John Textor foi afastado do cargo de diretor da Eagle Football Holdings pela investidora Ares. Apesar da demissão, Textor mantém o controle do Botafogo devido a uma liminar judicial. A decisão da Ares ocorre após o afastamento de outros dois diretores e um histórico de descontentamento com os investimentos de Textor, incluindo um empréstimo não quitado para a compra do Lyon.
John Textor formalizou uma proposta à Eagle Football para recomprar a SAF do Botafogo, em meio a um processo judicial em andamento. A oferta, cujos detalhes financeiros ainda não foram divulgados, visa separar o clube carioca da rede europeia da empresa multiclubes.
Dirigentes licenciados do São Paulo, Douglas Schwartzmann e Mara Casares, estão sendo investigados por coação em um inquérito policial. A investigação apura uma ligação onde eles pressionaram uma compradora de camarote a retirar um processo judicial.
O presidente do Corinthians, Osmar Stábile, discute a necessidade de uma reestruturação financeira profunda no clube, que pode incluir a opção de Recuperação Judicial. Ele enfatiza a importância da administração profissional e da reforma em todos os centros de custo, independentemente das consequências.
O Corinthians entrou com recurso solicitando a suspensão de um inquérito policial que apura uma possível intervenção judicial no clube. O Ministério Público de São Paulo contestou os argumentos corintianos, defendendo a manutenção do inquérito e destacando que o Judiciário pode intervir em casos excepcionais.
O Corinthians entrou com um recurso solicitando a suspensão de um inquérito que apura a possibilidade de intervenção judicial no clube. O Ministério Público de São Paulo, responsável pela ação, contesta os argumentos do Timão e pede a manutenção da investigação, citando indícios de má gestão e fragilidade financeira.
O Paraná Clube oficializou a venda de 90% de suas ações SAF para a NextPlay Holding SA, após um ano de negociações. O acordo, que marca o aniversário de 36 anos do clube, ainda aguarda trâmites jurídicos para ser homologado pela Justiça. A NextPlay Holding SA promete investimentos para garantir competitividade e o retorno do Tricolor às séries nacionais até 2028.
O Náutico teve seu plano de pagamento da Recuperação Judicial aprovado em Assembleia Geral de Credores. A votação obteve larga maioria nas classes trabalhista, quirografária e de microempresas. O plano detalha o deságio e o parcelamento das dívidas.
O Figueirense enfrenta um momento crucial nesta terça-feira com o julgamento do recurso de sua Recuperação Judicial pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina. O resultado definirá a homologação do plano aprovado pelos credores, impactando diretamente investimentos, segurança jurídica e a capacidade do clube de competir na próxima temporada. Uma eventual não homologação poderia atrasar significativamente a solução financeira e reabrir todo o processo.
O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) manteve o plano de recuperação judicial do Figueirense, aprovado em assembleia de credores. O recurso do clube foi parcialmente provido, validando as opções de pagamento, mas condicionando a homologação definitiva à apresentação de garantias suficientes.
Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, criticou veementemente o pedido de intervenção judicial no clube. Ele contestou as alegações do promotor Cássio Roberto Conserino sobre o descumprimento de ordens judiciais, afirmando que os órgãos internos do Corinthians estão funcionando ativamente.
A venda do atacante Henrique Carmo do São Paulo para o CSKA Moscou está envolvida em uma disputa judicial entre três agentes. A empresa Rosa Golden alega acordo verbal para receber 20% da comissão, enquanto Wagner Ribeiro e LG Esportes negam e buscam reverter bloqueio judicial de parte do valor.
Pagamentos referentes ao contrato de rescisão entre São Paulo e Daniel Alves se tornaram alvo de disputa judicial. Um fundo de investimentos alega que Daniel Alves deixou de honrar um acordo para receber os valores devidos pelo clube, resultando em uma dívida milionária. Há também outras penhoras sobre os pagamentos, incluindo pensão alimentícia.
O colunista Juca Kfouri defende a intervenção judicial como a solução para conter o que ele descreve como um "assalto" ao Corinthians. Ele se baseia em uma proposta anterior e nas constatações de uma investigação do Ministério Público.
Um promotor do Ministério Público de São Paulo sugeriu a intervenção judicial no Corinthians, apresentando 25 motivos para a ação. As justificativas incluem investigações sobre desvio de dinheiro, uso indevido de cartões corporativos, infiltração do crime organizado e irregularidades em contratos.
Uma desembargadora decidiu liberar a maior parte do dinheiro bloqueado judicialmente a pedido do Flamengo, permitindo que clubes da Libra recebam seus valores. A decisão destacou que a tese da Libra não era infundada e questionou a ausência de cálculos do Flamengo sobre o valor controverso.