O colunista revela que, dias antes da medida provisória que proibiu as bets no Brasil, a Caixa Econômica Federal havia registrado as marcas BetCaixa, MegaBet e XBet Caixa e enviado executivos ao Uruguai para conhecer o modelo estatal de apostas. Lá, a plataforma estatal Supermatch cresceu e movimenta centenas de milhões de dólares, mas o mercado clandestino segue atuante, com mais de 1.700 sites ilegais bloqueados. O texto critica a eficácia da proibição, que eliminou bilhões em tributos das casas legalizadas sem conter as operações clandestinas.
O artigo analisa a situação financeira do Flamengo após investimento recorde de R$ 667,7 milhões em jogadores na temporada 2026. Apesar da redução de R$ 93,2 milhões no caixa e da venda frustrada de Gonzalo Plata, o clube projeta receita bruta de R$ 1,7 bilhão e defende manter o status de bom pagador. O texto aponta ainda pressões futuras, como o veto às casas de apostas e R$ 199 milhões em compromissos pendentes, incluindo o pagamento de Paquetá.
O Ministério Público de São Paulo pediu à Justiça que o Corinthians dê explicações no RCE sobre R$ 26 milhões pagos à Caixa, R$ 32,8 milhões da Nike classificados como 'operação financeira' e acordos na CNRD da CBF. O parecer do promotor Roberto Bodini também reitera a cobrança de R$ 10,1 milhões não repassados aos credores, já que o clube pagou apenas 58% da parcela de julho e nada da de agosto. Diante dos descumprimentos, o regime que reúne as dívidas do clube está em risco.
O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, falou sobre o momento crítico do clube após a derrota por 3 a 2 para o Vasco, que colocou o time na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Ele comentou a reunião com a Caixa Econômica sobre a dívida da Neo Química Arena, explicou a saída do executivo de futebol Marcelo Paz e negou problemas de relacionamento com o elenco.
O Corinthians foi alvo de ultimatos da administradora judicial do RCE, do Ministério Público de São Paulo e de credores por deixar de pagar R$ 10 milhões previstos no plano de dívidas e ignorar solicitações de documentos. O clube riska revogação do regime que o protege de penhoras e bloqueios de contas. A coluna também aborda dúvidas sobre pagamentos de R$ 26 milhões à Caixa e repasses ao fundo da contratação de Garro.
O Corinthians deixou de repassar R$ 10,1 milhões previstos pelo RCE, mecanismo que protege o clube de penhoras e bloqueios de contas, colocando em risco o acordo de reestruturação da dívida. A Pixbet, ex-patrocinadora e credora, pediu à Justiça o reconhecimento do descumprimento do plano homologado em janeiro. O clube também tem parcela vencida na CNRD da CBF, o que pode gerar sanções como transfer ban, e acumula dívida total estimada em R$ 2,7 bilhões.
Marcelo Paz se sentia exposto e teve a família, especialmente o filho, ameaçada nas redes sociais antes de ser demitido do Corinthians por Osmar Stabile. O ex-dirigente se desconfortou com encontros de torcidas organizadas com o presidente, que culminaram no pedido por sua saída. Paz conversou com Stabile sobre o tema e acabou demitido na terça-feira (20).
O colunista Mauro Cezar Pereira analisa a negociação entre a Caixa Econômica Federal e o Corinthians para quitar a dívida da arena do clube por meio de direitos comerciais, como naming rights e patrocínio máster. O autor argumenta que um banco público precisa justificar economicamente as concessões, avaliando o valor presente dos direitos comerciais antes de aceitar a quitação do financiamento. Com simulações financeiras, o texto questiona as vantagens da proposta para a estatal e critica a gestão financeira do Corinthians.
O Santos recebeu 2,5 milhões de dólares (cerca de R$ 12,6 milhões) do Sharjah FC, dos Emirados Árabes Unidos, pela venda do lateral-direito JP Chermont. O valor representa alívio financeiro para o clube, que está com dívidas de direitos de imagem ao elenco e quatro transfer bans ativos na FIFA. O time retorna a campo no sábado contra o Bahia, na Vila Belmiro, na briga por vaga na Libertadores de 2027.
O Corinthians está com acordo muito avançado com a Caixa Econômica Federal para um contrato de 15 anos de naming rights da arena, faltando apenas a assinatura. A negociação envolve a quitação da dívida de R$ 640 milhões do estádio e daria ao clube 100% da receita de bilheteria e camarotes. O comentarista PVC pondera que o clube não ganhou nada de presente, pois a Caixa busca transformar a dívida em propriedades de marketing.
