A oposta Tifanny Abreu publicou mensagem nas redes sociais reafirmando o desejo de continuar no vôlei, em meio à decisão da Justiça Desportiva que a proibiu de disputar competições organizadas pela CBV. A atleta havia obtido liminar que permitiu sua participação na Supercopa, onde marcou 15 pontos e conquistou o título pelo Osasco, mas a autorização foi suspensa pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A defesa da jogadora informou que pretende recorrer à Justiça comum.
O Sesi-Bauru venceu o Praia Clube por 3 sets a 0 (25/22, 25/15 e 25/23) pela Superliga Masculina de vôlei, conquistando sua primeira vitória na competição. O levantador Mateus Bender foi eleito o melhor jogador em quadra, ficando com o troféu Viva Vôlei, e o ponteiro Gui Amorim foi o maior pontuador, com 15 pontos. Com o resultado, o Sesi-Bauru soma os primeiros três pontos, enquanto o Praia permanece estacionado nos mesmos três.
O Gerdau Minas venceu o Brasília por 3 sets a 0 (25/19, 25/15 e 25/17) pela 3ª rodada da Superliga feminina de vôlei e segue invicto na competição. Ana Rudiger, com 16 pontos, e Amanda Marques, com 12, foram as destaques da partida disputada na Arena Minas Tennis Club. Com o resultado, o Minas ocupa a terceira colocação, enquanto o Brasília permanece na lanterna.
O Sesi-Bauru venceu o Fluminense por 3 sets a 0 (parciais de 25/19, 25/18 e 25/14) e manteve o aproveitamento de 100% na Superliga Feminina de Vôlei, chegando à terceira vitória em três partidas. A oposta norte-americana Fingall foi a grande destaque e recebeu o troféu Viva Vôlei de melhor jogadora em quadra. Com o resultado, o Sesi-Bauru ocupa a segunda colocação com nove pontos, enquanto o Fluminense sofreu a primeira derrota e aparece na sexta posição.
O artigo apresenta a programação de transmissões da 2ª rodada da Superliga Masculina de Vôlei, com sete partidas entre segunda-feira (2) e terça-feira (3). Os jogos serão exibidos ao vivo pelos canais Sportv2 e Ge TV. A agenda inclui ainda um duelo antecipado válido pela Superliga Feminina entre Paulistano Barueri e Sesi-Bauru.
O Minas venceu o Sesi Bauru por 3 sets a 1, com parciais de 21/25, 25/17, 35/33 e 25/18, na estreia da Superliga masculina de vôlei, na Arena MTC, em Belo Horizonte. Com o resultado, os mineiros iniciam a competição na quarta colocação com três pontos, enquanto os paulistas aparecem na nona posição, zerados. Bryan foi o maior pontuador da partida, com 21 pontos, e o próximo compromisso do Minas será contra o Goiás.
O ponteiro Wilson, do Praia Clube, sofreu uma cotovelada do companheiro Isac durante a partida contra o São José e deixou a quadra com o nariz sangrando ainda no primeiro set. O atleta tem suspeita de fratura no nariz, foi substituído por Paulo e iniciará o processo de recuperação. O time de Uberlândia venceu o jogo por 3 a 0, e Isac pediu desculpas após a partida.
A jogadora de vôlei de praia Duda Lisboa tem data confirmada para retornar às competições ao lado de Ana Patrícia, na etapa de Maceió do Circuito Brasileiro, a partir desta sexta-feira (30). A campeã olímpica de Paris 2024 estava afastada desde julho, quando anunciou pausa na carreira para cuidar da saúde física e mental. A dupla se prepara para o novo ciclo olímpico visando os Jogos de Los Angeles 2028.
O Praia Clube estreou com vitória na Superliga Masculina de Vôlei 2026/27 ao vencer o São José por 3 sets a 0 (25/19, 29/27 e 25/21) em Uberlândia. O ponteiro Paulo foi eleito o melhor da partida e ganhou o troféu Viva Vôlei, enquanto o oposto Davy, do São José, foi o maior pontuador do confronto. Na segunda rodada, o time mineiro enfrenta o Sesi-Bauru, e o São José recebe o Campinas.
O Praia Clube, atual campeão, estreou com vitória por 3 sets a 0 sobre o Pinheiros na Superliga Feminina de Vôlei 2026/27, em seu retorno a Uberlândia desde o título. Sabrina foi a maior pontuadora com 14 pontos e Fabíola foi eleita a melhor atleta em quadra. O jogo marcou também o retorno do Pinheiros à elite do vôlei nacional após uma temporada na Superliga B.
