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Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: O autor exalta a resiliência do Corinthians, sua capacidade de superação e a importância de sua torcida, com frases como 'O Corinthians é maior que o abismo!' e 'Fiel seguiu incentivando'.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: O Cruzeiro é retratado como um time talentoso no meio de campo e eficiente, mas a narrativa foca mais na superação corintiana. O placar final nos pênaltis é apresentado como 'pouco adequado' ao que o jogo mostrou.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Corinthians Copa do Brasil Cruzeiro Cássio Kaio Jorge Matheus Pereira Hugo Souza Bidu Arroyo Itâquera

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem São Hugo do Parque São Jorge Juca Kfouri Colunista do UOL 14/12/2025 20h24 Deixe seu comentário Hugo Souza comemora durante Corinthians x Cruzeiro, confronto da Copa do Brasil Imagem: Marcello Zambrana/AGIF Carregando player de áudio Ler resumo da notícia O Corinthians começou o jogo no Mineirão com mais coragem do que fez em Itaquera. Era clara a intenção de não ter jogo, com o que, obviamente, o Cruzeiro não concordou. Aos poucos, os mineiros foram se impondo no toque de bola de seu talentoso meio de campo, que desarmava e armava com competência. Mauro Cezar Hugo Souza herói, Gabigol vilão Casagrande Corintianos invadirão Maracanã como em 1976? Sylvia Colombo Kast não será um novo Bolsonaro ou Milei Josias de Souza Motta encolhe tanto que cabe na caixa de fósforos Assim foi que surgiu o primeiro lance de grande emoção no clássico. Lucas Silva desarmou Bidon no círculo central e o lance culminou com bicicleta de Matheus Pereira para excepcional defesa de Hugo, com rebote que Sinisterra viu Gustavo Henrique cortar para evitar o 1 a 0, aos 17. Sete minutos depois foi a vez de Kaio Jorge exigir outra defesa de Hugo. O Cruzeiro se impunha, mas, aos 29, Arroyo teve de entrar no lugar de Sinisterra, machucado, sem que o Corinthians tivesse feito uma finalização sequer contra a meta de Cássio. O máximo que os paulistas conseguiam eram escanteios com frequência, cinco em meia-hora. Aos 31, enfim, Maycon finalizou para fácil defesa de Cássio. Continua após a publicidade Matheus Pereira fazia para os cruzeirenses aquilo que os corintianos esperavam que Memphis Depay fizesse para eles. Emfim: o time melhor fazia o adversário, em casa, mais se defender que atacar. Aos 40, o inevitável aconteceu: Christian cruzou da direita e Arroyo se antecipou a Matheuzinho para chutar de cabeça e estufar a rede de Hugo: 1 a 0, que era justo e pouco. A Fiel reagiu como se o gol fosse corintiano, que era o que lhe restava diante do desacerto total do time. Raniele e Garro vieram para o segundo tempo como era obrigatório, nos lugares de Carrillo e Martínez, embora Bidon parecesse ser um dos que que deveriam ser substituídos, tantas vezes havia sido desarmado. De cara, 2 a 0! Continua após a publicidade Kaio Jorge foi lançado por Lucas Silva e esticou para Arroyo fazer o gol que classificava o Cruzeiro para a final. Fazer o quê? A Fiel seguiu incentivando, já que estava lá mesmo. Aos 9, a reação. Garro bateu falta na área, André Ramalho cabeceou na segunda trave para trás, Cássio errou o soco na bola e Bidu cutucou para explodir Itaquera: 2 a 1. Memphis, até então, era ilustre anônimo na partida. Aos 17, porém, ele experimentou de fora da área e Cássio fez grande defesa. Continua após a publicidade Só dava Corinthians e Bidu deu uma puxeta no travessão, aos 18. Rodrigo Garro mudava a cara do jogo, Aos 21, Bidon acertou a trave e, no rebote, Cássio defendeu. Sim, o Corinthians já fazia por merecer o empate e o Cruzeiro se encolhia, não porque queria a decisão na marca da cal, mas porque era empurrado para trás. Nada que o impedisse, numa bola vadia, fazer o terceiro gol. A exemplo do que os paulistas fizeram em Belo Horizonte, os mineiros truncavam o jogo em São Paulo. O jogo entrou naquela fase que os dois times até querem fazer o gol, mas não se arriscam tanto com medo de levar o gol. Continua após a publicidade Eduardo entrou aos 41, no lugar de Christian. E Vitinho no de Maycon. O assoprador de apito deu só quatro minutos de acréscimos e o Cruzeiro botou Wallace, Vanderson e Gabigol, para bater pênalti. Kaio Jorge, Arroyo e Matheus Henrique, diante de mais de 47 mil torcedores em transe. Vieram os penais, embora, de verdade, o 2 a 2 fosse mais adequado ao que o jogo mostrou. Cássio ou Hugo? Fácil imaginar o que passava na cabeça de Hugo; impossível saber o que acontecia na de Cássio, ídolo corintiano. Continua após a publicidade Os dois se cumprimentaram antes de Matheus Pereira bater o primeiro pênalti. E fazer 1 a 0, com desvio de Hugo. Yuri Alberto bateu e Cássio defendeu! Wanderson bateu no meio de gol e fez 2 a 0. Memphis fez 1 a 2. Bola de um lado, Cássio do outro. William fez 3 a 1, bola de um lado, Hugo do outro. Continua após a publicidade Garro deslocou Cássio: 2 a 3. Lucas Silva fez 4 a 2. Hugo acertou o canto. Vitinho fez 3 a 4. Cássio também acertou o canto. Gabigol bateu com nojo e Hugo pegou com honra! Gustavo Henrique empatou! Wallace bateu e Hugo pegou de novo! Continua após a publicidade O menino Bidon, que ainda bem que tenha ficado e fez bom segundo tempo, classificou o Corinthians para buscar o tetra em sua oitava final de Copa do Brasil. O Corinthians é maior que o abismo! Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Rodrygo marca, Real Madrid vence o Alavés e diminui pressão em Xabi Alonso Hugo exalta Cássio e cita drama nos pênaltis: 'Não queria que fosse assim' Como está Mingau, 2 anos após ser baleado? 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