O colunista Mauro Cezar Pereira critica o debate político em torno da proibição das casas de apostas online e de sua publicidade no Brasil, defendendo uma discussão mais técnica baseada em evidências. Ele questiona estatísticas apresentadas na audiência pública comandada pelo ministro Luiz Fux no STF, including dados do ministro Alexandre Padilha, e argumenta que proibir exige plano para tratamento da ludopatia, financiamento e combate à clandestinidade. O texto também aborda a integridade esportiva, citando a Máfia do Apito de 2005 como exemplo dos riscos de um mercado desregulamentado.
O Flamengo, representado pelo vice-presidente geral Flávio Willeman, foi o primeiro clube a se manifestar em audiência pública no STF contra a medida provisória que proíbe casas de apostas no Brasil. O clube alertou para possível perda de R$ 430 milhões anuais em receitas de patrocínio, destacou os riscos à segurança jurídica dos contratos assinados e criticou a eficácia da proibição frente ao crescimento do mercado ilegal. A audiência foi aberta pelo ministro Luiz Fux, relator da ADI 8027, e conta com a participação de outros clubes, entidades e órgãos governamentais.
O ministro Luiz Fux, do STF, defendeu o banimento das apostas online no Brasil e indicou que a discussão será levada ao plenário da Corte. Durante audiência pública sobre a medida provisória do governo Lula, ele rebateu críticas sobre a composição dos participantes e classificou a ludopatia como problema de saúde pública e econômica. O tema envolve debates sobre impactos sociais, segurança jurídica e consequências econômicas para clubes de futebol patrocinados por casas de apostas.
A primeira-dama Janja da Silva participa de audiência pública no STF convocada pelo ministro Luiz Fux para discutir a Medida Provisória que proibiu as bets no Brasil. Em declaração exclusiva à coluna, Janja criticou a lista inicial de convidados, que favorecia o setor de apostas, e defendeu a escuta da sociedade civil. O texto também aborda o movimento Bets Nunca Mais e dados da Abras sobre o impacto social das apostas online.
Coluna analisa a audiência pública convocada pelo ministro do STF Luiz Fux sobre a proibição das apostas esportivas, na qual clubes de futebol tentam convencer o ministro a reverter o banimento. O autor considera alguns argumentos válidos, como a perda de receita do Flamengo, mas critica como falácias as justificativas dos clubes, especialmente a correlação entre fim das bets e dificuldades financeiras. O texto aponta que o interesse dos clubes é financeiro e que nada significativo foi feito em oito anos para conscientizar torcedores e atletas sobre os riscos das apostas.
O colunista Juca Kfouri critica a reunião do ministro do STF Luiz Fux com 34 entidades para decidir sobre a relegalização das casas de apostas (bets) no Brasil. O autor argumenta que a questão deveria ser decidida de forma sumária ou remetida ao plenário do Supremo, e defende a manutenção da proibição da jogatina, apontando os danos à saúde pública e ao endividamento das famílias.
O artigo relata que a virada de Lula no segundo turno da eleição presidencial mudou o clima no STF quanto à Medida Provisória que extinguiu as casas de apostas (bets). A audiência pública conduzida pelo ministro Luiz Fux reuniu representantes de clubes, entidades de apostas e do governo para discutir a constitucionalidade da medida. Há pessimismo no setor de apostas, com discussões sobre diferenciar cassino online de apostas esportivas antes de uma eventual proibição total.
Clubes, CBF, COB, ministérios, AGU, PGR e associações do setor de apostas participam nesta terça-feira de audiência pública no STF, convocada pelo ministro Luiz Fux, relator da ADI 8027, que analisa o pedido de suspensão da MP que proibiu a operação das bets no Brasil. O setor de apostas argumenta que a proibição provoca migração para o mercado ilegal, perda de monitoramento e prejuízos financeiros, enquanto o governo deve defender a manutenção da medida com base em dados de endividamento e riscos à saúde. O futebol brasileiro mobiliza-se contra a MP, com o Flamengo abrindo os trabalhos, devido ao impacto financeiro irreversível nos patrocínios e nas receitas dos clubes.
O colunista revela que, dias antes da medida provisória que proibiu as bets no Brasil, a Caixa Econômica Federal havia registrado as marcas BetCaixa, MegaBet e XBet Caixa e enviado executivos ao Uruguai para conhecer o modelo estatal de apostas. Lá, a plataforma estatal Supermatch cresceu e movimenta centenas de milhões de dólares, mas o mercado clandestino segue atuante, com mais de 1.700 sites ilegais bloqueados. O texto critica a eficácia da proibição, que eliminou bilhões em tributos das casas legalizadas sem conter as operações clandestinas.
A colunista Milly Lacombe critica a audiência pública convocada pelo ministro do STF Luiz Fux sobre as bets, marcada para 3 de novembro. Segundo ela, o debate exclui a sociedade civil — associações de saúde mental, médicos, consumidores e famílias afetadas pelo vício em apostas — e reúne apenas os interessados na volta das apostas online. A autora classifica o evento como um simulacro de democracia e uma ofensa à sociedade civil.
