🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Palavras-Chave

Entidades Principais

Donald Trump COI Comitê Olímpico Internacional Associação Internacional de Boxe IBA Umar Kremlev Imane Khelif Kirsty Coventry Jane Thornton

Conteúdo Original

Presidente do COI, Kirsty Coventry, anuncia teste que bane mulheres trans de competições A Associação Internacional de Boxe, IBA, se posicionou a favor da regras que promovem banimento de mulheres trans no esporte, divulgadas na última quinta-feira (26) pelo Comitê Olímpico Internacional. De acordo com o posicionamento oficial do órgão, a decisão do COI é um "processo decisivo para a proteção do esporte feminino". - Finalmente essa era de erosão na integridade do esporte acabou. O COI simplesmente não tinha outra escolha. Durante anos, eles fecharam os olhos para coisas que estavam destruindo o verdadeiro significado do esporte feminino. Agora, foram forçados a corrigir seus próprios erros - disse Umar Kremlev, presidente da IBA. + COI bane mulheres trans ao criar teste para determinar gênero biológico + Presidente do COI nega influência de Trump em política que bane atletas trans: "Não houve pressão" + IBA presta queixa contra COI por presença de vítimas de polêmica de gênero em Paris; Imane reage 1 de 1 Boxe feminino Paris 2024 — Foto: Aytac Unal/Anadolu via Getty Images Boxe feminino Paris 2024 — Foto: Aytac Unal/Anadolu via Getty Images Vale destacar que a IBA já defendia políticas de exclusão a mulheres trans antes mesmo da definição do COI. A associação foi ponto central de polêmica contra a boxeadora campeã olímpica Imane Khelif, tomando medidas judiciais contra a participação dela nos Jogos Olímpicos de 2024. Imane também foi banida de competir em Campeonatos Mundiais após supostamente falhar no teste de gênero da associação. - É uma vitória para o senso comum que o COI finalmente chegou aos mesmos princípios que a IBA vem defendendo por anos. Nós estabelecemos critérios claros de participação muito antes de se tornar óbvio para o resto do mundo. Nós sempre protegemos nossas atletas mulheres, especialmente quando outros escolhem o silêncio ou a conivência política - afirmou Kremlev. De acordo com a nova política do COI, as atletas serão obrigada a fazer um teste de gênero para determinar a elegibilidade olímpicas à categoria feminina. Cada atleta poderá fazer o teste que determina a presença do gene SRY apenas uma vez na vida. A medida valerá para todas as competições oficiais do COI, a partir dos Jogos de Los Angeles 2028. O presidente americano Donald Trump também já havia proibido atletas trans em competições dos Estados Unidos, país que receberá as próximas Olimpíadas. O COI afirma que a decisão foi tomada com base em evidências científicas, em estudos liderados por Jane Thornton, diretora de saúde e ciência do Comitê. Além disso, a entidade alega que o rastreamento deste gene é feito por métodos menos invasivos, como pela coleta de saliva ou de sangue. Giro Olímpico: Nova regra do COI proíbe mulheres trans de competir em categoria feminina