A Comissão de Ética e Disciplina do Corinthians avançou com o procedimento administrativo que apura irregularidades na contratação das empresas de segurança Bear Security e Mega Assessoria durante a gestão de Osmar Stabile. O rito foi alterado para o previsto no Estatuto Social para casos de impeachment, com prazo de 10 dias para defesa do presidente. A decisão não significa condenação ou afastamento imediato, mas pode resultar na destituição do dirigente.
A Justiça de São Paulo negou o pedido de prisão preventiva do vice-presidente do Corinthians, Armando Mendonça, além de indeferir todas as medidas cautelares solicitadas pelo Ministério Público. O pedido estava relacionado à investigação sobre irregularidades na distribuição de materiais esportivos fornecidos pela Nike ao clube. A defesa do dirigente criticou a iniciativa do MP-SP, alegando que se baseava em suposições sem provas.
A Justiça negou o pedido do Ministério Público de prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, no processo que apura irregularidades com materiais esportivos fornecidos pela Nike. A juíza Amanda Eiko Sato também negou o afastamento do dirigente do cargo e rejeitou pedido da defesa de suspeição do promotor. O caso envolve a demissão de Marcelo Munhoes, ex-diretor de TI do clube e testemunha importante da acusação, às vésperas de uma audiência.
Um grupo de conselheiros do Santos divulgou nota questionando a condução da reforma estatutária do clube, apontando possíveis irregularidades na consolidação do texto e nos prazos para a Assembleia Geral de Sócios marcada para 8 de novembro. Entre as mudanças em discussão está a ampliação de 49% para até 80% do percentual de ações que o clube poderia vender em uma eventual SAF. A negociação com a SDC Sports, avaliada em cerca de R$ 2 bilhões, depende dessa alteração estatutária.
A Polícia Civil de Santa Catarina instaurou procedimento administrativo para investigar possíveis irregularidades na arquibancada da Arena Simon, que cedeu durante a partida entre Brusque e Paysandu pela Série C. O jogo foi paralisado por quase duas horas no sábado e retomado no domingo com portões fechados, terminando em 1 a 1, sem acesso de nenhuma equipe à Série B. As apurações vão analisar laudos técnicos, autorizações, planos de segurança e as circunstâncias da interrupção.
Torcedores do Corinthians realizaram protesto em frente ao Parque São Jorge pedindo intervenção judicial no clube, organizado pelo Projeto Time do Povo. A manifestação não foi motivada pela derrota para o Palmeiras, mas pela crise institucional e financeira. O Ministério Público de São Paulo investiga a possibilidade de intervenção desde agosto, considerando a dívida do clube, disputas políticas internas e suspeitas de irregularidades de ex-dirigentes.
O América-MG assinou um Acordo de Não Persecução Cível (ANPC) com o Ministério Público de Minas Gerais, assumindo obrigações de interesse público avaliadas em R$ 12,2 milhões ao longo de cinco anos. O acordo deve encerrar a ação de improbidade administrativa contra o clube, que apurava irregularidades nas obras de reconstrução do estádio Independência. O Ministério Público concluiu que não há elementos que demonstrem participação intencional do América nas irregularidades investigadas.
O ex-presidente do Corinthians, Augusto Melo, foi expulso do quadro de associados do clube por decisão do Conselho Deliberativo. A expulsão ocorreu após uma votação onde 147 conselheiros votaram a favor da medida, que se deve à tentativa de retomar o poder após ter sofrido impeachment no ano anterior. Augusto Melo enfrentava acusações de irregularidades em contratos e responde a processos criminais.
A defesa de Andrés Sanchez alega graves irregularidades na votação que resultou em sua expulsão do quadro associativo do Corinthians. Os advogados apontam que Leonardo Pantaleão presidiu tanto a comissão de ética quanto a votação e que a votação aberta e nominal contrariou o estatuto do clube. Medidas judiciais serão tomadas para buscar a nulidade do procedimento.
O ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, entrou com uma ação judicial para tentar reverter sua expulsão do quadro associativo do clube. A defesa alega que o processo interno foi marcado por graves irregularidades, como a presidência de Leonardo Pantaleão tanto da Comissão de Ética quanto da sessão de votação, e a realização de um escrutínio aberto e nominal em desacordo com o estatuto do clube. A expulsão ocorreu após investigações apontarem gastos pessoais no cartão corporativo do clube.
Um grupo de conselheiros da Ponte Preta entrou com uma ação judicial pedindo o afastamento imediato e a destituição do presidente Luiz Antônio Alves Torrano. A ação alega irregularidades na condição associativa de Torrano, que não cumpriria os requisitos estatutários para ocupar a presidência do clube.
O Conselho Deliberativo do Corinthians decidiu expulsar o ex-presidente Andrés Sánchez do quadro associativo do clube por irregularidades no uso do cartão corporativo. A decisão foi tomada após votação nominal, seguindo recomendação da Comissão de Ética que apontou despesas pessoais equivalentes a cerca de R$ 480 mil.
O Ministério Público de São Paulo negou recurso do Corinthians e autorizou a continuação de um inquérito civil sobre uma possível intervenção judicial no clube. O processo, que estava suspenso devido a um recurso do Corinthians, agora poderá ter as investigações iniciais. A decisão do Conselho Superior do MP permite que promotores iniciem a apuração de diversas irregularidades apontadas.
O Corinthians teve seu recurso contra a abertura de um inquérito civil negado pelo Ministério Público de São Paulo. A investigação visa apurar possíveis irregularidades na administração do clube e a necessidade de intervenção judicial. Com a decisão, o inquérito retoma sua tramitação normal e novos documentos serão analisados.
O diretor administrativo do Corinthians, Fabio Soares, renunciou ao cargo após ser investigado pelo Ministério Público de São Paulo. A investigação apura irregularidades na contratação de uma empresa de segurança, com indícios de crimes como furto, falsidade ideológica e infrações tributárias. A saída de Soares é a primeira baixa na diretoria em meio a essas apurações.
O Ministério Público de São Paulo abriu um procedimento investigatório criminal para apurar a contratação de uma empresa de segurança pelo Corinthians sem contrato formal e com possíveis irregularidades. A investigação aponta crimes como furto de valores, falsidade ideológica e infrações tributárias.
O Ministério Público de São Paulo acionou a Receita Federal com uma representação solicitando investigação fiscal contra o Corinthians. A ação aponta suspeitas de irregularidades em movimentações financeiras e registros contábeis, o que pode levar à perda de benefícios fiscais para o clube. A defesa de Andrés Sánchez alega que os valores se referem a despesas com segurança e atividades diversas do clube.
Um grupo de conselheiros do São Paulo FC solicitou a expulsão de Antônio Donizete Gonçalves, conhecido como Dedé, ex-diretor social do clube. A representação aponta supostas irregularidades na gestão do departamento social e condutas lesivas aos interesses institucionais, ligadas a uma antiga fornecedora do estádio.
O ex-goleiro Doni se manifestou sobre um processo judicial nos Estados Unidos envolvendo sua empresa imobiliária, a D32 Wholesale. Ele negou irregularidades, afirmou que a empresa está em processo de reestruturação e que está em dia com as determinações judiciais, após surgirem divergências comerciais com clientes.
O São Paulo FC está sob investigação policial e do Ministério Público em três inquéritos distintos que apuram possíveis irregularidades cometidas por dirigentes do clube. As investigações focam em lavagem de dinheiro, exploração clandestina de camarote no Morumbi e corrupção no departamento social. O clube se posiciona como vítima nas apurações.