O Corinthians informou à Justiça que teve contas bancárias bloqueadas, com R$ 291.670,53 penhorados, em meio a um processo movido pela Pixbet, que cobra quase R$ 40 milhões do clube. Os bloqueios ocorrem enquanto o clube acumula calotes no RCE (Regime de Centralização de Execuções), com o Ministério Público e diversos credores cobrando pagamentos atrasados que superam R$ 10 milhões. O Corinthians corre o risco de perder o plano de pagamento aprovado pela Justiça.
Por Diego Garcia e João Felippe França em 2026-10-28
O Ministério Público de São Paulo reiterou pedidos para que o Corinthians comprove cerca de R$ 60 milhões em desembolsos questionados no RCE e esclareça os calotes nos pagamentos da CNRD. O clube corre o risco de perder o plano de pagamento aprovado pela Justiça caso não regularize em 15 dias os rateios atrasados de julho e agosto, que somam R$ 10,1 milhões. Em nota oficial, o Corinthians afirmou que trata os pontos de forma técnica e responsável.
O Ministério Público de São Paulo pediu à Justiça que o Corinthians dê explicações no RCE sobre R$ 26 milhões pagos à Caixa, R$ 32,8 milhões da Nike classificados como 'operação financeira' e acordos na CNRD da CBF. O parecer do promotor Roberto Bodini também reitera a cobrança de R$ 10,1 milhões não repassados aos credores, já que o clube pagou apenas 58% da parcela de julho e nada da de agosto. Diante dos descumprimentos, o regime que reúne as dívidas do clube está em risco.
O Corinthians priorizou o pagamento de dívidas com implicações diretas para o presidente Osmar Stabile, como empréstimos junto ao Banco Daycoval, nos quais ele figura como devedor solidário, e parcelas de um acordo previdenciário com a PGFN. Enquanto isso, o clube acumula atrasos com jogadores, comissão técnica, credores do RCE e outros débitos federais. O Corinthians nega que as escolhas tenham sido feitas para proteger o presidente e alega critérios técnicos e financeiros.
O Corinthians foi alvo de ultimatos da administradora judicial do RCE, do Ministério Público de São Paulo e de credores por deixar de pagar R$ 10 milhões previstos no plano de dívidas e ignorar solicitações de documentos. O clube riska revogação do regime que o protege de penhoras e bloqueios de contas. A coluna também aborda dúvidas sobre pagamentos de R$ 26 milhões à Caixa e repasses ao fundo da contratação de Garro.
O Corinthians enfrenta uma crise multifacetada: o time ocupa o 16º lugar do Campeonato Brasileiro, um ponto acima do rebaixamento, após empate com o Vitória que interrompeu oito derrotas seguidas. Memphis Depay vive o pior jejum da carreira pelo clube e tornou-se dúvida física para o confronto decisivo com o Vasco. Fora de campo, há atrasos de R$ 10 milhões no RCE, mobilização da Gaviões da Fiel e a chegada de Seedorf, enquanto o time feminino dá uma notícia positiva com a classificação ao Super Mundial Feminino de 2028.
Por Diego Garcia e João Felippe França em 2026-10-22
O perito judicial responsável pelo RCE do Corinthians deu prazo final de cinco dias para o clube quitar R$ 10,14 milhões em rateios atrasados de julho e agosto ou perder o benefício que suspende execuções individuais. A manifestação reforça o posicionamento do Ministério Público de São Paulo e aponta persistência de inadimplemento no plano de pagamentos. Caso o RCE seja revogado, o clube pode sofrer penhoras e bloqueios em série, com mais de R$ 700 milhões em dívidas judiciais listadas.
O Corinthians deixou de repassar R$ 10,1 milhões previstos pelo RCE, mecanismo que protege o clube de penhoras e bloqueios de contas, colocando em risco o acordo de reestruturação da dívida. A Pixbet, ex-patrocinadora e credora, pediu à Justiça o reconhecimento do descumprimento do plano homologado em janeiro. O clube também tem parcela vencida na CNRD da CBF, o que pode gerar sanções como transfer ban, e acumula dívida total estimada em R$ 2,7 bilhões.
O Corinthians publica nota oficial reafirmando a importância do Regime Centralizado de Execuções (RCE) para sua reorganização financeira. O clube informa que prestará esclarecimentos formais sobre questionamentos relacionados a pagamentos e contratos nos autos judiciais e ao Administrador Judicial. A nota destaca o compromisso com a recuperação do equilíbrio econômico-financeiro da instituição.
