Por Gabriel Oliveira, Vitor Chicarolli e Yago Rudá em 2026-10-28
A renovação de contratos de jogadores do Corinthians está em compasso de espera devido ao ano eleitoral no clube. O gerente de futebol Julio Cesar informou que o presidente Osmar Stabile conversará com os cinco candidatos à presidência antes de decidir sobre a manutenção do elenco. Seis jogadores têm contratos até o fim do ano, enquanto o time luta contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro.
André Ramalho e Hugo Souza negaram a existência de crise interna no Corinthians durante coletiva de imprensa e reforçaram a união do elenco. Os jogadores defenderam o presidente Stabile, destacaram encontros com a torcida e admitiram a necessidade de reação imediata após dez rodadas sem vitória. O time, na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro, encara o Mirassol na próxima sexta-feira na Neo Química Arena.
O artigo aborda a crise no Corinthians, cobrindo a situação financeira do clube, as dívidas tributárias e trabalhistas, o processo de intervenção judicial e as negociações com a Caixa Econômica Federal sobre a dívida da Neo Química Arena. Também destaca o desgaste na relação entre o presidente Stabile e o elenco, ampliado pelas declarações públicas do zagueiro Gabriel Paulista após a partida contra o Palmeiras. A expectativa interna é de que um acordo com a Caixa possa ser fechado nos próximos dias.
O presidente Osmar Stabile enfrenta desconfiança no elenco e entre funcionários do Corinthians devido aos atrasos de pagamentos e à grave crise financeira do clube, que acumula déficit de R$ 278,7 milhões. A insatisfação circula nos bastidores do CT Joaquim Grava, e o executivo Marcelo Paz e o técnico Fernando Diniz tentam administrar o clima. Stabile nega um rompimento com o grupo e afirma que vê um ambiente positivo e jogadores motivados para a volta do Brasileirão.
Por Gabriel Oliveira e Vitor Chicarolli em 2026-10-01
O Corinthians suspendeu o pagamento da terceira parcela da dívida da Neo Química Arena, com aval da Caixa Econômica Federal, enquanto negocia a quitação total do estádio. A proposta envolve oferecer os naming rights do estádio ao banco estatal, avaliados em cerca de R$ 70 milhões por temporada, além de outros ativos comerciais. A dívida está em torno de R$ 630 milhões e a negociação ocorre em meio à crise financeira do clube e ao cenário eleitoral de novembro.
O Corinthians firmou um acordo de patrocínio com a plataforma de conteúdo adulto Fatal Fans. O contrato, válido até o fim de 2027, prevê o pagamento de R$ 22 milhões ao clube, com potencial para chegar a R$ 31 milhões. A marca da empresa será exibida nas equipes de futebol masculino, futebol feminino, futsal e basquete, com exceção do uniforme feminino, que receberá mensagens de apoio à causa feminina.
Um grupo de conselheiros e associados do Corinthians protocolou um novo pedido de impeachment contra o presidente Osmar Stabile. As acusações envolvem supostas irregularidades em contratações de empresas de segurança e controle de acesso, como a Mega Assessoria Operacional e a Bear Security Ltda., que teriam prestado serviços sem contrato formal e com possíveis conflitos de interesse.
A matéria analisa a queda de Andrés Sánchez na política interna do Corinthians e suas implicações para a eleição presidencial. O texto aponta Osmar Stábile como favorito, apesar de investigações sobre irregularidades, e destaca a necessidade de maior transparência e gestão financeira no clube.
O Corinthians enfrenta sérias dificuldades financeiras, recebendo um transfer ban da Fifa por não pagar a contratação do volante José Martínez. O clube corre o risco de sofrer novas punições por dívidas de 2024, incluindo um débito de R$ 42 milhões com o Talleres pela compra de Rodrigo Garro e uma pendência de R$ 6 milhões com o Midtjylland pelo volante Charles. A gestão busca soluções para honrar esses compromissos e evitar novas sanções.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, comprou dois celulares com dinheiro do clube para presentear os jogadores Cacá e Gui Amorim em 2025. Os aparelhos custaram R$ 19.001,00 aos cofres corintianos e foram adquiridos com urgência. A compra gerou críticas e desgastes internos, com questionamentos sobre o uso de verba do clube para presentes pessoais.