A coluna critica a audiência pública marcada pelo ministro Luiz Fux no STF para discutir a medida provisória que proibiu apostas online no Brasil, destacando que apenas entidades beneficiadas financeiramente pelas bets foram convidadas, sem espaço para saúde pública, defesa do consumidor ou mulheres. Com base na pesquisa 'Mulheres & Bets', a autora apresenta os impactos das apostas nas famílias de classes C, D e E e defende a manutenção da proibição até que todas as perspectivas afetadas sejam ouvidas.
A Esportes da Sorte notificou o Corinthians na última segunda-feira sobre a intenção de encerrar o contrato de patrocínio máster sem pagamento de multa, argumentando que as mudanças na regulamentação das apostas esportivas no Brasil justificam a rescisão. O clube discorda e considera o acordo suspenso, e os departamentos jurídicos das partes iniciaram discussões sobre os efeitos da notificação. A disputa ocorre às vésperas de audiência pública no STF sobre a medida provisória que restringiu a operação das empresas de apostas.
A Esportes da Sorte notificou o Corinthians sobre a intenção de encerrar o contrato de patrocínio máster, argumentando que as novas regras de proibição das bets no Brasil permitem romper o acordo sem pagar multa. O clube considera o contrato suspenso, e não encerrado, e os departamentos jurídicos das duas partes discutem os termos da saída. A discussão ocorre às vésperas de audiência pública no STF sobre os efeitos da medida provisória que proibiu as apostas esportivas.
Clubes de futebol e casas de apostas (bets) negociam um acordo com o governo federal para a volta das apostas esportivas e a preservação dos contratos de patrocínio, enquanto tramita no STF ação contra a MP que proíbe as apostas. O ministro Luiz Fux marcou audiência pública para 3 de novembro entre bets, clubes e governo. O setor representa entre 15% e 25% da receita do futebol, mas o presidente Lula defendeu a medida por questões de saúde pública.
O colunista Mauro Cezar Pereira informou que o ministro Luiz Fux, do STF, deve definir o caso das bets apenas após o segundo turno das eleições. Os clubes vivem período de congelamento e incerteza com patrocinadores do setor de apostas, após a Medida Provisória que proíbe as casas de aposta, com alguns contratos suspensos e não rescindidos. O patrocinador do Palmeiras teria demonstrado incômodo com a postura do clube na discussão pública sobre as bets.
O São Paulo encontrou uma alternativa para o espaço de patrocínio máster no uniforme após a suspensão das atividades da Superbet, sua patrocinadora principal, devido à MP n.º 1.394/2026. A marca Superscore, pertencente ao mesmo grupo mas sem relação com apostas, passará a estampar a camisa a partir do jogo contra o Cruzeiro. Com isso, o contrato avaliado em cerca de R$ 680 milhões até 2030 será mantido nos mesmos valores, sem necessidade de rescisão.
O mercado de apostas esportivas (bets) espera que o ministro Luiz Fux conceda uma liminar no STF para suspender os efeitos da medida provisória que retirou as casas de apostas do ar no Brasil. O colunista Pedro Lopes explica que, caso a liminar seja concedida, o caso pode seguir dois caminhos: o STF julgar o mérito da MP ou a discussão migrar para o Congresso. O cenário ainda pode mudar rapidamente enquanto a disputa jurídica e política avança.
O São Paulo acompanha o prazo final da Medida Provisória 1.394/2026, a 'MP das Bets', que pode forçar a retirada do patrocínio máster da Superbet dos uniformes, das placas e do nome do centro de treinamento (SuperCT). O clube aguarda uma eventual liminar do ministro Luiz Fux no STF que poderia preservar os contratos de publicidade. Sem decisão judicial, o contrato prevê pausa de até 90 dias ou encerramento sem indenização, o que agravaria a pressão financeira sobre o orçamento do clube.
A Superbet, patrocinadora master do São Paulo, encerrou suas operações em cumprimento à MP n.º 1.394/2026 e deixará de estampar as camisas do clube a partir de amanhã. O acordo também cobria o naming rights do centro de treinamento da Barra Funda, o SuperCT, cujas placas e associações devem ser retiradas. O contrato prevê uma pausa de até 90 dias ou rescisão sem multa, dependendo de eventuais decisões do STF ou do Congresso.
O colunista PVC analisa a decisão pendente do ministro Luiz Fux, do STF, sobre o pedido de liminar na Ação Direta de Inconstitucionalidade contra o veto às casas de apostas esportivas (bets), com 21 clubes de futebol entrando com representações. O texto discute a composição política do STF e as indicações presidenciais dos ministros, além do impacto do fim dos patrocínios das bets no futebol brasileiro. As Séries A e B do Campeonato Brasileiro já devem ter camisas sem publicidade de apostas, a menos que a liminar seja concedida.