Conteúdo Original
O Corinthians e a Caixa Econômica Federal avançaram nas negociações para encontrar alternativas que viabilizem o pagamento da dívida de aproximadamente R$ 630 milhões referente à construção da Neo Química Arena. Nesta sexta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram para discutir possíveis soluções financeiras e dar continuidade às tratativas.
➡️ Tudo sobre o Timão agora no WhatsApp. Siga o nosso novo canal Lance! Corinthians
O encontro contou com a presença do ministro Guilherme Boulos, do presidente do Corinthians, Osmar Stabile , de diretores do clube e de integrantes da torcida organizada Gaviões da Fiel . Durante a reunião, o banco e a diretoria corintiana formalizaram a assinatura de um termo de confidencialidade, que estabelece o sigilo das informações compartilhadas ao longo das negociações.
Em comunicado conjunto, o Corinthians e a Caixa destacaram que as conversas seguem em andamento, com o objetivo de construir uma solução para a pendência financeira.
As instituições ressaltaram que as tratativas são conduzidas em um ambiente de cooperação, responsabilidade legal e transparência, mas ainda não divulgaram detalhes sobre as propostas discutidas.
A CAIXA e o Sport Club Corinthians Paulista informam que avançaram nas conversas voltadas à avaliação de alternativas para o aprimoramento da relação entre as partes.
Nesta sexta-feira (16), representantes das duas instituições se reuniram, em encontro que contou com a presença do ministro Guilherme Boulos, Presidente e Diretores do Clube e integrantes da Gaviões da Fiel.
Durante a reunião, banco e Clube formalizaram a assinatura de um termo de confidencialidade.
As tratativas permanecem em curso e as conversas seguem em um ambiente de cooperação, responsabilidade legal e transparência.
CAIXA Econômica Federal Sport Club Corinthians Paulista
Entre as propostas apresentadas pelo Corinthians está a possibilidade de a Caixa assumir os naming rights da Neo Química Arena . O clube também sugeriu a criação de títulos de capitalização e de ações vinculadas ao Fiel Torcedor, programa de sócios do Timão .
A negociação contou com a participação de Osmar Stabile , presidente do clube, Pedro Soares , diretor jurídico, e Rafael Castilho , diretor cultural. O objetivo da diretoria é encerrar a dívida referente ao estádio, que atualmente representa mais de 20% do débito total do Corinthians e está na casa dos R$ 630 milhões.
Atualmente, os naming rights da Neo Química Arena pertencem à Hypera Pharma , que mantém contrato com o Corinthians para exploração do nome do estádio por 20 anos.
O financiamento da Neo Química Arena começou em 2013. Na época, o Corinthians obteve crédito de até R$ 400 milhões para a construção do estádio. Desde então, a dívida passou por diferentes negociações e alterações nas condições de pagamento.
Com o intuito de ajudar o clube a quitar a dívida do estádio, a Gaviões da Fiel, maior organizada do clube, criou a campanha " Doe Arena ". A iniciativa foi encerrada em novembro de 2025.
A vaquinha arrecadou R$ 41.420.844,19, valor que corresponde a 5,92% da meta estabelecida. A ação tinha previsão de término em maio de 2025, mas a organização conseguiu prolongar o período de arrecadação até 31 de dezembro de 2025.
Lançada em novembro de 2024, a iniciativa de financiamento coletivo reuniu corintianos de todo o país em uma das maiores campanhas de arrecadação já promovidas por torcedores no futebol brasileiro.