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Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: Tom crítico ao destacar 'calotes acumulados', risco de revogação do plano no RCE e 'graves irregularidades', embora apresente a defesa do clube.

Viés da Menção (Score: -0.4)

Motivo: Citado apenas como credor que reclama de ausência de pagamentos, em relato neutro, sem qualquer avaliação.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Citado apenas na agenda de próximos jogos do Brasileirão, sem conteúdo avaliativo.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Citado apenas na agenda de próximos jogos do Brasileirão, sem conteúdo avaliativo.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Citado apenas na agenda de próximos jogos do Brasileirão, sem conteúdo avaliativo.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Corinthians Nike Brasileirão Caixa Econômica Federal Nacional Carlos Leite CNRD Pixbet Ministério Público de São Paulo André Cury RCE Bradesco Pix Star Roberto Victor Anelli Bodini RC Consultoria FIDC Daycoval Nelson Wilians

Conteúdo Original

Sem se manifestar no RCE (Regime de Centralização de Execuções) há alguns meses, enquanto credores, perito e Ministério Público fecham o cerco contra os calotes recentes do clube, que se acumulam, o Corinthians teve suas contas bloqueadas pela Justiça. A informação foi dada pelo próprio clube, em petição enviada na semana passada, em um processo movido pela Pixbet, que cobra quase R$ 40 milhões. No documento, ao qual a ESPN teve acesso, o Corinthians diz ao tribunal que "tomou ciência, de sucessivos bloqueios judiciais incidentes sobre sua conta bancária mantida junto ao Banco Bradesco" . Segundo extrato anexado pelo clube, teriam sido bloeuqados R$ 291.670,53. Procurado pelo clube, o Bradesco confirmou as penhoras e disse que seriam de uma ação movida pela ex-patrocinadora. Porém, o Corinthians está, atualmente, com seu RCE em vigor, o que deveria impedir o clube de sofrer bloqueios e restrições, desde o dia 5 de dezembro de 2024. Os advogados do time alvinegro lembraram esse fato ao tribunal. O Corinthians disse que os bloqueios em suas contas atrapalhavam o pagamento de seus funcionários. "O bloqueio de valores, além de ilegal, ocasiona grave prejuízo ao executado, clube esportivo de relevante função social, cujas contas bancárias são imprescindíveis para o regular funcionamento de suas atividades e para o cumprimento das obrigações assumidas no plano. A manutenção do bloqueio compromete diretamente o pagamento de funcionários, fornecedores e despesas operacionais essenciais, inviabilizando a continuidade das atividades do clube" , apontou a defesa do Timão. Em resposta, o Judiciário disse que não encontrou ordens recentes de bloqueio das contas do clube no processo, e sim decisão que deferiu a remessa de valores penhorados para conta-judicial à disposição do juízo centralizador responsável pelo processamento do RCE. O juiz pediu que isso seja verificado pela serventia. O Corinthians corre o risco de perder o plano de pagamento aprovado pela Justiça no Regime Centralizado de Execuções (RCE). No último dia 20, o Ministério Público de São Paulo pediu que a Justiça dê um prazo de 15 dias para que o clube regularize os pagamentos atrasados para os credores que fazem parte do acordo. Além de convocar a Administradora Judicial a se manifestar, o promotor Roberto Victor Anelli Bodini cobrou que o clube paulista comprove em duas semanas o depósito e o pagamento integral dos valores pendentes dos rateios referentes a julho (R$ 2.499.657,51) e agosto (R$7.641.299,28), totalizando R$ 10.140.956,79, “ sob pena de revogação do benefício de suspensão das execuções individuais e retomada dos atos expropriatórios” . Na semana passada, o Ministério Público voltou a se manifestar no RCE (Regime de Centralização de Execuções), reiterou os pedidos anteriores, como a comprovação de cerca de R$ 60 milhões destinados à Caixa Econômica Federal, FIDC Daycoval e da Nike, além de esclarecer os calotes nos pagamentos da CNRD. O MP quer que o clube seja intimado para se manifestar sobre "os compromissos perante a CNRD, diante das notícias de inadimplemento e de sanções desportivas perante a Câmara Nacional de Resolução de Disputas da CBF, viável a intimação do Clube devedor para esclarecer documentalmente a situação do plano vigente na CNRD e informar a existência de eventuais receitas constritas ou comprometidas" . A ESPN vem mostrando diversos problemas do Corinthians em seu RCE. Em outubro, o empresário Carlos Leite, por meio da empresa a RC Consultoria, apontou que o Corinthians deixou de pagar 42% de seu rateio do mês de agosto e ainda 100% do que deveria ter sido embolsado em setembro. A empresa classificou o ocorrido como "graves irregularidades" . A petição de Carlos Leite vem logo depois de outros credores denunciarem falta de pagamento do Corinthians no âmbito do RCE. Também reclamaram ausência de pagamentos ou comprovantes o empresário André Cury, o time paulista Nacional, a ex-patrocinadora Pix Star e o advogado Nelson Wilians. Tudo isso enquanto o perito responsável por fiscalizar o processo deu prazo para o Timão comprovar o destino de mais de R$ 10 milhões. No início do mês passado, em uma manifestação de 63 páginas, o perito responsável por administrar o RCE enviou uma série de questionamentos e cobranças ao Corinthians na Justiça, dando o prazo de 15 dias para a manifestação do clube. São Paulo (F) - 04/11, 21h30 (de Brasília) - Brasileirão Botafogo (C) - 18/11, 21h30 (de Brasília) - Brasileirão Atlético-MG (F) - 25/11, 20h (de Brasília) - Brasileirão