O Corinthians informou à Justiça que teve contas bancárias bloqueadas, com R$ 291.670,53 penhorados, em meio a um processo movido pela Pixbet, que cobra quase R$ 40 milhões do clube. Os bloqueios ocorrem enquanto o clube acumula calotes no RCE (Regime de Centralização de Execuções), com o Ministério Público e diversos credores cobrando pagamentos atrasados que superam R$ 10 milhões. O Corinthians corre o risco de perder o plano de pagamento aprovado pela Justiça.
O Botafogo aguarda a aprovação da recuperação judicial da SAF para concluir a venda das ações à GDA, empresa do investidor mexicano Gabriel de Alba, que já atua como investidora do clube. Com o clube social tornando-se dono de 99,18% das ações, a venda poderá ocorrer por simples contrato de compra e venda, dispensando o direito de drag along. A conclusão depende da aprovação do plano de pagamento pelos credores na Assembleia Geral dos Credores e na CNRD.
Por Diego Garcia e João Felippe França em 2026-10-28
O Ministério Público de São Paulo reiterou pedidos para que o Corinthians comprove cerca de R$ 60 milhões em desembolsos questionados no RCE e esclareça os calotes nos pagamentos da CNRD. O clube corre o risco de perder o plano de pagamento aprovado pela Justiça caso não regularize em 15 dias os rateios atrasados de julho e agosto, que somam R$ 10,1 milhões. Em nota oficial, o Corinthians afirmou que trata os pontos de forma técnica e responsável.
O Ministério Público de São Paulo pediu à Justiça que o Corinthians dê explicações no RCE sobre R$ 26 milhões pagos à Caixa, R$ 32,8 milhões da Nike classificados como 'operação financeira' e acordos na CNRD da CBF. O parecer do promotor Roberto Bodini também reitera a cobrança de R$ 10,1 milhões não repassados aos credores, já que o clube pagou apenas 58% da parcela de julho e nada da de agosto. Diante dos descumprimentos, o regime que reúne as dívidas do clube está em risco.
Por Diego Garcia, Luciano Borges e João Felippe França em 2026-10-21
O Cuiabá acionou a CNRD pedindo que o Corinthians seja punido com dois anos de transfer ban e perda do Certificado de Clube Formador após novo atraso no pagamento do plano coletivo de quitação de débitos. O clube paulista tem duas parcelas em atraso, totalizando cerca de R$ 16 milhões, e outros credores, como André Cury e a Think Ball, avaliam pedir o fim do plano de pagamentos. O Corinthians informou que está ciente da situação e trabalha para regularizar os débitos.
Por Diego Garcia e João Felippe França em 2026-10-21
O Ministério Público de São Paulo deu 15 dias de prazo para o Corinthians regularizar pagamentos atrasados no Regime Centralizado de Execuções (RCE), sob risco de perder o plano que suspende centenas de execuções judiciais. O MP exige explicações sobre o 'sumiço' de mais de R$ 10 milhões em rateios não pagos, um pagamento de R$ 26 milhões atribuído à Caixa e contratos com a Nike. Diversos credores já haviam denunciado irregularidades nos pagamentos do clube.
A RC Consultoria, empresa do empresário Carlos Leite, questionou na Justiça a falta de explicações do Corinthians sobre mais de R$ 52 milhões no RCE (Regime de Centralização de Execuções) do clube. A petição pede a suspensão do plano de pagamentos e o retorno de medidas de constrição patrimonial, citando calotes de 42% do rateio de agosto e 100% de setembro. Outros credores como André Cury, o Nacional, Pix Star e Nelson Wilians também reclamam de irregularidades.
Por Diego Garcia, Luciano Borges e João Felippe França em 2026-10-20
O Corinthians voltou a atrasar o pagamento do plano coletivo da CNRD, totalizando cerca de R$ 16 milhões em parcelas em aberto. O Cuiabá anunciou que acionará a CNRD para cancelar o plano, considerado 'fracassado', e pedir a extensão da proibição de registros de atletas. Outros credores, como André Cury e a Think Ball, também avaliam ações contra o clube, que pode até perder pontos no Brasileirão.
Novos credores do Corinthians, a empresa Pix Star e o advogado Nelson Wilians, acionaram a Justiça alegando falta de pagamentos no âmbito do RCE, somando-se às reclamações do Nacional e de André Cury. O perito responsável por fiscalizar o regime deu prazo de 15 dias para o clube esclarecer o destino de mais de R$ 10 milhões. O descumprimento do plano de pagamentos pode levar à retomada das execuções individuais contra o clube.