Por Gabriel Oliveira, Vitor Chicarolli e Yago Rudá em 2026-10-18
O Corinthians negocia com a Hypera Pharma os valores de rescisão do contrato de naming rights da Neo Química Arena, com divergência entre R$ 47,85 milhões (valor da tabela contratual) e cerca de R$ 68 milhões (com correção pelo IGP-M). Em paralelo, o clube discute com a Caixa Econômica Federal um acordo que quitaria a dívida de R$ 630 milhões da Arena, com o banco assumindo o nome do estádio. A diretoria busca manter a relação comercial com a farmacêutica, oferecendo patrocínio de outras propriedades como o CT Joaquim Grava.
O Corinthians acertou com a Caixa Econômica Federal a suspensão por um ano dos pagamentos da dívida de R$ 630 milhões pela Neo Química Arena, além da liberação da retenção de 55% da bilheteria e 50% das premiações. A negociação envolve a proposta de quitação da dívida por meio dos naming rights do estádio, atualmente detidos pela Hypera Pharma. O acordo dá fôlego financeiro ao clube, que enfrenta grave crise com salários atrasados e endividamento total de R$ 2,8 bilhões.
A Caixa Econômica Federal admitiu, pela primeira vez, que negocia com o Corinthians a quitação da dívida de R$ 630 milhões da Neo Química Arena, com assinatura de termo de confidencialidade após reunião em Brasília. A proposta do clube envolve naming rights do estádio, hoje pertencentes à Hypera Pharma, além de outros produtos comerciais ao banco público. A dívida da Arena é apontada pela diretoria como principal motivadora da grave crise financeira do clube.
O Corinthians e a Caixa Econômica Federal avançaram nas negociações para quitar a dívida da Neo Química Arena, assinando um termo de confidencialidade após reunião em Brasília. O acordo envolve possíveis naming rights do estádio, transferência de operações financeiras e anexação do programa Fiel Torcedor. O acordo final ainda deve demorar alguns dias, apesar do otimismo das partes.
O artigo resume o dia conturbado do Corinthians: a estreia do técnico Clarence Seedorf foi adiada por pendências de documentação, o time amarga oito derrotas seguidas e briga contra o rebaixamento, enquanto a Gaviões da Fiel cobra mudanças e Memphis Depay vira alvo de questionamentos. Na política do clube, a eleição presidencial já começou com disputas, incluindo a contestação da elegibilidade de Sérgio Janikian e o pedido do Ministério Público para prender o vice Armando Mendonça. Como respiro, o sub-20 goleou a Portuguesa Santista por 6 a 1 e avançou às quartas do Paulista.
O Corinthians e a Caixa Econômica Federal avançaram nas negociações sobre a dívida de aproximadamente R$ 640 milhões da Neo Química Arena. Na reunião em Brasília, com presença do ministro Guilherme Boulos e da Gaviões da Fiel, as partes assinaram um termo de confidencialidade para dar continuidade às tratativas. Uma das possibilidades discutidas é o uso dos naming rights do estádio, avaliados em cerca de R$ 70 milhões por temporada, como garantia para o pagamento da dívida.
O Corinthians e a Caixa Econômica Federal avançaram nas negociações sobre a dívida de aproximadamente R$ 630 milhões da Neo Química Arena. As partes assinaram um termo de confidencialidade em reunião que contou com o ministro Guilherme Boulos, o presidente Osmar Stabile e a torcida organizada Gaviões da Fiel. Entre as propostas estão a assunção dos naming rights pelo banco e a criação de títulos de capitalização vinculados ao programa Fiel Torcedor.
O Corinthians espera que a Caixa Econômica Federal emita nota oficial sobre o avanço das negociações dos naming rights da Neo Química Arena, com o presidente Osmar Stabile viajando a Brasília para assinar termo de confidencialidade. A operação prevê a quitação da dívida do estádio, estimada em R$ 640 milhões, e envolve outras frentes financeiras, como centralização de operações bancárias e produtos financeiros do clube. O clube também aguarda a suspensão temporária das cobranças e a liberação de R$ 13,5 milhões retidos pelo banco.
Coluna de Juca Kfouri analisa as negociações entre a Caixa Econômica Federal e o Corinthians sobre a dívida de 640 milhões relacionada ao estádio em Itaquera. O texto destaca o otimismo mútuo quanto a um acordo, o alívio no pagamento da dívida já concedido pelo banco e a campanha da Gaviões da Fiel que quitou 8% do valor. Aborda também o cuidado da CEF com legalidade e ética, citando a experiência anterior com o Flamengo no Gasômetro.
O Corinthians e a Caixa Econômica Federal assinaram um termo de confidencialidade para avançar nas negociações sobre a dívida da Neo Química Arena. A reunião contou com a articulação do ministro Guilherme Boulos e a participação de representantes da Gaviões da Fiel. O documento não representa um acordo definitivo, mas permite troca de propostas sob sigilo, enquanto a Caixa concede um 'waiver' de cerca de R$ 30 milhões ao clube.