Tiffany Abreu, jogadora do Osasco, atuou como titular contra o Praia Clube pela Supercopa Feminina de vôlei após a Justiça do Rio conceder uma liminar minutos antes da partida. A decisão também garante sua participação na Superliga 2026-27 e prevê multa caso ela seja impedida de jogar. A controvérsia envolve as novas regras de elegibilidade da CBV, que restringem a categoria feminina a atletas do sexo biológico feminino.
O Osasco São Cristóvão Saúde venceu o Dentil Praia Clube por 3 sets a 0 e conquistou o título da Supercopa Feminina de vôlei, disputada em São Luís (MA). A oposta Tifanny, escalada como titular após conseguir uma liminar na Justiça para atuar em competições da CBV, foi um dos destaques da final com 15 pontos. Esta foi a segunda conquista do Osasco na história do torneio, enquanto o Praia Clube permanece como maior vencedor, com quatro títulos.
A temporada nacional do vôlei feminino começa com a Supercopa Feminina, disputada em jogo único entre Dentil Praia Clube e Osasco São Cristóvão Saúde, às 21h, no ginásio Castelinho, em São Luís (MA). O Praia Clube chega como campeão da Superliga e do Campeonato Mineiro, enquanto o Osasco é campeão da Copa Brasil e do estadual paulista. Técnicos e o presidente da CBV destacam a importância da partida como abertura da temporada 2026-2027.
A jogadora de vôlei Tifanny Abreu obteve uma liminar na Justiça comum do Rio de Janeiro que a libera para atuar pelo Osasco contra o Praia Clube na Supercopa Feminina. A decisão saiu após o pedido dela ser negado pela Justiça Desportiva, já que a CBV passou a exigir, desde agosto, exame do gene SRY para elegibilidade na categoria feminina. A mudança da CBV segue a nova política do Comitê Olímpico Internacional que proíbe atletas transgêneros e intersexo.
O Osasco conquistou o título da Supercopa feminina de vôlei ao vencer o Praia Clube por 3 sets a 0, em São Luís (MA). A partida marcou a volta de Tifanny às quadras, liberada pela Justiça minutos antes do jogo, após a CBV ter proibido atletas trans em competições nacionais. Com 15 pontos e o prêmio de melhor em quadra, a atleta pode ter disputado seu último jogo caso a entidade consiga reverter a decisão judicial.
A Justiça do Rio de Janeiro concedeu liminar que libera a participação da central trans Tifanny Abreu, do Osasco, na Supercopa Feminina e na Superliga 2026/27 de vôlei. A decisão suspende os efeitos da nova política de elegibilidade da CBV, baseada no gene SRY, e impede punições ao clube pela escalação da atleta. A liminar vale até deliberação judicial definitiva.
Tifanny Abreu e o Osasco recorreram à Justiça comum após o STJD negar liminar que permitiria a participação da oposta na Supercopa Feminina e na Superliga. A CBV manteve a inscrição da atleta como pendente após implementar critérios de elegibilidade baseados em diretrizes do COI, incluindo exame genético. O caso se desenrola às vésperas da decisão da Supercopa contra o Dentil Praia Clube e do início da Superliga.
A goleira Carlinha foi decisiva na conquista do título do Campeonato Brasileiro feminino pelo São Paulo sobre o Corinthians, no Morumbis. Após cometer erro no gol de empate rival, ela se redimiu ao defender um pênalti crucial e foi eleita a melhor jogadora da final, prêmio que rendeu um carro da Hyundai. A reportagem também traça a trajetória da atleta no clube e sua convocação para a Seleção Brasileira feminina.
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O Palmeiras sagrou-se campeão da Supercopa Feminina ao vencer o Corinthians nos pênaltis, após um empate em 1 a 1 no tempo regulamentar. A goleira Tapia foi crucial na vitória, defendendo três cobranças.
O Palmeiras conquistou o título da Supercopa Feminina após vencer o Corinthians nos pênaltis (5 a 4), em partida disputada na Arena Barueri. O jogo terminou empatado em 1 a 1 no tempo normal, com gols de Jaque Ribeiro para o Corinthians e Bia Zaneratto para o Palmeiras. A goleira Tapia foi decisiva para o título palmeirense nas cobranças de pênalti.
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O time feminino do Palmeiras realizou um jogo-treino contra o Red Bull Bragantino como parte de sua preparação para a final da Supercopa feminina contra o Corinthians. A atividade visou dar ritmo de jogo e aprimorar a aptidão física das atletas, com avaliações físicas e direcionamento do planejamento da temporada.
A equipe feminina do Palmeiras realizou um jogo-treino contra o São Paulo em Barueri como parte de sua preparação para a final da Supercopa feminina contra o Corinthians. O duelo teve como objetivo dar ritmo de jogo e permitir ajustes táticos sob o comando da técnica Rosana Augusto.
A Supercopa Feminina de 2026 terá sua final em partida única entre Palmeiras e Corinthians, no dia 7 de fevereiro, na Arena Barueri. O confronto definirá o campeão entre a vencedora do Brasileirão (Corinthians) e da Copa do Brasil (Palmeiras). O evento marca o início do calendário do futebol feminino no Brasil e terá transmissão pela TV Globo, sportv e GETV.
A CBF definiu o Palmeiras como mandante na final da Supercopa feminina contra o Corinthians, que ocorrerá em 7 de fevereiro. A partida será disputada em jogo único na Arena Barueri e reunirá as campeãs do Brasileiro e da Copa do Brasil.