O Conselho Deliberativo do Flamengo aprovou a renovação do contrato de patrocínio com a Shopee por R$ 14 milhões ao ano para 2027, com reajuste de R$ 1 milhão em relação à temporada atual. A parceria cobre a manga de camisa dos times principal, sub-20 e feminino, além de incluir aumento no percentual de ganhos com venda de produtos de 5% para 8% e parceria para venda de camisa a preço popular no site.
A tenista Aryna Sabalenka lidera o ranking dos 50 atletas mais comercializáveis do mundo em 2026, divulgado pela revista SportsPro. Entre os brasileiros, Vini Jr. (20º), Neymar (24º) e Rayssa Leal (42º) são os únicos representantes na lista. O artigo traz análises de especialistas de marketing esportivo sobre o potencial comercial dos atletas e aponta mudanças em relação à edição anterior.
Coluna de opinião de Juca Kfouri que explora a história do patrocínio privado nas cabines de votação no Brasil entre o fim dos anos 1980 e 1998, com destaque para a marca Antarctica. O autor traça um paralelo entre essa prática e o nascimento do marketing esportivo brasileiro, citando a publicidade nas camisas de clubes e a Democracia Corinthiana. O texto reflete sobre como as marcas podem se conectar às narrativas coletivas na era atual, marcada pela IA e pelas mudanças geopolíticas.
A reportagem analisa como Endrick, do Real Madrid, e Lamine Yamal, do Barcelona, se tornaram fenômenos digitais e referências para a Geração Z, às vésperas do El Clásico de LaLiga. O texto apresenta dados de seguidores, acessos e parcerias comerciais, além de opiniões de executivos e especialistas sobre a nova relação entre atletas, marcas e público jovem.
Matéria analisa por que marcas multinacionais patrocinam clubes de outros países da América Latina, mas não atuam de forma expressiva nas camisas dos times da Série A brasileira. Com base em estudo do Ibope Repucom, o texto aponta entraves como preços elevados, concentração em casas de apostas, baixa exposição internacional e falta de profissionalização comercial dos clubes. Especialistas do mercado defendem maior governança, métricas de retorno e diversificação de receitas para atrair marcas globais.
A confirmação de Rafael Câmara como piloto titular da Haas para 2027 e a permanência de Gabriel Bortoleto na Audi colocam o Brasil com dois representantes na Fórmula 1 pela primeira vez desde 2016. O artigo analisa o impacto comercial e de marketing esportivo dessa dupla, com opiniões de especialistas sobre patrocínios, oportunidades para marcas e crescimento do interesse do público brasileiro na categoria.
Estudo bienal do Ibope aponta que grandes marcas globais continuam distantes do futebol brasileiro, apesar do crescimento do setor automotivo, especialmente das montadoras chinesas. Especialistas de marketing apontam a má reputação dos clubes, dívidas, falta de profissionalismo e a ausência de produtos estratégicos como principais barreiras. O artigo também discute a possível abertura de novos setores patrocinadores com o veto às casas de apostas.
O Corinthians anunciou a Shopee como nova patrocinadora máster para os nove jogos restantes do Campeonato Brasileiro, ocupando o espaço principal da camisa a partir do clássico contra o Palmeiras. O acordo também prevê exposição da marca na Neo Química Arena e nas plataformas digitais do clube. A movimentação ocorre em meio à suspensão de patrocínios de casas de apostas no futebol brasileiro.
O Corinthians anunciou um acordo de patrocínio máster com a Jota.ai, empresa de inteligência artificial, válido para o jogo contra o Internacional, como reação às restrições às casas de apostas (bets) no Brasil. O clube também informou que mantém diálogo com a Esportes da Sorte, antiga patrocinadora máster, enquanto aguarda definições regulatórias do setor. A partida vale pelo Brasileirão e ocorre no Beira-Rio, em Porto Alegre.
O atacante Erling Haaland, do Manchester City, abriu um processo contra a companhia aérea Norwegian Air Shuttle pelo uso não autorizado de sua imagem durante a Copa do Mundo. A empresa afirma que a publicação nas redes sociais, que adicionava um rabo de cavalo à cauda de uma aeronave em referência ao penteado do jogador, tinha caráter espontâneo e bem-humorado. O texto também apresenta a visão de advogados e especialistas em marketing esportivo sobre os limites legais do uso da imagem de atletas.
A final do Brasileirão Feminino entre São Paulo e Corinthians, no Morumbis, reunirá diversas marcas como Hyundai, Uber, Amazon, Coca-Cola e Itambé em ativações comerciais para torcedores. O artigo destaca o crescimento do mercado de patrocínio do futebol feminino, com contratos que abrangem cerca de 240 partidas por ano e mais de R$ 321 milhões em valor de mídia. Executivos da FSports e da Heatmap avaliam que a modalidade alcançou um novo patamar de maturidade comercial no Brasil.
Erling Haaland abriu processo contra a companhia aérea Norwegian Air Shuttle pelo uso não autorizado de sua imagem em uma publicidade veiculada durante a Copa do Mundo. A empresa alega que a publicação foi um apoio espontâneo e bem-humorado à seleção norueguesa, mas o caso segue para a justiça, com audiência marcada para 9 de outubro em Oslo. Advogados e especialistas em marketing esportivo comentam os limites entre homenagem espontânea e exploração comercial da imagem de um atleta.
Reportagem analisa o cenário do patrocínio máster no futebol brasileiro caso a MP do veto às bets seja aprovada pelo Congresso. Especialistas em marketing esportivo afirmam que nenhum setor do mercado é capaz de igualar os valores injetados pelas casas de apostas, que responderam por um terço do investimento nos clubes da Série A. Setores como financeiro, automotivo, varejo e tecnologia são apontados como possíveis substitutos, mas com aportes significativamente inferiores.
Reforço do Vasco, o meia argentino Alan Lescano chama atenção por usar chuteiras pretas 'à moda antiga', resgatando um estilo que dominou o futebol até os anos 1990. A reportagem traça um histórico do marketing envolvendo calçados no futebol, do pacto Adidas-Puma com Pelé na Copa de 1970 à revolução das chuteiras coloridas promovida pela Nike. Casos como os de Romário, Fred e Vini Jr. ilustram as raras resistências ao estilo moderno, por razões estéticas ou comerciais.