A conquista da Supercopa Rei pelo Corinthians contra o Flamengo por 2 a 0 consolida um novo momento para o clube, impulsionando a reestruturação após anos de caos político e financeiro. O título, o terceiro em um ano, traz um "impulso moral" significativo, apesar das dívidas, e reafirma a capacidade do time de competir mesmo com reforços de baixo custo.
O Guarani anunciou a contratação de Anthony Emanoel para reforçar seu departamento de futebol como gerente de mercado. O profissional, com passagens pelo Atlético-MG, chega para auxiliar na reestruturação do clube e nas estratégias para as futuras competições.
Marcelo Paz, novo executivo de futebol do Corinthians, prevê a maior venda da história do clube em 2026 para alcançar o equilíbrio financeiro. O planejamento orçamentário para o ano inclui R$ 151 milhões em negociações de jogadores, com foco em manter a base do elenco e buscar reposições de qualidade para evitar perdas técnicas.
O coordenador de saúde do São Paulo, Felipe Marques, está prestes a deixar o clube após receber uma proposta do Grêmio. Marques, que foi fundamental na reestruturação de áreas de saúde e fisiologia, iniciou sua carreira no futebol justamente no clube gaúcho, onde atuou como fisioterapeuta por 16 anos. Sua saída ocorre em um momento de reformulação em diversos departamentos do São Paulo.
Hudson Santos assume como novo gerente de futebol do Sport com o objetivo de reorganizar o clube na Série B. Ele detalha desafios financeiros, a importância da base e sua parceria com o executivo Ítalo Rodrigues para buscar o protagonismo do Leão.
O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista (Bap), apresentou um balanço do primeiro ano de gestão, detalhando a reestruturação da base do clube. A projeção é que a base rubro-negra alcance seu potencial máximo apenas em 2027, após um período de reformulação e foco em jovens talentos técnicos.
O presidente do Corinthians, Osmar Stábile, discute a necessidade de uma reestruturação financeira profunda no clube, que pode incluir a opção de Recuperação Judicial. Ele enfatiza a importância da administração profissional e da reforma em todos os centros de custo, independentemente das consequências.
O presidente do Corinthians, Osmar Stábile, afirmou que o clube passará por uma reestruturação interna significativa em 2026, visando a conquista de mais títulos. Ele destacou a necessidade de organizar os centros de custo, renegociar contratos da arena e solucionar a dívida, buscando entregar um clube mais forte para a próxima gestão.
O novo CEO do Atlético-MG, Pedro Daniel, descarta replicar o modelo de reestruturação financeira adotado pelo Flamengo em 2013 para o clube mineiro. Ele justifica a decisão pelas diferenças de contexto de mercado, a ausência da lei da SAF na época e a necessidade de manter a competitividade do Galo. A estratégia para o Atlético-MG se aproxima mais da reformulação da base e venda de atletas vista no Palmeiras.
O São Paulo Futebol Clube demitiu quatro profissionais de seu departamento de saúde e performance como parte de uma reformulação interna. As mudanças visam aprimorar métodos e processos após uma temporada com alto índice de lesões e ausências de jogadores.
Mauro Cezar Pereira analisa o tetracampeonato do Flamengo na Libertadores como fruto de uma reestruturação profunda iniciada em 2013, destacando a organização, mentalidade e poderio financeiro. Ele critica a postura do Palmeiras na final, considerando-a de pouca criatividade e repertório limitado.
O Santos projeta um déficit contábil de quase R$ 95 milhões para 2026, apesar de um resultado operacional positivo. O Conselho Deliberativo analisará a proposta orçamentária, que inclui a recomendação de renegociação de dívidas e cortes de gastos.
O artigo narra a impressionante ascensão do Flamengo na Copa Libertadores, transitando de vexames recorrentes para o domínio continental em apenas sete anos. Essa transformação foi impulsionada por uma reestruturação financeira que permitiu a montagem de um elenco de alto nível e a conquista de quatro títulos.