O Tribunal de Contas de Minas Gerais (TCE-MG) suspendeu, em caráter liminar, os acordos de patrocínio de R$ 32 milhões entre estatais mineiras e os clubes Atlético-MG, Cruzeiro e América-MG. A decisão atendeu a representação do governador eleito Cleitinho Azevedo, que questionou a legalidade dos contratos e apontou irregularidades. O conselheiro Licurgo Mourão citou ausência de estudos técnicos e falta de critérios objetivos, e o plenário do TCE analisará a suspensão definitiva na próxima semana.
Clubes de futebol e casas de apostas (bets) negociam um acordo com o governo federal para a volta das apostas esportivas e a preservação dos contratos de patrocínio, enquanto tramita no STF ação contra a MP que proíbe as apostas. O ministro Luiz Fux marcou audiência pública para 3 de novembro entre bets, clubes e governo. O setor representa entre 15% e 25% da receita do futebol, mas o presidente Lula defendeu a medida por questões de saúde pública.
Kylian Mbappé se envolveu em polêmica internacional após rir de um meme que colocava seu rosto no corpo de Mao Tsé-Tung, gerando reação da população chinesa e perda de patrocínios de empresas como Mengniu e Dongpeng. O atacante do Real Madrid divulgou pedido de desculpas, enquanto a LaLiga e seu presidente Javier Tebas se distanciaram das declarações e pediram desculpas ao povo chinês. A emissora estatal CCTV anunciou que deixará de transmitir os jogos da LaLiga em decorrência do caso.
Kylian Mbappé perdeu contratos publicitários na China após a divulgação de um vídeo em que faz piada comparando seu rosto ao de Mao Tsé-tung. As empresas Dongpeng, Mengniu e Milkground romperam imediatamente a colaboração, alegando 'tolerância zero' com atos que ferem os sentimentos nacionais. O Ministério das Relações Exteriores chinês repudiou o caso e o jogador foi punido na rede social Xiaohongshu.
Kylian Mbappé perdeu contratos comerciais com empresas chinesas após a repercussão de uma suposta fala sobre Mao Tsé-Tung, em vídeo cuja autenticidade não foi confirmada pela Reuters. O atacante do Real Madrid publicou um pedido público de desculpas, enquanto marcas como Eastroc Beverage, Mengniu e Milkground encerraram parcerias com o jogador. A LALIGA também se pronunciou e a TV estatal chinesa suspendeu exibições envolvendo o jogador e a competição.
Às vésperas do El Clásico, o artigo compara o poderio financeiro e comercial de Barcelona e Real Madrid, que ocupam as duas primeiras posições do ranking de faturamento mundial da Deloitte. O Real Madrid lidera com 1,161 bilhão de euros em receitas, seguido pelo Barcelona com 974,8 milhões, e ambos disputam também a liderança em seguidores nas redes sociais. O confronto válido pela 10ª rodada do Campeonato Espanhol ocorre neste domingo, no Camp Nou.
A reportagem analisa como Endrick, do Real Madrid, e Lamine Yamal, do Barcelona, se tornaram fenômenos digitais e referências para a Geração Z, às vésperas do El Clásico de LaLiga. O texto apresenta dados de seguidores, acessos e parcerias comerciais, além de opiniões de executivos e especialistas sobre a nova relação entre atletas, marcas e público jovem.
Vinicius Júnior é apontado como o quinto jogador de futebol mais bem pago do mundo segundo a Forbes, com ganhos estimados em US$ 76 milhões na temporada 2026/27. Ele é o único brasileiro no top 10 da lista, que é liderada por Cristiano Ronaldo, seguido por Messi, Mbappé e Haaland.
Coluna analisa o impacto da Medida Provisória que proibiu as bets no Brasil, destacando que cassinos online respondem por 65% a 70% da receita das casas de apostas e que a proibição parcial pode tornar o impacto financeiro sobre patrocínios no futebol irreversível. O autor discute dados sobre vício em jogos, mercado ilegal, integridade esportiva e defende que cassinos online e apostas esportivas sejam tratados como temas distintos.
Estudo do Ibope mostra que o setor automotivo, impulsionado por montadoras chinesas de carros elétricos, passou a liderar o crescimento de patrocínios no futebol brasileiro, enquanto o número de contratos com casas de apostas recuou após a regulamentação do mercado. O setor financeiro segue como o maior patrocinador no país e na América Latina. O artigo também destaca a ausência de grandes marcas globais no futebol brasileiro e os desafios de profissionalização dos clubes.
