A decisão do Comitê Olímpico Internacional (COI) de usar dados genéticos como critério de elegibilidade no esporte feminino é criticada por sua falta de base científica e potencial conflito com o direito brasileiro. A medida é vista como um retrocesso nos direitos humanos e na inclusão, ignorando evidências que mostram pouca diferença de desempenho entre mulheres trans e cis após transição hormonal.