O Santos Football Club recebeu uma proposta de R$ 1 bilhão, mais a quitação de suas dívidas, para a venda de sua SAF a um fundo privado com capital da família colombiana Santo Domingo. Apesar da negação da família em aparecer diretamente, o fundo é administrado por executivos financeiros e conta com o aporte de sua fortuna. O clube agora avaliará a proposta e possíveis mudanças estatutárias para viabilizar a venda.
O Botafogo está próximo de contratar Cristian Medina, do Estudiantes, mas o negócio não será diretamente com o clube argentino. A negociação envolverá um fundo que controla a carreira do meia, que rescindiria com o Estudiantes para assinar como agente livre com o clube brasileiro após o fim do transfer ban.
O Santos Futebol Clube recebeu uma proposta bilionária de um fundo de investimento colombiano, liderado pela família Santo Domingo, para a aquisição de sua Sociedade Anônima de Futebol (SAF). A oferta, que inclui um aporte de R$ 1 bilhão e a quitação de dívidas estimadas em R$ 1 bilhão, pode acelerar o processo de transformação do clube em empresa. A proposta ainda precisa de aprovação estatutária e votação em assembleia para se tornar vinculante.
A empresa Reag Trust DTVM, investigada nas operações "Carbono Oculto" e pelo Banco Central, aplicou recursos do fundo da Neo Química Arena em um fundo próprio e em outros com ligações à holding. Preocupado com as suspeitas, o Corinthians está em fase final de transferência da gestão do fundo para outra empresa.
O Ministério Público de São Paulo solicitou à Polícia Federal a abertura de um inquérito para investigar a empresa Reag Investimentos (atual Arandu Investimentos) na gestão do fundo financeiro da Neo Química Arena. A investigação visa apurar possíveis irregularidades financeiras e lavagem de dinheiro, citando a Operação Carbono Oculto e investigações do Banco Master.
O Ministério Público de São Paulo solicitou à Polícia Federal a investigação da Reag (atual Arandu), gestora do fundo financeiro da Neo Química Arena, por possíveis irregularidades. A empresa é alvo de investigações em outros casos que envolvem fraudes financeiras e ligação com facções criminosas.
O São Paulo não contará com um fundo milionário de R$ 200 milhões para contratações nesta janela de transferências, pois a iniciativa, estudada em parceria com a Galápagos, não avançou. Diante da ausência de aporte externo e de uma crise política interna, o clube adotará uma postura cautelosa no mercado, priorizando a saúde financeira.
O São Paulo está em negociações com a Galápagos Capital para criar um fundo de investimento de R$ 200 milhões. Este fundo seria destinado exclusivamente à contratação de jogadores, com retorno para os investidores baseado na venda futura de atletas do clube. O projeto visa viabilizar reforços sem aumentar o endividamento do time.
O São Paulo está explorando a criação de um novo fundo de investimento em parceria com a Galápagos Capital. O objetivo principal é viabilizar a contratação de reforços para a próxima temporada, buscando aumentar a competitividade do time após um desempenho abaixo das expectativas em 2025. Essa iniciativa visa equilibrar as demandas esportivas com a responsabilidade financeira já estabelecida com a gestão anterior do fundo.
O São Paulo se encontra em uma situação crítica após a derrota por 6 a 0 para o Fluminense, tornando a disputa pela Libertadores irrelevante e potencialmente danosa. O foco deve ser na reconstrução interna, na resolução de problemas médicos e na autonomia de profissionais de futebol, distanciando-se do processo eleitoral de 2026.
O advogado Rodrigo Monteiro de Castro, um dos criadores da Lei da SAF, sugere que o modelo "Safiel", idealizado por torcedores do Corinthians, pode ser a solução ideal para o clube. Essa proposta visa captar recursos da massa de torcedores, pulverizando o investimento e criando uma 'SAF do povo', diferenciando-se de modelos tradicionais.
Pagamentos referentes ao contrato de rescisão entre São Paulo e Daniel Alves se tornaram alvo de disputa judicial. Um fundo de investimentos alega que Daniel Alves deixou de honrar um acordo para receber os valores devidos pelo clube, resultando em uma dívida milionária. Há também outras penhoras sobre os pagamentos, incluindo pensão alimentícia.
Daniel Vorcaro, principal investidor de um fundo com 20% da SAF do Atlético-MG, foi preso por operações do Banco Master. Ele integra o Conselho de Administração do clube e foi o responsável por montar o FIP Galo Forte, que investiu R$ 300 milhões. Anteriormente, o investimento já havia gerado questionamentos sobre a origem do dinheiro, com suspeitas de lavagem de dinheiro ligadas à operação "Carbono Oculto".