A Federação Norueguesa de Futebol doou toda a renda de um jogo das eliminatórias da Copa de 2026 para a organização Médicos Sem Fronteiras, focando em ações em Gaza. A decisão, motivada pela crise humanitária, foi reforçada por doações adicionais de uma empresa.
O colunista Juca Kfouri discute a dualidade entre a tragédia humana global, exemplificada pela morte de uma criança palestina em Gaza, e o entretenimento do futebol. Ele aborda a crítica comum de misturar esporte com política e defende que, apesar do sofrimento no mundo, o ser humano precisa de paliativos e distrações para sobreviver, mesmo que pareça insensível.
O artigo relata o retorno do futebol à Faixa de Gaza, destacando um jogo entre times locais em um estádio destruído. A partida é apresentada não apenas como um evento esportivo, mas como um símbolo de resiliência e vida em meio à devastação causada pela guerra.