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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Disputa entre agentes bloqueia comissão em venda de promessa do São Paulo Pedro Lopes Colunista do UOL 02/12/2025 05h30 Deixe seu comentário Henrique Carmo em ação durante Botafogo-SP x São Paulo, jogo do Paulistão Imagem: Thiago Calil/AGIF Carregando player de áudio Ler resumo da notícia A venda do atacante Henrique Carmo do São Paulo para o CSKA Moscou, da Rússia, realizada em setembro deste ano, virou foco de uma briga judicial envolvendo três agentes diferentes. Henrique foi negociado por 6 milhões de euros, com apenas sete partidas pelo time profissional. A empresa Rosa Golden, do empresário Jorge Rosa, acionou a Justiça de São Paulo ainda antes da negociação, em julho deste ano. A empresa afirma que auxiliou Henrique a partir de 2019, quando ele tinha apenas 13 anos, com chuteiras, ajuda de custo, vale transporte. Em 2021 fizeram um acordo para representar o atleta como agentes, com assinatura e aval da família. Só que a partir daí, Henrique teria passado a atrair a atenção de empresários renomados - dentre eles Wagner Ribeiro, que foi agente de Neymar, Robinho e Kaká. O jogador e sua família acabaram fechando com Wagner e outra empresa, a LG Esportes. Daniela Lima Michelle mostra que direita não consegue se unir Juca Kfouri Flamengo, um caso de responsabilidade fiscal Milly Lacombe Festa do Fla mostra o que Maracanã deixou de ser Josias de Souza Lula antecipa campanha na rede nacional de TV A Rosa então afirma que iniciou negociações, e fez um acordo verbal com Wagner e com a LG, que envolveria o repasse de 20% de todos os valores recebidos em uma venda de Henrique. Só que os contratos não chegaram a ser assinados. No meio da disputa, Henrique foi vendido. Mesmo sem os contratos assinados, a Rosa pediu à Justiça o bloqueio de 20% de todos os valores que o São Paulo fosse repassar a intermediários pela negociação. A Justiça atendeu ao pedido, e oficiou ao clube para que depositasse o valor em juízo - a decisão só afeta a comissão, e não a parte do São Paulo no negócio. Wagner e a LG estão recorrendo. Eles afirmam que a negociação de repasse dos 20% não se concretizou, por divergências entre as partes. Por isso, dizem, as minutas não foram assinadas, e não há qualquer acordo verbal. O recurso ainda não foi julgado. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Pedro Lopes por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Homem é condenado por matar 2 pessoas e ferir 3 por dívida de R$ 1,50 em AL Quina acumula e prêmio sobe para R$ 3,2 milhões; confira dezenas sorteadas Lobby de Eduardo nos EUA 'fracassou espetacularmente', diz Financial Times Trump reúne Conselho de Segurança Nacional sobre Venezuela Marido e sogra de professora morta em Ribeirão Preto vão a júri popular