O jogo entre PSG e Lyon, válido pela oitava rodada do Campeonato Francês, foi adiado pela polícia de Paris devido aos protestos e saques que ocorrem na França. A partida, marcada para domingo no Parque dos Príncipes, foi remarcada para segunda-feira, horário que coincide com a cerimônia da Bola de Ouro. Os protestos estudantis contra condições escolares e o custo de vida já deixaram milhares de presos e lojas depredadas no país.
Por Bruno Giufrida, Eder Traskini e Ulisses Lopresti em 2026-09-29
Julio Casares, expulso do São Paulo em 10 de setembro, processou o clube alegando ter sido vítima de uma trama política. Ele pede a declaração de inexistência de gestão temerária, a anulação de responsabilidades pelas contas de 2021 a 2024 e sustenta que a devolução de valores do cartão corporativo configura boa-fé. A matéria detalha as acusações da Comissão de Ética, incluindo saques de R$ 11,05 milhões e gastos de R$ 1 milhão no cartão corporativo, e os argumentos da defesa do ex-presidente.
Julio Casares, ex-presidente do São Paulo entre 2021 e janeiro de 2026, acionou a Justiça para contestar as acusações que levaram à sua expulsão do quadro associativo do clube. Ele alega ter sido vítima de uma 'trama política' e pede o reconhecimento da inexistência de gestão temerária em seu mandato. O processo debate saques de R$ 11,05 milhões e gastos de cerca de R$ 1 milhão no cartão corporativo do clube.
Julio Casares, ex-presidente do São Paulo, acionou a Justiça contra o clube pedindo apresentação de documentos financeiros, perícia judicial e homologação das aprovações de contas do mandato entre 2021 e 2024. Ele nega acusações de gestão temerária e desvio de valores, alegando que os saques em dinheiro vivo eram destinados a pagamento de bichos e premiações organizados pela diretoria financeira. Casares, que sofreu processo de impeachment, renunciou ao cargo e foi expulso do quadro social, afirma ser vítima de uma articulação política.
Conselheiros do São Paulo estão articulando a expulsão do ex-presidente Julio Casares. O pedido, que visa a não aprovação das contas de 2025, foi impulsionado após um erro em votação anterior. Casares nega qualquer relação com os saques de R$ 7 milhões apontados no balanço.
O Conselho Deliberativo do São Paulo reprovou o balanço financeiro de 2025, último ano da gestão de Júlio Casares. Apesar de um superávit expressivo e arrecadação recorde, a falta de justificativas para saques de R$ 6,95 milhões gerou polêmica e a rejeição por 194 votos a 34.
A defesa de Julio Casares, ex-presidente do São Paulo, negou o envolvimento dele com saques de R$ 7 milhões identificados no balanço de 2025. Os advogados afirmam que os valores não foram solicitados nem utilizados por Casares, estando registrados na contabilidade do clube e vinculados a despesas de jogos. A declaração surge após o Conselho Deliberativo rejeitar o balanço do clube, com dúvidas sobre os saques da antiga gestão.
O balanço financeiro do São Paulo em 2025, que apresentava um superávit, agora enfrenta incertezas devido a saques de quase R$ 7 milhões sem explicação clara. Líderes do Conselho Deliberativo indicam possível mudança de voto para reprovação, enquanto investigações policiais sobre os valores e recebimentos em dinheiro na conta do ex-presidente Julio Casares continuam.
Um parecer sobre o balanço financeiro de 2025 do São Paulo aponta que R$ 7 milhões sacados da conta do clube pelo ex-presidente Julio Casares não possuem justificativa detalhada. Auditoria e conselheiros questionam a destinação dos recursos, enquanto grupos políticos se movimentam para registrar ressalvas na aprovação das contas.
O presidente do São Paulo, Julio Casares, apresentou um documento ao Conselho Deliberativo justificando saques de R$ 11 milhões das contas do clube entre 2021 e 2025. A defesa alega que os valores foram utilizados para despesas operacionais de jogos, pagamentos de premiações a jogadores e outras práticas comuns no futebol. O documento visa subsidiar a defesa de Casares no processo de impeachment que será votado em breve.
A Polícia Civil solicitou explicações ao São Paulo sobre R$ 11 milhões sacados em dinheiro das contas do clube entre 2021 e 2025. A investigação, baseada em relatórios do Coaf, apura a origem e o uso desses valores, com o clube devendo apresentar uma prestação de contas.
A Polícia Civil investiga supostas irregularidades financeiras no São Paulo, com foco em R$ 1,5 milhão depositados em dinheiro nas contas do presidente Julio Casares e 35 saques nas contas do clube totalizando R$ 11 milhões. As movimentações, que incluem depósitos fracionados para burlar alertas do Coaf, são objeto de apuração para determinar sua licitude.
A Polícia Civil de São Paulo está investigando 35 saques em dinheiro de contas do São Paulo Futebol Clube, totalizando R$ 11 milhões, entre janeiro de 2021 e novembro de 2025. O clube alega que a movimentação é para despesas operacionais e que a contabilidade será apresentada, enquanto as autoridades também apuram um depósito de R$ 1,5 milhão na conta do presidente do clube, Júlio Casares.
Uma investigação da Polícia Civil apura saques vultosos em espécie das contas do São Paulo Futebol Clube, ultrapassando R$ 10 milhões, durante a gestão de Julio Casares. Dinheiro teria sido depositado para dirigentes, que justificam como premiação, e envolve empresários e pessoas próximas, sem indícios de crime organizado.