O Corinthians enfrenta o Mirassol nesta sexta-feira pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro, com a missão de encerrar um jejum de cinco partidas sem vitórias na Neo Química Arena. A equipe vive o pior aproveitamento como mandante desde a inauguração do estádio em 2014, com 52,6% em 2026, além de lutar contra o rebaixamento. A matéria apresenta dados estatísticos detalhados e declarações do zagueiro André Ramalho sobre o momento negativo.
Por Rafaela Cardoso, Guilherme Lesnok em 2026-10-30
Cobertura ao vivo do jogo entre Corinthians e Mirassol pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro, na Neo Química Arena. A matéria traz atualizações do pré-jogo em Itaquera, incluindo escalações, clima no estádio e recepção da torcida. Destaca o confronto direto na luta contra o rebaixamento e o histórico 100% positivo do Timão contra o Mirassol em casa.
O colunista Juca Kfouri narra a vitória do Corinthians por 2 a 0 sobre o Mirassol, encerrando um jejum de dez jogos sem vitórias. Bidu e Kaio César marcaram os gols, e a expulsão de um jogador do Mirassol no primeiro tempo facilitou a tarefa corintiana, que segue na Z4. O texto mistura a emoção pessoal do autor, que viu a homenagem à filha Camila Kfouri no telão da Arena Corinthians, com o alívio pelo fim da sequência negativa.
Reportagem investiga o desaparecimento recorrente de bolas na Neo Química Arena, estádio do Corinthians, durante aquecimentos e partidas. O presidente do Vitória, Fábio Mota, reclamou publicamente do problema após empate em 1 a 1 pelo Brasileirão, mas apuração da ESPN mostra que o próprio Corinthians também perde de quatro a cinco bolas por jogo. O sumiço já foi registrado em súmula pela arbitragem em partida contra o Vasco.
Coluna de opinião de Milton Neves sobre o jogo decisivo do Corinthians contra o Vitória, válido pelo Brasileirão. O autor destaca a pressão do clube após oito derrotas consecutivas, a chegada do técnico Seedorf e a necessidade urgente de vitória para mudar o ambiente da crise. Milton Neves aposta em um empate por 1 a 1, prevendo que Jair Ventura, técnico do Vitória, voltará a 'aprontar' contra o Corinthians.
Coluna de Juca Kfouri comenta o empate em 1 a 1 entre Corinthians e Vitória pela Série A do Brasileirão, em partida marcada por erros e inoperância do time alvinegro em Itaquera. O colunista critica duramente a má fase corintiana, que soma nove jogos sem vitória e briga para não ser rebaixado, além de destacar o gol de Renê, jogador que o próprio Corinthians tentou contratar no início do ano.
Coluna de Juca Kfouri analisa as negociações entre a Caixa Econômica Federal e o Corinthians sobre a dívida de 640 milhões relacionada ao estádio em Itaquera. O texto destaca o otimismo mútuo quanto a um acordo, o alívio no pagamento da dívida já concedido pelo banco e a campanha da Gaviões da Fiel que quitou 8% do valor. Aborda também o cuidado da CEF com legalidade e ética, citando a experiência anterior com o Flamengo no Gasômetro.
Corinthians e Caixa Econômica Federal avançaram nas negociações sobre um novo modelo e prazo de pagamento do financiamento da Neo Química Arena. O clube conseguiu a liberação da conta reserva do banco, com parte dos cerca de R$ 27 milhões usada para pagamento de salários do elenco profissional. As conversas incluem também a possibilidade de usar os naming rights do estádio e a dívida de R$ 642 milhões com a instituição financeira.
O Corinthians enfrenta dificuldades para transformar a Neo Química Arena em fator de vantagem na temporada 2026, somando mais derrotas em casa do que como visitante em todas as competições. No Campeonato Brasileiro, o time registra cinco vitórias, três empates e sete derrotas como mandante, contra três vitórias, três empates e cinco derrotas fora de casa. O clube vive o pior aproveitamento como mandante no estádio desde a sua inauguração.
