A Justiça de São Paulo homologou o Regime Centralizado de Execuções (RCE) do Corinthians, validando um plano para quitar aproximadamente R$ 450 milhões em dívidas cíveis. A decisão, que segue parecer do Ministério Público, organiza a fila de credores e dará mais previsibilidade financeira ao clube.
O Corinthians recebeu um parecer favorável do Ministério Público de São Paulo à versão revista do seu plano no Regime Centralizado de Execuções (RCE). O documento indica que o clube atendeu às exigências feitas, eliminando impedimentos para a homologação do plano e permitindo o início mais rápido dos pagamentos aos credores.
Rodrigo Koxa surfou uma onda gigante em Nazaré, Portugal, que pode quebrar o recorde mundial de maior onda já surfada. O surfista paulista de 46 anos, que já detinha o recorde anterior, sentiu medo durante a descida, mas acredita que a onda pode ter entre 27 e 28 metros. A homologação do recorde está em processo e deve ser definida em 2026.
O Figueirense enfrenta um momento crucial nesta terça-feira com o julgamento do recurso de sua Recuperação Judicial pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina. O resultado definirá a homologação do plano aprovado pelos credores, impactando diretamente investimentos, segurança jurídica e a capacidade do clube de competir na próxima temporada. Uma eventual não homologação poderia atrasar significativamente a solução financeira e reabrir todo o processo.
A Justiça rejeitou o plano de pagamento de dívidas do Corinthians dentro do Regime Centralizado de Execuções (RCE), mas prorrogou a suspensão de execuções individuais por 60 dias. O clube considera a decisão positiva, pois reconhece pontos centrais e abre caminho para futura homologação, apesar de exigir ajustes.