O Comitê Olímpico do Brasil (COB) apoia a nova política do Comitê Olímpico Internacional (COI) que bane mulheres trans de competições femininas. No entanto, o COB questiona a aplicação prática e o cronograma da nova regra, buscando esclarecimentos do COI sobre quando a política entrará em vigor e como será aplicada.
A decisão do Comitê Olímpico Internacional (COI) de usar dados genéticos como critério de elegibilidade no esporte feminino é criticada por sua falta de base científica e potencial conflito com o direito brasileiro. A medida é vista como um retrocesso nos direitos humanos e na inclusão, ignorando evidências que mostram pouca diferença de desempenho entre mulheres trans e cis após transição hormonal.
A diretora da Sport & Rights Alliance, Andrea Florence, critica a nova política do COI que exige testes genéticos para mulheres e meninas praticarem esportes, alegando que a medida ataca mulheres, marginaliza trans e intersexo, e ignora os verdadeiros desafios do esporte feminino. A especialista argumenta que a política se baseia em retórica politizada e desinformação, em vez de evidências científicas, e que os testes genéticos não protegem, mas criam obstáculos e violações de privacidade para atletas.
A Associação Internacional de Boxe (IBA) manifestou apoio às novas regras do Comitê Olímpico Internacional (COI) que restringem a participação de mulheres transgênero em competições esportivas femininas. A IBA considera a decisão uma "vitória do senso comum" e um passo para a proteção da integridade do esporte feminino, alinhando-se com políticas que já defendia anteriormente.
O Comitê Olímpico Internacional (COI) confirmou que sua nova política de teste de gênero, que restringe a participação de atletas transgênero na categoria feminina, não se aplicará às competições masculinas. A medida, baseada na detecção do gene SRY, entra em vigor a partir de 2028 e visa garantir a integridade das categorias esportivas.
O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou uma nova política que bane mulheres transgênero de competições oficiais, introduzindo um teste genético para determinar o gênero biológico. A medida, baseada em estudos científicos, visa garantir a justiça e a segurança nas competições femininas, permitindo que atletas com o gene SRY não possam competir na categoria feminina. Essa diretriz entrará em vigor a partir dos Jogos de Los Angeles em 2028.
O uniforme da delegação brasileira nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 foi doado ao Museu Olímpico do COI. A peça, cocriada pela Moncler e Oskar Metsavaht, viralizou nas redes sociais por seu design. A doação reforça o protagonismo brasileiro no cenário olímpico e se junta a outras peças históricas do esporte nacional no museu.
O Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) rejeitou o recurso do atleta ucraniano Vladislav Heraskevych, mantendo sua desclassificação dos Jogos Olímpicos de Inverno. A decisão se baseou nas diretrizes do COI sobre liberdade de expressão, que permitem manifestações fora das áreas de competição, mas proíbem propaganda política durante os eventos esportivos.
O atleta ucraniano de skeleton, Vladyslav Heraskevych, foi desclassificado dos Jogos Olímpicos de Inverno por tentar usar um capacete com homenagens a atletas mortos na guerra contra a Rússia. O Comitê Olímpico Internacional (COI) vetou o equipamento, alegando que ele violava as regras de expressão dos atletas. Apesar de recursos e apelos, a decisão foi mantida.
O atleta ucraniano de skeleton, Vladyslav Heraskevych, foi desclassificado das Olimpíadas de Inverno por usar um capacete com imagens de amigos mortos na guerra. Ele criticou a decisão do COI, considerando-a um "erro terrível" e "discriminatória". A entidade justificou a proibição com base nas regras da Carta Olímpica sobre expressão política.
O Comitê Olímpico Internacional (COI) divulgou as cidades-sede e os estádios que sediarão as partidas de futebol dos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. A competição terá jogos em seis cidades, com a fase final concentrada no Rose Bowl Stadium, em Pasadena. Pela primeira vez, haverá mais equipes femininas (16) do que masculinas (12) no torneio de futebol.
O artigo questiona se a FIFA e o COI banirão os Estados Unidos de competições internacionais, assim como fizeram com a Rússia, após a agressão estadunidense à soberania da Venezuela. A dúvida surge devido às próximas sedes da Copa do Mundo de futebol (EUA) e das Olimpíadas (EUA).
A nova diretoria do Comitê Olímpico do Brasil (COB), liderada por Marco La Porta, realizou uma visita à sede do Comitê Olímpico Internacional (COI) na Suíça. O objetivo foi apresentar a nova gestão e alinhar diretrizes estratégicas para o próximo ciclo olímpico, recebendo elogios e homenagens.