O Corinthians vive em 2026 o pior aproveitamento de sua história na Neo Química Arena, com nove derrotas como mandante contra oito como visitante, incluindo as eliminações na Copa do Brasil e na Libertadores. O técnico Fernando Diniz responde por seis das nove derrotas em casa, com quatro reverses consecutivos. A matéria apresenta dados estatísticos comparando o desempenho do time dentro e fora de casa ao longo da temporada.
A coluna de Milly Lacombe discute a oportunidade do São Paulo feminino de conquistar o título do Brasileirão no jogo da volta, marcado para 3 de outubro no Morumbi, após vitória por 2 a 1 sobre o Corinthians em Itaquera. A autora defende que a diretoria deveria trabalhar para lotar o estádio, quebrando inclusive o recorde de público de 44 mil pessoas do rival. O texto critica a postura passiva da gestão do clube diante desse momento histórico do futebol feminino.
O São Paulo venceu o Corinthians em Itaquera e assumiu vantagem de 2x1 na final do Brasileirão Feminino, com gol de Isa e empate de Giovanna Crivelari após o gol de abertura de Gabi Zanotti. Na coluna, PVC reconhece que o clássico foi equilibrado, embora o Corinthians tenha finalizado mais. O São Paulo pode conquistar seu primeiro título nacional e quebrar a hegemonia corintiana no jogo de volta, no Morumbis.
O Santos sofreu uma derrota humilhante em Itaquera contra o Coritiba, com uma atuação confusa e erros graves de substituição que levaram à expulsão de Neymar. A partida foi marcada por um pesadelo para a torcida santista, com o time sofrendo três gols no primeiro tempo e uma série de incidentes infelizes.
O artigo descreve a partida entre Coritiba e Santos em Itaquera, destacando a grande presença de torcedores do Santos e a atuação decisiva de Breno Lopes para a vitória do Coritiba. A matéria também aponta uma confusão em uma substituição envolvendo Neymar e a CBF como um ponto negativo do dia.
O artigo relata a partida entre Corinthians e São Paulo, destacando a superioridade corintiana em campo, apesar de um erro que levou ao empate. A crônica também aborda a má conduta da torcida, o comportamento dos jogadores e a influência do estádio no desenrolar dos fatos.
O São Paulo atravessa um período de estabilidade sob o comando de Roger Machado, com cinco jogos de invencibilidade e bom desempenho em competições como Copa Sul-Americana e Brasileirão. No entanto, o time enfrenta a perspectiva de dois jogos decisivos nesta semana: um clássico contra o Corinthians em Itaquera, onde historicamente tem dificuldades, e o jogo de volta da Copa do Brasil contra o Juventude, fundamental para as ambições do clube.
O Corinthians venceu o Independiente Santa Fé por 2 a 0 em uma partida da Libertadores, em Itaquera. O time brasileiro, com atuação destacada de Gustavo Henrique, honrou o futebol nacional em uma noite onde outros clubes brasileiros tropeçaram. A vitória trouxe alívio para os torcedores após uma sequência de resultados negativos em casa.
O colunista Juca Kfouri questiona a punição de clubes por atos isolados de torcedores, como o arremesso de objetos e drones em campo. Ele defende que a justiça esportiva deveria focar em punições severas para agressões entre jogadores, citando exemplos recentes.
A coluna de Alicia Klein relata a indignação no Palmeiras após o Dérbi contra o Corinthians na Neo Química Arena. O jogo empatado em 0 a 0 foi marcado por diversas polêmicas dentro e fora de campo, incluindo agressões, racismo, um gesto obsceno, expulsão e ameaças à arbitragem.
O artigo analisa o empate entre Corinthians e Flamengo por 1 a 1 na Neo Química Arena, destacando a expulsão de Evertton Araújo a favor do Corinthians e um lance polêmico de pênalti não marcado para o Timão. A matéria sugere que o Corinthians foi prejudicado pela arbitragem, enquanto o Flamengo saiu no lucro ao garantir o empate.