A oposta Tifanny se manifestou publicamente pela primeira vez após a Justiça Desportiva vetar a liminar que lhe permitia disputar competições nacionais de vôlei. A decisão, divulgada em 23 de outubro, impede sua participação na Superliga Feminina e em outras competições organizadas pela CBV. A atleta, primeira transexual a atuar no vôlei feminino brasileiro, afirmou que seguirá lutando para retornar às quadras.
A SASCOC anunciou Durban como candidata preferencial para sediar os Jogos Olímpicos de 2036 ou 2040, o que levaria o evento à África pela primeira vez. O governo sul-africano manifestou apoio à candidatura, e as apresentações ao Comitê Olímpico Internacional ocorrerão em novembro. A decisão final sobre a sede está prevista para 2029.
A Justiça Desportiva decidiu por unanimidade contra a elegibilidade de Tifanny Abreu em competições organizadas pela CBV, revogando a liminar que permitia sua participação no Osasco. A decisão decorre da nova política da CBV, que adota regras do COI exigindo teste genético negativo para o gene SRY. A defesa da atleta afirma que recorrerá ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e à Justiça comum.
Por Gustavo Riguetti, Leonardo Martins em 2026-10-23
A Justiça Desportiva decidiu, por unanimidade, revogar a liminar que garantia a participação da atleta trans Tifanny Abreu em competições organizadas pela CBV, impedindo-a de jogar a Superliga pelo Osasco. A decisão decorre da nova política de elegibilidade da CBV, alinhada ao COI, que exige teste genético negativo para o gene SRY. O Osasco entra em quadra neste sábado contra o Mackenzie, pela segunda rodada da Superliga Feminina.
A oposta Tifanny Abreu, do Osasco, obteve liminar na Justiça para disputar competições da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). A decisão permite sua participação na Supercopa contra o Praia Clube e vale também para a temporada 2026-27 da Superliga. O caso envolve as novas regras de elegibilidade da CBV, que aderiu à política do COI restringindo a categoria feminina a atletas do sexo biológico feminino.
A oposta Tifanny Abreu, atleta trans de 41 anos do Osasco, acionou a Justiça comum após não ter sua inscrição liberada pela CBV para competições nacionais de vôlei. A Justiça Desportiva negou uma liminar, e a equipe jurídica da jogadora recorreu ao STJD e protocolou novo pedido de liminar na Justiça comum. A nova regra de elegibilidade da CBV, alinhada à política do COI, restringe a categoria feminina a atletas do sexo biológico feminino, impactando diretamente a carreira de Tifanny.
A jogadora de vôlei Tifanny Abreu recorrerá à Justiça comum após ter negado pedido de liminar no STJD, na tentativa de derrubar o veto da CBV que a impede de disputar a Supercopa do Brasil e a Superliga Feminina 2026/27. A CBV passou a exigir comprovante de sexo biológico feminino por meio do exame do gene SRY, em alinhamento com o COI e a FIVB. A defesa da atleta, que joga no Osasco, argumenta que a medida impede o exercício de sua profissão.
A jogadora de vôlei Tifanny Abreu obteve uma liminar na Justiça comum do Rio de Janeiro que a libera para atuar pelo Osasco contra o Praia Clube na Supercopa Feminina. A decisão saiu após o pedido dela ser negado pela Justiça Desportiva, já que a CBV passou a exigir, desde agosto, exame do gene SRY para elegibilidade na categoria feminina. A mudança da CBV segue a nova política do Comitê Olímpico Internacional que proíbe atletas transgêneros e intersexo.
A temporada 2026-27 do vôlei brasileiro começa com a final da Supercopa entre Dentil Praia Clube e Osasco São Cristóvão Saúde, marcada pela indefinição sobre a situação de Tifanny Abreu. As novas regras de elegibilidade da CBV, que restringem a participação de atletas trans na categoria feminina, impedem a escalação da jogadora pelo Osasco, que promete medidas jurídicas. A reportagem relata que a CNN Brasil buscou posições dos envolvidos, sem retorno até o momento.
Tifanny Abreu, aos 41 anos, lidera o Osasco na conquista do 19º título do Campeonato Paulista feminino de vôlei sobre o Sesi-Bauru, no que pode ter sido seu último jogo profissional. A atleta transgênero evita falar em despedida e promete lutar, inclusive recorrendo à Justiça, para disputar a Superliga antes de se aposentar. A CBV mudou a política de elegibilidade para competições nacionais femininas, seguindo regras do COI, impedindo a participação de mulheres transgênero.
