O Corinthians registrou uma reclamação formal na Fifa devido à suspeita de espionagem por parte do Arsenal em seu treino na véspera da final do Mundial de Clubes Feminino. A entidade máxima do futebol confirmou o recebimento da denúncia e informou que as informações serão analisadas. O clube paulista busca garantir a lisura da competição, mesmo diante de situações fora de campo.
O Tribunal de Justiça Desportiva do Amazonas (TJD-AM) denunciou o Manaus após um ônibus com torcedores do Amazonas ser atacado com pedras e garrafas após um clássico. O incidente ocorreu após a partida em que o Amazonas venceu o Manaus por 2 a 1, e resultou em ferimentos para alguns torcedores.
Três jogadores do Alianza Lima, incluindo o ex-Flamengo Miguel Trauco, foram afastados pelo clube após denúncia de abuso sexual. O incidente teria ocorrido em Montevidéu, no Uruguai, durante a pré-temporada da equipe. Uma jovem de 22 anos formalizou a acusação na Argentina, relatando agressão no hotel.
O Athletico-PR identificou suspeitos de praticar atos racistas durante o clássico contra o Coritiba, realizado na Arena da Baixada. Os torcedores em questão não são sócios do clube e as imagens foram encaminhadas às autoridades competentes. O Athletico reforçou seu compromisso no combate a qualquer forma de preconceito.
Amiga de Andrés Sanchez, Aurea Ramacciotti, admitiu ter usado um cartão de crédito corporativo do Corinthians para realizar compras pessoais. Ela alega que não percebeu que o cartão pertencia ao clube, mas o Ministério Público a denunciou por falsidade documental tributária, lavagem de dinheiro e apropriação indébita.
O Ministério Público de São Paulo ofereceu uma nova denúncia contra o ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, e o gerente afastado Roberto Gavioli, acusados de lavagem de dinheiro e crimes tributários. A promotoria também cobra um novo ressarcimento financeiro ao clube, referente a supostos gastos pessoais de Andrés Sanchez com o cartão corporativo.
O Ministério Público de São Paulo denunciou o ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, por lavagem de dinheiro e crimes tributários. A acusação alega o uso indevido do cartão corporativo do clube para despesas pessoais e de terceiros, totalizando um pedido de ressarcimento de R$ 101 mil. A defesa de Sanchez ainda não se pronunciou sobre as novas acusações.
O Ministério Público de São Paulo ofereceu uma nova denúncia criminal contra Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, e Roberto Gavioli, ex-gerente financeiro do clube. A acusação detalha um esquema de lavagem de dinheiro, crimes tributários e apropriação indébita através do uso indevido de cartões corporativos. A defesa de Andrés Sanchez manifestou perplexidade com a nova denúncia.
O presidente do São Paulo, Júlio Casares, realizará uma reunião política com sua coalizão de apoio após denúncias de venda clandestina de camarotes no clube. O objetivo é restaurar o apoio político em meio à crise. A oposição protocolou um pedido de afastamento de Casares.
O comentarista Arnaldo Ribeiro avalia que o escândalo de superfaturamento e revenda irregular de ingressos no Morumbi encerrou moralmente o governo de Julio Casares no São Paulo. A denúncia abala a credibilidade do presidente, que já enfrentava desgaste interno e agora vê uma crise institucional se instalar no clube.
A matéria analisa a denúncia de venda ilegal de um camarote no Morumbis, envolvendo a ex-esposa do presidente do São Paulo, Julio Casares, e um diretor de futebol de base. Pedro Lopes, no Canal UOL, considera a situação grave e aponta uma crise política no clube, com a oposição articulando um pedido de impeachment.
O Ministério Público de São Paulo denunciou Duílio Monteiro Alves, ex-presidente do Corinthians, por apropriação indébita. Ele teria utilizado o cartão corporativo do clube para despesas pessoais, totalizando R$ 41,8 mil. O MP também pede bloqueio de bens, medidas cautelares e auditoria nas despesas.
O Ministério Público de São Paulo denunciou o ex-presidente do Corinthians, Duilio Monteiro Alves, por apropriação indébita. Ele é acusado de usar o cartão de crédito do clube para gastos pessoais que totalizaram R$ 41.822,62, incluindo despesas em freeshops e salões de beleza. A defesa de Duilio alega que a maioria dos gastos foi reembolsada espontaneamente.
O presidente da Associação de Futebol Argentino (AFA), Claudio 'Chiqui' Tapia, foi denunciado pela Agência de Cobrança e Controle Aduaneiro (ARCA) da Argentina. A acusação envolve a apropriação indevida de cerca de R$ 28,3 milhões em impostos e recursos da previdência social.
A Justiça de São Paulo manteve o bloqueio de R$ 480 mil em contas financeiras de Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians. A medida cautelar ocorre em um processo criminal em andamento, mesmo com o caso tendo sido suspenso após o Ministério Público pedir o afastamento da juíza responsável.
A Justiça rejeitou parte de uma denúncia do Ministério Público contra o ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, e o gestor financeiro Roberto Gavioli. A juíza considerou que não houve justa causa para as acusações de lavagem de dinheiro e crimes tributários, mas prosseguirá com a análise de apropriação indébita. Medidas cautelares, como proibição de contato com testemunhas e bloqueio de bens, foram impostas.
O São Paulo Futebol Clube respondeu ao Ministério Público de São Paulo sobre uma denúncia anônima que alegava práticas de gestão temerária. O clube apresentou sua defesa, refutando as acusações de déficit financeiro, venda de jogadores abaixo do valor de mercado, estruturação de projeto financeiro para a base e conflito de interesses envolvendo o filho do presidente.
O São Paulo Futebol Clube prestou esclarecimentos ao Ministério Público sobre questionamentos relacionados à gestão do presidente Julio Casares, originados de uma denúncia anônima. As apurações envolvem pontos como déficit financeiro, venda de atletas da base, parceria com a Galápagos Capital e possível interferência do filho do presidente.
O Ministério Público recebeu uma denúncia anônima de gestão temerária no São Paulo, com alegações de déficit financeiro, proposta de fundo para base, venda de jogadores a baixo preço e relação do filho do presidente com um empresário. O clube se defende, alegando que as denúncias não individualizam condutas e que as vendas foram feitas dentro do valor de mercado.
A pivô espanhola Lysa Tchaptchet denunciou comentários racistas e xenofóbicos recebidos após a derrota da Espanha para as Ilhas Faroé no Mundial de Handebol Feminino. A Federação Espanhola de Handebol formalizou uma denúncia à Polícia Nacional, condenando os ataques e reiterando o compromisso com a diversidade e inclusão no esporte.