O presidente do Corinthians, Osmar Stábile, utilizou dinheiro do clube para adquirir dois iPhones de luxo, totalizando R$ 19.001. Os aparelhos foram destinados a um zagueiro emprestado e a um atleta das categorias de base, com os pedidos partindo diretamente da presidência e classificados como urgentes. A notícia levanta questões sobre o uso de recursos do clube, que recentemente apresentou um déficit financeiro considerável.
O Corinthians convocou uma Assembleia Geral Extraordinária para 20 de junho, onde os associados decidirão sobre a reforma estatutária do clube. Os temas em pauta incluem a possibilidade de reeleição do presidente Osmar Stábile e a implementação do direito a voto para integrantes do programa Fiel Torcedor. Outras mudanças em destaque envolvem o sistema eleitoral, a criação de um Conselho de Ética e a publicação de balancetes financeiros.
O Conselho Deliberativo do Corinthians aprovou uma exceção estatutária que abre caminho para a reeleição do presidente Osmar Stábile. A medida, que visa contornar uma restrição de tempo de mandato, passará pela Assembleia de Sócios para ser efetivada. Além disso, o conselho discutiu e aprovou mudanças em outros aspectos políticos e de governança do clube.
Sócios e conselheiros do Corinthians protocolaram um pedido de impeachment contra o presidente Osmar Stabile no Conselho Deliberativo. As acusações incluem supostas violações ao Estatuto Social e à legislação, com foco no uso do Parque São Jorge como garantia em acordo para equacionar uma dívida bilionária.
O Corinthians inscreveu 50 jogadores para a fase de grupos da Copa Libertadores de 2026. O clube paulista estreia contra o Platense, na Argentina, e integra o Grupo E com Independiente Santa Fé e Peñarol. O presidente do clube, Osmar Stabile, expressou otimismo quanto às chances de título.
Uma disputa política interna no Corinthians entre os dirigentes Tuma e Stábile escancara divergências sobre a interpretação do estatuto do clube. O embate gira em torno da legalidade da convocação de reuniões extraordinárias do Conselho Deliberativo, com opiniões jurídicas opostas sobre os artigos do estatuto.
A política do Corinthians está agitada com uma briga entre o presidente da diretoria, Osmar Stabile, e o presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior. Stabile acusa Tuma de ameaça e interferência, enquanto Tuma contesta a legalidade de uma reunião convocada por Stabile para seu afastamento. A disputa envolve questões estatutárias, denúncias e possíveis implicações judiciais.
Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, processou o presidente do clube, Osmar Stabile, por calúnia e difamação. A ação judicial alega que Stabile imputou a Tuma a prática de atos ilícitos e interferência indevida em contratos, buscando provar as acusações.
A Comissão de Justiça do Conselho Deliberativo do Corinthians se posicionou contra a convocação unilateral de uma reunião por Osmar Stabile, presidente do clube. O órgão alertou para o risco de intervenção judicial no Corinthians e recomendou o cancelamento do pleito. O Ministério Público de São Paulo também solicitou a inclusão do atrito no inquérito que apura a necessidade de intervenção judicial.
O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) incluiu o conflito entre o presidente do Corinthians, Osmar Stabile, e o presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior, em um inquérito que apura a necessidade de intervenção judicial no clube. O promotor Cássio Roberto Conserino considera o atrito administrativo um indicativo de irregularidade que pode levar à intervenção, com base em precedentes do STF. A disputa se intensificou após a votação da reforma do Estatuto e envolve a suposta recontratação de seguranças.