A Fifa determinou que estádios da Copa do Mundo de 2026 nos EUA, México e Canadá, que possuem naming rights de empresas não patrocinadoras, terão seus nomes alterados para denominações neutras durante o torneio. A medida visa evitar o marketing de emboscada e proteger os patrocinadores oficiais da competição.
O São Paulo Futebol Clube está em negociações avançadas com a XP Investimentos para discutir possíveis parcerias financeiras. As tratativas, ainda em estágio inicial, incluem a análise de diferentes modelos de negócio, como a criação de um fundo, operações de crédito e, especialmente, a possibilidade de a XP adquirir os naming rights do estádio do Morumbi.
O São Paulo está em negociações avançadas com a montadora chinesa BYD para a venda dos naming rights do Morumbi. O clube pede R$ 600 milhões por um contrato de dez anos, o que resultaria em R$ 60 milhões anuais. As conversas seguem com otimismo, apesar da recente saída do diretor de marketing que liderava as tratativas.
O Feira FC, caçula do futebol baiano, busca sucesso combinando performance em campo e forte presença nas redes sociais. Com contratações midiáticas como Thiago Galhardo e influenciadores digitais, o clube visa subir de divisão, garantir calendário nacional e conquistar títulos, inovando na comunicação com os torcedores.
A Arena do Palmeiras, anteriormente conhecida como Allianz Parque, será oficialmente rebatizada como "Nubank Parque" hoje, após a torcida escolher o nome em votação. O banco digital Nubank assumirá os naming rights do estádio até 2034, em um acordo que também prevê repaginações no local. O Palmeiras, por sua vez, receberá um aumento financeiro significativo com a nova parceria.
A Prefeitura de São Paulo indeferiu o pedido do Nubank para instalar um painel de LED na arena do Palmeiras, motivado pela Lei Cidade Limpa. A decisão impede a exibição dos nomes de torcedores na nova identidade visual do estádio, mesmo com o Nubank assumindo os naming rights por oito anos.
O Corinthians busca negociar os naming rights da Neo Química Arena com a Caixa Econômica Federal, utilizando o acordo do Palmeiras com a Nubank como base para definir um valor anual de R$ 52 milhões. O clube paulista planeja apresentar essa proposta em uma reunião agendada para a próxima semana.
O contrato de naming rights entre o Banco de Brasília (BRB) e a Arena BSB, concessionária do Estádio Mané Garrincha e do Ginásio Nilson Nelson, chegou ao fim. A partir de 23 de abril de 2026, os espaços não terão mais o nome e a marca do banco associados. As negociações para renovação não foram bem-sucedidas, mas o BRB manterá camarotes no estádio.
Três empresas demonstraram interesse em adquirir os naming rights do Maracanã, segundo Bruno Braz no Canal UOL. A informação foi divulgada pelo presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista (Bap), em reunião do Conselho Deliberativo do clube, que administra o estádio em consórcio com o Fluminense. O dirigente afirmou que o estádio estava pronto para receber a nova marca.
O dia do Palmeiras foi marcado por destaques na base, com o atacante Eduardo Conceição sendo cobiçado por gigantes europeus, que definiram sua multa rescisória em 50 milhões de euros. Paralelamente, a arena Allianz Parque abriu votação popular para definir o novo naming rights em parceria com o Nubank. Adicionalmente, o clube busca reaver valores pendentes do Fortaleza referentes à venda do zagueiro Gustavo Mancha.
O novo acordo de naming rights do estádio do Palmeiras, entre Nubank e WTorre, foi resultado de uma operação sigilosa para evitar vazamentos. Detalhes como o valor e o prazo do acordo, além do andamento da rescisão com a Allianz Seguros, permanecem confidenciais.
O Nubank adquiriu os naming rights do estádio do Palmeiras, antes conhecido como Allianz Parque, por oito anos. Especialistas apontam que a marca tem um desafio de comunicação para substituir o nome consolidado e sugerem estratégias de ativação para acelerar a aceitação pública. O novo acordo representa um aumento significativo na receita para o clube e a WTorre.
A WTorre assinou um acordo com o Nubank para a aquisição dos naming rights do estádio do Palmeiras, anteriormente conhecido como Allianz Parque. A torcida do clube terá a oportunidade de escolher o novo nome da arena através de uma votação online entre três opções.
O dia do Palmeiras foi marcado pela suspensão de Jhon Arias, que o impede de jogar contra o Corinthians, e por ajustes táticos no ataque, com Vitor Roque em fase final de recuperação. Paralelamente, negociações de naming rights do estádio com Nubank e WTorre ocorreram em sigilo.
O banco digital Nubank está prestes a assumir os naming rights do Allianz Parque, estádio do Palmeiras, em um acordo de oito anos. O contrato, válido de 2026 a 2034, prevê um pagamento anual de cerca de 10 milhões de dólares. O Palmeiras e a WTorre consideravam o acordo anterior com a Allianz defasado diante do sucesso recente do estádio em eventos esportivos e de entretenimento.
O Uberlândia SAF anunciou uma mudança de nome e identidade visual após firmar um acordo de naming rights com uma marca de escala global. A nova nomenclatura será revelada na próxima quinta-feira, integrando o nome do parceiro à marca oficial do clube. Esta transformação visa respeitar a herança do clube e recolocá-lo no protagonismo do futebol.
O sucesso do Allianz Parque como arena multiúso superou as expectativas iniciais, levando a WTorre a considerar que o contrato de naming rights com a Allianz, firmado em 2014, está defasado diante do volume e valor dos eventos realizados. Apesar de especulações sobre uma possível substituição da Allianz, não há nada concreto, e o Palmeiras, que recebe parte das receitas, acompanha o cenário.
A WTorre, administradora do Allianz Parque, negou a existência de negociações com o Nubank para a compra dos naming rights da arena. Embora o contrato atual seja considerado defasado, a empresa afirmou oficialmente que não há conversas em andamento com o banco.
O São Paulo admite internamente que a renovação do contrato de naming rights do Morumbis com a Mondelez está distante. As negociações estão travadas desde 2025, e o clube já se prepara para a possibilidade de o estádio perder o 'S' em seu nome. A BYD chegou a ser sondada, mas as conversas não evoluíram.
O Náutico anunciou um acordo histórico com a Esportes da Sorte para a venda dos naming rights do Estádio dos Aflitos. O contrato, válido por duas temporadas, prevê um investimento de R$ 9,6 milhões, com potencial de aumento para R$ 12,5 milhões, e inclui melhorias estruturais no estádio, como a troca dos refletores por iluminação em LED e a requalificação da quadra poliesportiva.