagamento aprovado pela Justiça caso não regularize em 15 dias os rateios atrasados de julho e agosto, que somam R$ 10,1 milhões. Em nota oficial, o Corinthians afirmou que trata os pontos de forma técnica e responsável.
O Ministério Público de São Paulo pediu à Justiça que o Corinthians dê explicações no RCE sobre R$ 26 milhões pagos à Caixa, R$ 32,8 milhões da Nike classificados como 'operação financeira' e acordos na CNRD da CBF. O parecer do promotor Roberto Bodini também reitera a cobrança de R$ 10,1 milhões não repassados aos credores, já que o clube pagou apenas 58% da parcela de julho e nada da de agosto. Diante dos descumprimentos, o regime que reúne as dívidas do clube está em risco.
O lateral-direito Mayke está utilizando as instalações do Palmeiras para tratar uma lesão crônica no joelho direito, dois meses após rescindir contrato com o Santos na Justiça por pagamentos atrasados. O Santos foi condenado pela CNRD a pagar R$ 11 milhões ao atleta e promete recorrer da decisão. Durante a recuperação, Mayke reencontrou Giay, ex-companheiro de clube, trocou elogios e ganhou uma camisa da Seleção Argentina.
O São Paulo firmou um acordo judicial com o meio-campista André Anderson para quitar uma dívida de aproximadamente R$ 2 milhões, referente à passagem do jogador pelo clube entre 2022 e 2023, com pagamento parcelado em 20 vezes. O clube já havia sido condenado em setembro, e a Justiça recusou os argumentos da defesa do Tricolor, que questionava a competência da Justiça comum em favor da CNRD. O jogador, que disputou apenas 12 jogos pelo clube em razão de lesões, atualmente atua pelo Pouso Alegre.
A Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) condenou o Santos a pagar R$ 11,3 milhões ao lateral-direito Mayke, que rescindiu o contrato em agosto alegando salários, FGTS, direitos de imagem e luvas atrasados. O clube promete recorrer da decisão. A condenação soma-se a outros problemas financeiros do Santos, que enfrenta sanções de transfer ban na Fifa.
O Santos foi condenado pela CNRD, órgão independente da CBF, a pagar R$ 11,3 milhões ao lateral-direito Mayke por atrasos salariais. O jogador deixou o clube em agosto após as partes não chegarem a um acordo amigável para a rescisão de contrato válido até o fim de 2027. O clube ainda tem a possibilidade de recorrer da decisão.
O Santos foi condenado pela CNRD a pagar R$ 11,3 milhões ao lateral-direito Mayke, que deixou o clube em agosto após alegar atrasos em obrigações contratuais. O clube contesta a decisão e pretende recorrer para reverter ou reduzir o valor. A condenação se soma aos problemas financeiros do Santos, que já enfrenta transfer ban imposto pela Fifa.
O Santos foi condenado pelo CNRD, órgão da CBF, a pagar mais de R$ 11,3 milhões ao lateral-direito Mayke por atrasos salariais e inadimplemento contratual. O jogador deixou o clube em agosto após conseguir a rescisão na Justiça, com o Santos anunciando que vai recorrer da decisão.
Por Diego Garcia, Luciano Borges e João Felippe França em 2026-10-21
O Cuiabá acionou a CNRD pedindo que o Corinthians seja punido com dois anos de transfer ban e perda do Certificado de Clube Formador após novo atraso no pagamento do plano coletivo de quitação de débitos. O clube paulista tem duas parcelas em atraso, totalizando cerca de R$ 16 milhões, e outros credores, como André Cury e a Think Ball, avaliam pedir o fim do plano de pagamentos. O Corinthians informou que está ciente da situação e trabalha para regularizar os débitos.
O Cuiabá protocolou nova manifestação na CNRD da CBF pedindo um transfer ban de dois anos ao Corinthians, além do cancelamento do certificado de clube formador e da dissolução do plano coletivo de pagamento de dívidas. O pedido é motivado pelos seguidos atrasos nos pagamentos da dívida pela compra dos direitos do volante Raniele. A CNRD avaliará a solicitação, enquanto o Corinthians afirma seguir trabalhando para regularizar a pendência.
Por Diego Garcia, Luciano Borges e João Felippe França em 2026-10-20
O Corinthians voltou a atrasar o pagamento do plano coletivo da CNRD, totalizando cerca de R$ 16 milhões em parcelas em aberto. O Cuiabá anunciou que acionará a CNRD para cancelar o plano, considerado 'fracassado', e pedir a extensão da proibição de registros de atletas. Outros credores, como André Cury e a Think Ball, também avaliam ações contra o clube, que pode até perder pontos no Brasileirão.
O Corinthians atrasou pelo terceiro mês consecutivo o pagamento dos direitos de imagem do elenco masculino, acumulando dívida estimada em R$ 30 milhões. O clube vive grave crise financeira, com déficit de R$ 278,7 milhões nos sete primeiros meses de 2026, e voltou a descumprir acordo com a CNRD ao deixar de pagar parcela de aproximadamente R$ 8 milhões. Como consequência, o Timão está impedido de registrar novos jogadores desde maio e o Cuiabá solicitou a ampliação da punição por mais seis meses.
O Corinthians deixou de pagar a sexta parcela do acordo firmado com a CNRD, no valor de aproximadamente R$ 8 milhões, pela segunda vez consecutiva. O Cuiabá, principal credor, pediu à Câmara a extensão do transfer ban por seis meses, mesmo em caso de regularização dos débitos. O clube já acumula três punições que impedem o registro de novos jogadores.
O Corinthians atrasou o pagamento de uma parcela de R$ 8 milhões do acordo firmado com a CNRD, e o Cuiabá, credor do clube, pediu a ampliação da punição que impede o registro de novos jogadores. O Corinthians reconheceu a pendência e afirmou que trabalha para regularizar a situação, enquanto acumula três transfer bans na Fifa e diversas pendências financeiras.
O Corinthians completa 151 dias sob transfer ban da FIFA, o maior período da história do clube impedido de registrar novos jogadores. A punição atual decorre de uma dívida de aproximadamente US$ 1,5 milhão com o Philadelphia Union pela contratação do volante José Martínez em 2024. O clube ainda enfrenta outras duas punições, uma da FIFA por dívida com o Midtjylland e outra da CNRD/CBF.
O Boavista-RJ acionou o São Paulo na Justiça para cobrar R$ 524.899,61 referentes à última parcela de um acordo de repasse ligado à venda do atacante Lucas Ferreira ao Shakhtar Donetsk. O São Paulo não contestou a dívida, mas alegou que o caso deveria ser julgado pela CNRD, órgão da CBF. O processo aguarda definição final da Justiça.
O Cuiabá divulgou nota oficial rebatendo as declarações do presidente do Santos, Marcelo Teixeira, que chamou o dirigente Cristiano Dresch de 'desqualificado' e 'irresponsável'. O clube mato-grossense cobrou uma dívida de R$ 18,6 milhões referente à negociação do zagueiro Joaquim, reconhecida pela CNRD, e destacou que quitou integralmente a condenação da FIFA no caso Petit. A nota ainda menciona os 7 transfer bans ativos do Santos na FIFA e afirma que continuará cobrando o valor pelos meios legais.