O mercado de apostas esportivas (bets) espera que o ministro Luiz Fux conceda uma liminar no STF para suspender os efeitos da medida provisória que retirou as casas de apostas do ar no Brasil. O colunista Pedro Lopes explica que, caso a liminar seja concedida, o caso pode seguir dois caminhos: o STF julgar o mérito da MP ou a discussão migrar para o Congresso. O cenário ainda pode mudar rapidamente enquanto a disputa jurídica e política avança.
O Manchester City prepara-se para recorrer à condenação por violações das regras financeiras da Premier League, relacionadas a supostos contratos comerciais fictícios que teriam inflado receitas. O clube nega as acusações e alega possuir provas irrefutáveis, enquanto autoridades inglesas, incluindo o Parlamento e a FA, monitoram o caso. Especialistas preveem longos desenrolares judiciais, com possibilidade de indenizações de clubes rivais.
O Manchester City protocolou recurso contra a condenação em 114 das 115 acusações de violações das regras financeiras da Premier League, alegando erros materiais de direito, princípio e fato no parecer da comissão independente. O clube pretende argumentar novamente que parte dos contratos de patrocínio foi financiada pelo governo de Abu Dhabi, tese já rejeitada anteriormente. A FA também declarou que analisa o veredicto e pode tomar medidas próprias contra o clube.
Victor Wembanyama criticou publicamente a promoção de casas de apostas por jogadores da NBA, afirmando que nunca fará esse tipo de parceria comercial e que considera 'muito triste' ver colegas fazendo campanhas de apostas. Suas declarações vieram após LeBron James firmar contrato com a plataforma Polymarket, numa realidade onde杜兰特、Kevin Durant e Giannis Antetoankumpo mantenhem vínculos com empresas do setor. O texto contextualiza as regras da liga e destaca o crescimento comercial do jogador do San Antonio Spurs.
Por Paulo Cobos, colunista do ESPN.com.br em 2026-09-30
O colunista Paulo Cobos analisa os números financeiros do Corinthians, destacando R$ 171 milhões em despesas com bancos entre janeiro e julho, o equivalente a 38% da receita do clube. O artigo compara a situação com a do Flamengo, cujas despesas financeiras representam apenas 3% da receita, dentro do limite considerado saudável por economistas. Com tom crítico, o autor conclui que, se fosse uma empresa, o Corinthians já teria fechado as portas.
O ministro Luiz Fux aceitou o Flamengo como amicus curiae em três Ações Diretas de Inconstitucionalidade que tramitam no STF sobre o futuro das bets. O clube pede a suspensão imediata da Medida Provisória que proíbe as casas de apostas, alegando prejuízos de até R$ 430 milhões para o próprio clube e cerca de R$ 2,5 bilhões para o futebol nacional. O rubro-negro é o primeiro clube a ingressar diretamente no STF contra a decisão do governo.
O governo de Minas Gerais anunciou ajuda financeira de R$ 32 milhões a clubes de futebol locais impactados pela regulamentação das casas de apostas (MP das bets), via parcerias com as estatais Cemig e Codemig. Dos recursos, R$ 15 milhões irão para o Atlético-MG, outros R$ 15 milhões para o Cruzeiro e R$ 2 milhões para o América-MG, além de negociações futuras com Athletic e Uberlândia.
Por Daniel Bocatto, Diego Garcia e Mariana Capra em 2026-09-28
Clubes de São Paulo se reuniram na Federação Paulista de Futebol para debater os impactos da medida provisória que suspende as casas de apostas (bets) no Brasil. O fim imediato das plataformas pode causar perda de R$ 350 a R$ 400 milhões em patrocínios combinados para Palmeiras, São Paulo, Corinthians e Santos. A MP, assinada pelo presidente Lula, prevê que as operações sejam encerradas a partir de 6 de outubro e ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional.
O artigo analisa o impacto financeiro da proibição das casas de apostas (bets) anunciada pelo governo federal sobre os clubes de futebol brasileiros. Mostra quanto cada clube da Série A recebe anualmente em patrocínios de marcas de apostas e qual o percentual desses valores sobre a folha salarial de cada equipe.
Corinthians e Flamengo buscam estreitar relações institucionais, como demonstrado em ações conjuntas nas redes sociais e comunicados. Apesar da cordialidade, existem limites definidos, com temas sensíveis como patrocínios e direitos de transmissão sendo tratados individualmente pelos clubes.