O comentarista Walter Casagrande avaliou que Memphis Depay teve uma temporada 'inexistente' no Corinthians em 2026, detonando os números do atacante e criticando a renovação de contrato motivada por pressão da torcida. Danilo Lavieri defendeu que o jogador comece no banco no clássico decisivo contra o São Paulo, já que o time venceu a última partida sem ele. O debate ocorreu no UOL News Esporte, do Canal UOL.
A jogadora de vôlei Tifanny Abreu, atleta trans do Osasco, desabafa nas redes sociais após ser afastada da Superliga pela nova política de elegibilidade da CBV, que restringe o naipe feminino a atletas do sexo biológico feminino. Ela cita um texto de apoio da capitã da Seleção Brasileira, Gabi Guimarães, e avalia recorrer à Justiça comum para reverter a suspensão de sua liminar.
A oposta Tifanny Abreu publicou mensagem nas redes sociais reafirmando o desejo de continuar no vôlei, em meio à decisão da Justiça Desportiva que a proibiu de disputar competições organizadas pela CBV. A atleta havia obtido liminar que permitiu sua participação na Supercopa, onde marcou 15 pontos e conquistou o título pelo Osasco, mas a autorização foi suspensa pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A defesa da jogadora informou que pretende recorrer à Justiça comum.
O zagueiro Jon Martín, formado na Real Sociedad desde os 12 anos, participou de coletiva de imprensa às vésperas do Dérbi Basco contra o Athletic Bilbao em San Mamés. O defensor destacou a rivalidade saudável entre os clubes, a motivação do elenco para buscar a vitória fora de casa e o trabalho de formação do clube basco. Ele também reforçou seu foco na Real Sociedad diante de rumores de interesse de outros clubes e citou a Supercopa como nova oportunidade de título.
O Flamengo fez de Lucas Paquetá a contratação mais cara de sua história, mas o meia falhou pela segunda vez na temporada em uma eliminação, ao perder pênalti na semifinal da Libertadores contra o Estudiantes. Desde sua primeira passagem como profissional, Paquetá conquistou apenas Campeonatos Cariocas e soma vices e quedas precoces em competições nacionais e continentais. Após a derrota, o jogador desabou, chorou em entrevista e pediu desculpas à torcida.
O Cruzeiro venceu o Campinas por 3 a 2, no tie-break (23/25, 25/21, 25/20, 22/25 e 17/15), e conquistou o oitavo título da Supercopa de vôlei, na Arena Multiuso, em São José (SC). Yoandy Leal foi o grande nome da decisão, com destaque também para a distribuição de Matheus Brasília. As equipes agora direcionam a atenção para a estreia na Superliga, na próxima segunda-feira (26).
Por Gustavo Riguetti, Leonardo Martins em 2026-10-23
A Justiça Desportiva decidiu, por unanimidade, revogar a liminar que garantia a participação da atleta trans Tifanny Abreu em competições organizadas pela CBV, impedindo-a de jogar a Superliga pelo Osasco. A decisão decorre da nova política de elegibilidade da CBV, alinhada ao COI, que exige teste genético negativo para o gene SRY. O Osasco entra em quadra neste sábado contra o Mackenzie, pela segunda rodada da Superliga Feminina.
O artigo projeta quando Cristiano Ronaldo, aos 41 anos, alcançará a marca de 1000 gols oficiais na carreira, estando atualmente a 18 gols do feito. Com base em um levantamento feito com inteligência artificial, são apresentados quatro cenários de média de gols por partida e as respectivas datas possíveis, todas entre fevereiro e maio de 2027. A análise considera o calendário de 32 jogos do Al-Nassr entre outubro de 2026 e maio de 2027, incluindo Campeonato Saudita, Liga dos Campeões da Ásia e Copa do Rei.
Cruzeiro e Campinas se enfrentam na Supercopa de vôlei masculino nesta sexta-feira (23), na abertura da temporada nacional. A partida ocorre às 21h (de Brasília) na Arena Multiuso, em São José (SC), com transmissão do Sportv 2 e da ge tv. A Supercopa reúne o campeão da Superliga (Cruzeiro) e o da Copa Brasil (Campinas).
O artigo é uma cobertura ao vivo da final da Supercopa masculina de vôlei entre Cruzeiro e Campinas, disputada na Arena Multiuso, em São José (SC). A partida reúne o campeão da Superliga e o campeão da Copa Brasil da última temporada. A matéria traz placar em tempo real, contexto pré-jogo e informações de onde assistir.
