O presidente do Vasco, Pedrinho, criticou o consórcio que administra o Maracanã, ligado a Flamengo e Fluminense, após decisão judicial manter o veto ao uso do estádio pelo clube para o jogo contra o Boca Juniors pela Sul-Americana. O dirigente afirmou ter direito contratual a quatro jogos no Maracanã em 2025 e prometeu lutar contra o que classifica de covardia e injustiça contra o Vasco.
O colunista Mauro Cezar Pereira detalha os custos de Flamengo e Fluminense com a concessão do Complexo Maracanã, incluindo outorga anual de R$ 20,06 milhões, manutenção e despesas que podem ultrapassar R$ 60 milhões por ano. O texto explica a divisão das obrigações financeiras entre os clubes (65% para o Flamengo e 35% para o Fluminense) e as condições em que o contrato de 20 anos poderia ser encerrado. O presidente do Vasco, Pedrinho, anunciou que vai contestar a licitação e prometeu incomodar o consórcio.
A empresa mineira Alcance Engenharia e Construção venceu a disputa para executar a reforma do Estádio Morenão, em Mato Grosso do Sul, com proposta de R$ 17,82 milhões, superando a Engental Engenharia. A escolha foi divulgada pela Agesul, e a contratada precisa apresentar planilhas detalhadas do valor ofertado para que o contrato seja homologado. As obras preveem a reabertura parcial do estádio com capacidade de cerca de 12 mil torcedores, além da troca de gramado custeada com recursos da CBF e da FFMS.