Joshua Wander, fundador e ex-CEO da 777 Partners, empresa que controlou a SAF do Vasco, declarou-se culpado de fraude eletrônica e fraude de valores mobiliários nos Estados Unidos. Segundo as autoridades americanas, ele comandou um esquema que defraudou credores e investidores em mais de US$ 500 milhões, envolvendo uso indevido de recursos, garantias falsas e adulteração de extratos bancários. A sentença está marcada para março de 2027, com pena máxima de 20 anos de prisão por cada acusação.
Josh Wander, ex-dono da SAF do Vasco, se declarou culpado por fraude eletrônica e fraude de valores mobiliários em um esquema que prejudicou credores e investidores da 777 Partners em cerca de R$ 2,5 bilhões. O empresário admitiu usar informações financeiras falsas para obter empréstimos e captar investimentos, incluindo extratos bancários adulterados. Como parte do acordo judicial, ele concordou com o confisco de pelo menos 500 milhões de dólares e pode enfrentar penas de até 20 anos de prisão.
A SAF do Botafogo solicitou à Justiça a prorrogação por mais 180 dias do período de proteção contra cobranças de dívidas no processo de recuperação judicial. O prazo atual termina em 18 de outubro e, se aprovado, o stay period será estendido até 16 de abril de 2027. A dívida sujeita ao processo é de R$ 1,286 bilhão, enquanto o passivo total da SAF supera R$ 2,5 bilhões.
Por Bárbara Mendonça e Letícia Marques em 2026-10-06
A GDA Luma, empresa do investidor mexicano Gabriel de Alba, deixou de constar na lista de credores da recuperação judicial da SAF Botafogo, reduzindo a dívida de R$ 1,286 bilhão para cerca de R$ 1,163 bilhão. A remoção ocorre porque os aportes via financiamento DIP podem ser convertidos em ações da SAF. A nova lista conta com 384 credores, liderados por Atlanta United, Nottingham Forest e a MLS, e o Botafogo volta a campo contra o Vasco pelo Campeonato Brasileiro.
Por Diego Garcia e João Felippe França em 2026-09-29
A administradora judicial do RCE do Corinthians deu prazo de 15 dias para o clube explicar o destino de R$ 10,1 milhões que deveriam ter sido repassados a credores nos meses de julho e agosto. Entre as cobranças estão esclarecimentos sobre divergências no patrocínio Nike, a dívida com o Talleres e operações de antecipação de receitas com casas de apostas e bancos. A perita também solicitou demonstrações financeiras da Arena e a realização do leilão reverso.
O Corinthians iniciou o pagamento do Regime Centralizado de Execuções (RCE), desembolsando R$ 5,2 milhões em duas parcelas. Apesar do início dos pagamentos, a dívida total do clube subiu de R$ 190,8 milhões para R$ 224,9 milhões devido à incidência de juros. O plano prevê o pagamento em dez anos, com parcelas progressivas baseadas nas receitas recorrentes do clube.
O Vasco da Gama enfrenta oposição de credores em seu terceiro plano coletivo de pagamento na CNRD da CBF. Os credores criticam o plano de pagamento anual de R$ 10 milhões até 2038, alegando que incentiva a inadimplência e carece de garantias.
A renovação de Memphis Depay com o Corinthians está em risco devido à dívida do clube e à fila de credores. O jogador é feliz no Brasil e tem boas relações, mas o atraso no pagamento de cerca de R$ 30 milhões e a situação financeira do Corinthians, que busca cumprir um plano de pagamento de R$ 450 milhões, dificultam um acordo.
O Náutico teve seu plano de pagamento da Recuperação Judicial aprovado em Assembleia Geral de Credores. A votação obteve larga maioria nas classes trabalhista, quirografária e de microempresas. O plano detalha o deságio e o parcelamento das dívidas.
Credores do Paraná Clube chegaram a um acordo e aprovaram o terceiro modificativo do plano de Recuperação Judicial. A aprovação do plano pela juíza Mariana Gusso deixará o clube mais próximo de vender a SAF para a Nextplay, com pagamento dos credores condicionado à venda de ativos.
O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) manteve o plano de recuperação judicial do Figueirense, aprovado em assembleia de credores. O recurso do clube foi parcialmente provido, validando as opções de pagamento, mas condicionando a homologação definitiva à apresentação de garantias suficientes.