Por Diego Garcia e João Felippe França em 2026-10-21
O Ministério Público de São Paulo deu 15 dias de prazo para o Corinthians regularizar pagamentos atrasados no Regime Centralizado de Execuções (RCE), sob risco de perder o plano que suspende centenas de execuções judiciais. O MP exige explicações sobre o 'sumiço' de mais de R$ 10 milhões em rateios não pagos, um pagamento de R$ 26 milhões atribuído à Caixa e contratos com a Nike. Diversos credores já haviam denunciado irregularidades nos pagamentos do clube.
A RC Consultoria, empresa do empresário Carlos Leite, questionou na Justiça a falta de explicações do Corinthians sobre mais de R$ 52 milhões no RCE (Regime de Centralização de Execuções) do clube. A petição pede a suspensão do plano de pagamentos e o retorno de medidas de constrição patrimonial, citando calotes de 42% do rateio de agosto e 100% de setembro. Outros credores como André Cury, o Nacional, Pix Star e Nelson Wilians também reclamam de irregularidades.
Novos credores do Corinthians, a empresa Pix Star e o advogado Nelson Wilians, acionaram a Justiça alegando falta de pagamentos no âmbito do RCE, somando-se às reclamações do Nacional e de André Cury. O perito responsável por fiscalizar o regime deu prazo de 15 dias para o clube esclarecer o destino de mais de R$ 10 milhões. O descumprimento do plano de pagamentos pode levar à retomada das execuções individuais contra o clube.
A Ponte Preta foi condenada pela Justiça de Campinas a pagar uma dívida de aproximadamente R$ 53 mil com uma padaria localizada nas proximidades do estádio Moisés Lucarelli. O juiz Bruno Gonçalves Mauro Terra, da 5ª Vara Cível, rejeitou o argumento do clube sobre a falta de assinaturas nos comprovantes, considerando que o próprio clube já reconheceu publicamente a pendência. O pagamento deverá seguir o Regime Centralizado de Execuções (RCE), ao qual a associação está submetida.
Fábio Carille se tornou uma opção para assumir o comando do Corinthians após as conversas com Ramón Díaz esfriarem, segundo apurou o UOL. O treinador, que atualmente está no Al-Fayha, da Arábia Saudita, recebeu um contato informal ligado ao presidente Osmar Stábile e demonstrou interesse em retornar. A diretoria também avalia outros nomes, como Sylvinho, que teria indicado não estar disposto a voltar neste momento.
Por Diego Garcia e João Felippe França em 2026-09-29
A administradora judicial do RCE do Corinthians deu prazo de 15 dias para o clube explicar o destino de R$ 10,1 milhões que deveriam ter sido repassados a credores nos meses de julho e agosto. Entre as cobranças estão esclarecimentos sobre divergências no patrocínio Nike, a dívida com o Talleres e operações de antecipação de receitas com casas de apostas e bancos. A perita também solicitou demonstrações financeiras da Arena e a realização do leilão reverso.
O Corinthians iniciou o pagamento do Regime Centralizado de Execuções (RCE), desembolsando R$ 5,2 milhões em duas parcelas. Apesar do início dos pagamentos, a dívida total do clube subiu de R$ 190,8 milhões para R$ 224,9 milhões devido à incidência de juros. O plano prevê o pagamento em dez anos, com parcelas progressivas baseadas nas receitas recorrentes do clube.
A Justiça de São Paulo determinou que o Corinthians preste esclarecimentos sobre inconsistências financeiras no Regime Centralizado de Execuções (RCE). Há um alerta de intervenção judicial caso as divergências não sejam explicadas, com uma diferença de R$ 149 milhões na receita declarada.
O empresário André Cury obteve uma vitória judicial contra o Corinthians, conseguindo reaver R$ 800 mil de uma dívida judicial, impedindo que o valor fosse incluído na fila de credores do Regime Centralizado de Execuções (RCE). O Corinthians tentou incluir essa quantia no plano de pagamento, mas a justiça decidiu que o bloqueio anterior à aprovação do RCE permitia o pagamento direto a Cury.
Corinthians e o empresário André Cury disputam judicialmente R$ 22 milhões em receitas bloqueadas, incluindo premiações da Copa do Brasil, direitos de transmissão e valores da Federação Paulista de Futebol. O impasse gira em torno do Regime Centralizado de Execuções (RCE) do clube, com o Corinthians buscando a liberação para uso em despesas e Cury exigindo que os valores retornem para cobrir sua dívida.
A Justiça de São Paulo homologou o plano de pagamento de dívidas do Corinthians, que totalizam aproximadamente R$ 450 milhões, a serem quitados ao longo de dez anos. O plano, que utiliza o Regime Centralizado de Execuções (RCE), busca organizar as finanças do clube e reduzir bloqueios judiciais.