O Dentil Praia Clube, atual campeão da Superliga feminina de vôlei, estreou com vitória de 3 sets a 0 sobre o Pinheiros, no Ginásio do UTC, em Uberlândia. Com o resultado, o time mineiro assumiu o segundo lugar com três pontos, atrás apenas do Sesc RJ/Flamengo. O Pinheiros segue sem pontos na 11ª posição, enquanto o Fluminense venceu o Sancor Londrina no tie-break nesta mesma rodada.
A oposta Tifanny Abreu celebra a liminar da Justiça que garantiu sua participação na final da Supercopa, após a CBV vetar atletas transgênero com uma nova regra de elegibilidade baseada em teste genético. O Osasco venceu o Praia Clube por 3 a 0 e conquistou o título da Supercopa feminina de vôlei, com Tifanny como uma das destaques. Emocionada, a atleta desabafou sobre a necessidade de lutar diariamente para se provar dentro e fora de quadra e prometeu continuar lutando pelo direito de disputar a Superliga.
A Superliga de Vôlei 2026/27 terá início em 17 de outubro no naipe feminino e em 24 de outubro no masculino, reunindo 24 equipes em sua 33ª edição. Todos os jogos serão transmitidos pelo Grupo Globo, e a temporada traz novidades como o aumento das substituições por set de seis para oito e a estreia do Norde Vôlei na elite nacional. Praia Clube (feminino) e Cruzeiro (masculino) são os atuais campeões.
O artigo apresenta os principais reforços da Superliga feminina de vôlei para a temporada 2026/27, que será aberta pelo duelo entre Minas e Brusque. Destacam-se as contratações de estrangeiras como a polonesa Magdalena Stysiak (Osasco) e o retorno da russa Sofya Kuznetsova ao Praia Clube, além de jogadoras que brilharam na Seleção Brasileira, como Sabrina e Luzia. As movimentações prometem elevar o nível da competição e antecipam confrontos emocionantes na busca pelo título.
A reportagem apresenta os principais favoritos à conquista da Superliga feminina de vôlei 2026/27, que começa neste sábado. Praia Clube, Minas, Sesc RJ Flamengo e Osasco despontam como postulantes ao troféu, cada um com reforços relevantes e elencos em processo de adaptação. O texto detalha contratações, saídas, mudanças de comissão técnica e o retrospecto recente de cada equipe.
A Justiça do Rio de Janeiro concedeu liminar que determina a participação da oposta Tifanny Abreu na Supercopa e na Superliga de vôlei, sob pena de multa à CBV. A federação havia barrado o registro da atleta após mudar a política de elegibilidade para atletas transgênero. A defesa da jogadora comemorou a decisão e o caso seguirá sendo julgado pelo STJD.
Tiffany Abreu, jogadora do Osasco, atuou como titular contra o Praia Clube pela Supercopa Feminina de vôlei após a Justiça do Rio conceder uma liminar minutos antes da partida. A decisão também garante sua participação na Superliga 2026-27 e prevê multa caso ela seja impedida de jogar. A controvérsia envolve as novas regras de elegibilidade da CBV, que restringem a categoria feminina a atletas do sexo biológico feminino.
O Osasco São Cristóvão Saúde venceu o Dentil Praia Clube por 3 sets a 0 e conquistou o título da Supercopa Feminina de vôlei, disputada em São Luís (MA). A oposta Tifanny, escalada como titular após conseguir uma liminar na Justiça para atuar em competições da CBV, foi um dos destaques da final com 15 pontos. Esta foi a segunda conquista do Osasco na história do torneio, enquanto o Praia Clube permanece como maior vencedor, com quatro títulos.
A temporada nacional do vôlei feminino começa com a Supercopa Feminina, disputada em jogo único entre Dentil Praia Clube e Osasco São Cristóvão Saúde, às 21h, no ginásio Castelinho, em São Luís (MA). O Praia Clube chega como campeão da Superliga e do Campeonato Mineiro, enquanto o Osasco é campeão da Copa Brasil e do estadual paulista. Técnicos e o presidente da CBV destacam a importância da partida como abertura da temporada 2026-2027.
A jogadora de vôlei Tifanny Abreu obteve uma liminar na Justiça comum do Rio de Janeiro que a libera para atuar pelo Osasco contra o Praia Clube na Supercopa Feminina. A decisão saiu após o pedido dela ser negado pela Justiça Desportiva, já que a CBV passou a exigir, desde agosto, exame do gene SRY para elegibilidade na categoria feminina. A mudança da CBV segue a nova política do Comitê Olímpico Internacional que proíbe atletas transgêneros e intersexo.