O São Paulo FC está sob investigação policial e do Ministério Público em três inquéritos distintos que apuram possíveis irregularidades cometidas por dirigentes do clube. As investigações focam em lavagem de dinheiro, exploração clandestina de camarote no Morumbi e corrupção no departamento social. O clube se posiciona como vítima nas apurações.
O São Paulo anunciou a contratação de uma consultoria especializada para investigar denúncias de irregularidades e quebra de integridade ligadas ao clube. A investigação visa apurar os fatos, aprimorar controles internos e as práticas de governança. As denúncias culminaram no impeachment e renúncia do ex-presidente Julio Casares.
Julio Casares renunciou à presidência do São Paulo após ser afastado pelo Conselho Deliberativo, negando irregularidades e citando traições e ameaças à sua família. Em carta, ele afirmou que a renúncia não é confissão de culpa, mas uma medida para preservar sua saúde e proteger seus entes queridos.
O São Paulo foi recomendado a revisar contratos assinados por ex-diretores acusados de irregularidades na venda de camarotes no Morumbi. Uma sindicância interna confirmou a comercialização indevida do espaço, levando ao afastamento dos envolvidos e à recomendação de punição máxima. O caso gerou um processo de impeachment contra o presidente do clube.
O presidente do São Paulo, Julio Casares, é alvo de uma reportagem que aponta "movimentações suspeitas" de R$ 1,5 milhão em sua conta, conforme relatórios do Coaf. Advogados do dirigente negam irregularidades, afirmando que os valores possuem origem lícita e compatível com sua capacidade financeira, e que o caso será esclarecido em investigações.
A Polícia Civil investiga supostas irregularidades financeiras no São Paulo, com foco em R$ 1,5 milhão depositados em dinheiro nas contas do presidente Julio Casares e 35 saques nas contas do clube totalizando R$ 11 milhões. As movimentações, que incluem depósitos fracionados para burlar alertas do Coaf, são objeto de apuração para determinar sua licitude.
O São Paulo emitiu um comunicado oficial negando irregularidades no uso do medicamento Mounjaro por dois jogadores do elenco principal. O clube afirmou que a prescrição foi pontual e individualizada, refutando a polêmica de que o remédio seria a causa do alto número de lesões na temporada. A nota também destacou a regularização do medicamento pela Anvisa e a expertise dos profissionais envolvidos.
Um promotor do Ministério Público de São Paulo sugeriu a intervenção judicial no Corinthians, apresentando 25 motivos para a ação. As justificativas incluem investigações sobre desvio de dinheiro, uso indevido de cartões corporativos, infiltração do crime organizado e irregularidades em contratos.
Uma auditoria interna no Corinthians revelou irregularidades na distribuição e desvio de materiais esportivos fornecidos pela Nike. A investigação abrange as gestões dos presidentes Augusto Melo e Osmar Stabile, apontando aumento no número de itens retirados, materiais em mau estado e comércio irregular de produtos do clube. Um vice-presidente é citado como alvo principal na apropriação indevida de uniformes.