Sete países, incluindo Alemanha, Catar e Turquia, manifestaram interesse oficial em sediar as Olimpíadas de 2036, conforme anúncio do Comitê Olímpico Internacional (COI). A escolha da sede está prevista para meados de 2029, passando por etapas de avaliação técnica, apresentações virtuais e diálogo estratégico. África do Sul, Coreia do Sul, Hungria e Índia também participaram dos workshops técnicos promovidos pelo COI.
A oposta Tiffany Abreau coga recorrer à Justiça para poder disputar a Superliga 2026/27 após nova política de elegibilidade da CBV, alinhada aos critérios do COI, impedir sua participação nas competições femininas. Atleta e o Osasco afirmaram que pretendem usar os meios jurídicos disponíveis para reverter a decisão, enquanto a CBV mantém sua posição.
Por Beatriz Cesarini, José Renato Ambrósio e Wesley Felix em 2026-10-01
A oposta Tifanny Abreu desabafou no lançamento da Superliga 2026/27 sobre a nova regra da CBV que impede a participação de atletas trans no vôlei feminino e cogita acionar a Justiça para continuar jogando. O técnico Luizomar revelou que a mudança no protocolo do evento a prejudicou e confirmou que o Osasco avaliará medidas jurídicas. Já o presidente da CBV, Radamés Lattari, afirmrou que a entidade manterá o alinhamento com a política de elegibilidade do COI.
Rayssa Leal, Arthur Zanetti e Douglas Brose foram escolhidos pelo Comitê Olímpico Internacional como embaixadores dos Jogos Olímpicos da Juventude 2026, em Dakar. Rayssa será embaixadora global do evento, função já exercida por ícones como Michael Phelps e Usain Bolt, enquanto Zanetti atuará na iniciativa Believe in Sport. O trio terá a missão de inspirar jovens atletas na primeira edição do evento realizada no continente africano.
O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou o fim das restrições impostas aos atletas de Belarus, permitindo que compitam sob sua própria bandeira em competições internacionais. As sanções, no entanto, permanecem para os competidores russos, com o COI reafirmando o princípio de que a participação esportiva não deve ser limitada pelas ações governamentais. A decisão afeta inclusive os classificatórios para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.
O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou que Tóquio, Xangai, Montreal e Orlando sediarão a Olympic Q-Series, torneio classificatório para os Jogos de Los Angeles 2028. Seis esportes estarão em disputa, com o objetivo de aumentar a visibilidade dos atletas e o engajamento dos fãs. A série de competições ocorrerá entre maio e junho de 2028, com etapas em cada uma das cidades.
O Comitê Olímpico do Brasil (COB) apoia a nova política do Comitê Olímpico Internacional (COI) que bane mulheres trans de competições femininas. No entanto, o COB questiona a aplicação prática e o cronograma da nova regra, buscando esclarecimentos do COI sobre quando a política entrará em vigor e como será aplicada.
A decisão do Comitê Olímpico Internacional (COI) de usar dados genéticos como critério de elegibilidade no esporte feminino é criticada por sua falta de base científica e potencial conflito com o direito brasileiro. A medida é vista como um retrocesso nos direitos humanos e na inclusão, ignorando evidências que mostram pouca diferença de desempenho entre mulheres trans e cis após transição hormonal.
A diretora da Sport & Rights Alliance, Andrea Florence, critica a nova política do COI que exige testes genéticos para mulheres e meninas praticarem esportes, alegando que a medida ataca mulheres, marginaliza trans e intersexo, e ignora os verdadeiros desafios do esporte feminino. A especialista argumenta que a política se baseia em retórica politizada e desinformação, em vez de evidências científicas, e que os testes genéticos não protegem, mas criam obstáculos e violações de privacidade para atletas.
A Associação Internacional de Boxe (IBA) manifestou apoio às novas regras do Comitê Olímpico Internacional (COI) que restringem a participação de mulheres transgênero em competições esportivas femininas. A IBA considera a decisão uma "vitória do senso comum" e um passo para a proteção da integridade do esporte feminino, alinhando-se com políticas que já defendia anteriormente.