Por Gustavo Riguetti, Leonardo Martins em 2026-10-23
A Justiça Desportiva decidiu, por unanimidade, revogar a liminar que garantia a participação da atleta trans Tifanny Abreu em competições organizadas pela CBV, impedindo-a de jogar a Superliga pelo Osasco. A decisão decorre da nova política de elegibilidade da CBV, alinhada ao COI, que exige teste genético negativo para o gene SRY. O Osasco entra em quadra neste sábado contra o Mackenzie, pela segunda rodada da Superliga Feminina.
A jogadora de vôlei Tifanny Abreu sofreu dupla derrota na Justiça e está impedida de disputar a Superliga feminina pelo Osasco. O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro suspendeu a liminar que permitia sua participação, enquanto o STJD negou o mandado de garantia impetrado pela defesa da atleta. A decisão está ligada à nova política de elegibilidade da CBV, alinhada ao COI e à FIVB, que exige o teste do gene SRY e exclui atletas trans das competições nacionais.
A jogadora de vôlei Tifanny Abreu e o Osasco Vôlei entraram na Justiça para garantir a participação da atleta na Supercopa e na Superliga, após a CBV negar seu registro devido à nova política de elegibilidade que impede atletas trans em competições femininas. A Justiça Desportiva negou a liminar inicial, e a defesa recorreu ao STJD e à Justiça comum. O artigo também retrata os desabafos públicos de Tifanny e o apoio de outras atletas ao seu caso.
A temporada 2026-27 do vôlei brasileiro começa com a final da Supercopa entre Dentil Praia Clube e Osasco São Cristóvão Saúde, marcada pela indefinição sobre a situação de Tifanny Abreu. As novas regras de elegibilidade da CBV, que restringem a participação de atletas trans na categoria feminina, impedem a escalação da jogadora pelo Osasco, que promete medidas jurídicas. A reportagem relata que a CNN Brasil buscou posições dos envolvidos, sem retorno até o momento.
A oposta Tiffany Abreau coga recorrer à Justiça para poder disputar a Superliga 2026/27 após nova política de elegibilidade da CBV, alinhada aos critérios do COI, impedir sua participação nas competições femininas. Atleta e o Osasco afirmaram que pretendem usar os meios jurídicos disponíveis para reverter a decisão, enquanto a CBV mantém sua posição.
Por Beatriz Cesarini, José Renato Ambrósio e Wesley Felix em 2026-10-01
A oposta Tifanny Abreu desabafou no lançamento da Superliga 2026/27 sobre a nova regra da CBV que impede a participação de atletas trans no vôlei feminino e cogita acionar a Justiça para continuar jogando. O técnico Luizomar revelou que a mudança no protocolo do evento a prejudicou e confirmou que o Osasco avaliará medidas jurídicas. Já o presidente da CBV, Radamés Lattari, afirmrou que a entidade manterá o alinhamento com a política de elegibilidade do COI.
A oposta Tiffany Abreu, do Osasco, criticou duramente a nova política da CBV que a proíbe de disputar a Superliga Feminina, afirmando se sentir como uma 'bandida'. A atleta denunciou falta de empatia dos dirigentes, classificou a medida como 'política transfóbica' e disse que seguirá tentando a liberação. A nova regra para atletas trans entra em vigor e busca alinhar as regras nacionais aos parâmetros internacionais do COI, FIVB e CSV.
O Comitê Olímpico do Brasil (COB) apoia a nova política do Comitê Olímpico Internacional (COI) que bane mulheres trans de competições femininas. No entanto, o COB questiona a aplicação prática e o cronograma da nova regra, buscando esclarecimentos do COI sobre quando a política entrará em vigor e como será aplicada.