O levantador Bruninho declarou surpresa ao descobrir que o tie break da final do Campeonato Paulista masculino de vôlei, vencido pelo Campinas sobre o Suzano, terminou em 34 a 32, com 66 pontos e 48 minutos. O Campinas conquistou o terceiro título estadual consecutivo e o sexto nas últimas sete edições. O time volta a quadra na Supercopa contra o Cruzeiro e depois inicia a Superliga contra o Norde Vôlei.
O Campinas venceu o Suzano por 3 sets a 2 em uma das finais mais dramáticas da história do vôlei brasileiro, com um tie break de 66 pontos que durou 48 minutos. Com o resultado, o time conquistou o tricampeonato consecutivo do Campeonato Paulista masculino e o sexto título nas últimas sete edições. A partida foi marcada por vários match points perdidos pelo Suzano e definição do título com placar de 34/32 no set decisivo.
O Campinas venceu o Suzano por 3 sets a 2, com tie-break de 34 a 32, na final do Campeonato Paulista masculino de vôlei, no Ginásio do Taquaral. Com o resultado, o time do interior paulista conquistou o sexto título estadual. As equipes agora voltam as atenções para a Supercopa e a Superliga.
A oposta Tifanny Abreu celebra a liminar da Justiça que garantiu sua participação na final da Supercopa, após a CBV vetar atletas transgênero com uma nova regra de elegibilidade baseada em teste genético. O Osasco venceu o Praia Clube por 3 a 0 e conquistou o título da Supercopa feminina de vôlei, com Tifanny como uma das destaques. Emocionada, a atleta desabafou sobre a necessidade de lutar diariamente para se provar dentro e fora de quadra e prometeu continuar lutando pelo direito de disputar a Superliga.
A Justiça do Rio de Janeiro concedeu liminar que determina a participação da oposta Tifanny Abreu na Supercopa e na Superliga de vôlei, sob pena de multa à CBV. A federação havia barrado o registro da atleta após mudar a política de elegibilidade para atletas transgênero. A defesa da jogadora comemorou a decisão e o caso seguirá sendo julgado pelo STJD.
A jogadora de vôlei Tifanny Abreu e o Osasco Vôlei entraram na Justiça para garantir a participação da atleta na Supercopa e na Superliga, após a CBV negar seu registro devido à nova política de elegibilidade que impede atletas trans em competições femininas. A Justiça Desportiva negou a liminar inicial, e a defesa recorreu ao STJD e à Justiça comum. O artigo também retrata os desabafos públicos de Tifanny e o apoio de outras atletas ao seu caso.
A oposta Tifanny Abreu, do Osasco, obteve liminar na Justiça para disputar competições da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). A decisão permite sua participação na Supercopa contra o Praia Clube e vale também para a temporada 2026-27 da Superliga. O caso envolve as novas regras de elegibilidade da CBV, que aderiu à política do COI restringindo a categoria feminina a atletas do sexo biológico feminino.
A oposta Tifanny Abreu, atleta trans de 41 anos do Osasco, acionou a Justiça comum após não ter sua inscrição liberada pela CBV para competições nacionais de vôlei. A Justiça Desportiva negou uma liminar, e a equipe jurídica da jogadora recorreu ao STJD e protocolou novo pedido de liminar na Justiça comum. A nova regra de elegibilidade da CBV, alinhada à política do COI, restringe a categoria feminina a atletas do sexo biológico feminino, impactando diretamente a carreira de Tifanny.
A CBV publicou nota oficial informando que buscará reverter, via recursos judiciais, a liminar da Justiça do Rio de Janeiro que libera Tifanny Abreu para disputar a Supercopa e a Superliga Feminina. A jogadora do Osasco, única atleta transgênero da elite do vôlei nacional, será titular contra o Praia Clube. A defesa da atleta argumenta direito adquirido, pois ela atua regularmente no Brasil há cerca de cinco anos.
A Justiça do Rio de Janeiro concedeu liminar provisória que libera a jogadora transgênero Tifanny Abreu para disputar a Supercopa e a Superliga de vôlei nesta temporada. A decisão foi obtida após a defesa da atleta acionar o STJD e se baseia no argumento de direito adquirido, já que ela atua no vôlei brasileiro há cerca de cinco anos. Caso sua participação seja impedida, a CBV poderá ser multada em R$ 5.000 por partida.