Romarinho, filho de Romário, é o único candidato declarado à presidência do America-RJ, com eleição marcada para 9 de novembro. Romário comanda o clube desde 2024, período em que conquistou novos patrocínios e acabou com atrasos salariais, embora o America ainda enfrente dívidas altas e incertezas sobre sua sede na Tijuca. Além de atuar como jogador, Romarinho já participa dos conselhos do clube e dos debates sobre a criação de uma SAF.
O artigo apresenta um panorama histórico da presença de jogadores brasileiros no El Clásico entre Real Madrid e Barcelona, destacando os maiores artilheiros do confronto. Vinícius Júnior lidera a lista com oito gols, seguido por Raphinha com sete, que poderá igualar a marca no próximo duelo, já que Vini Jr está suspenso. O texto também relembra passagens marcantes de Ronaldo Fenômeno, Ronaldinho, Rivaldo, Romário, Neymar, Roberto Carlos e Marcelo.
O artigo retrata o momento de Gonzalo Plata no Flamengo após a frustrada transferência para o Dínamo Moscou, destacando seu estilo de vida folclórico, comparado a jogadores dos anos 90, contrastado com sua dedicação e bons índices físicos nos treinos. A reportagem menciona a venda abortada por reprovação em exames médicos, o alívio do presidente Bap com a saída do jogador e o retorno comemorado pelo elenco.
O Vasco da Gama foi eliminado pelo Boca Juniors na semifinal da CONMEBOL Sul-Americana, ao perder no Maracanã, e ampliou para 26 anos o jejum sem disputar uma final internacional. A última decisão continental do clube foi na Copa Mercosul de 2000, quando superou o Palmeiras em jogo extra no Parque Antártica, com atuação histórica de Romário. Atualmente, o time de Pedro Emanuel luta contra o rebaixamento no Brasileirão e encara o Palmeiras na semifinal da Copa do Brasil.
Coluna de Milton Neves no UOL publicada no Dia das Crianças, apresentando uma galeria de imagens de grandes craques do futebol brasileiro durante a infância. Entre os homenageados estão nomes como Pelé, Zico, Garrincha, Sócrates, Romário e Rogério Ceni. O texto é essencialmente nostálgico e comemorativo, sem aprofundamento fático.
Romário comentou a polêmica entre Cristiano Ronaldo e o técnico Jorge Jesus na seleção portuguesa e defendeu a decisão do atacante de abandonar a concentração. O ex-jogador afirmou que, se estivesse na mesma situação, também teria deixado a seleção e seria ainda mais duro com o treinador. O artigo também contextualiza a crise, incluindo a coletiva de Jesus e o comunicado publicado por CR7.
Romário comentou no Charla Podcast o atrito entre Cristiano Ronaldo e Jorge Jesus na seleção portuguesa, afirmando que faria o mesmo que o atacante, mas criticando-o por não ter sido mais agressivo com o treinador antes de sair. O artigo também reproduz o pronunciamento de Cristiano Ronaldo detalhando sua versão sobre o rompimento do combinado com o selecionador antes da partida contra a Dinamarca.
Romário defendeu publicamente a atitude de Cristiano Ronaldo no atrito com o técnico Jorge Jesus na seleção de Portugal. CR7 abandonou a concentração após ficar no banco contra a Noruega e alegar que Jesus não cumpriu a promessa de se desculpar na coletiva. Em entrevista ao Charla Podcast, Romário afirmou que 'faria igual' se estivesse no lugar do português.
Colunista Walter Casagrande escreve sobre a despedida de Lionel Messi da seleção argentina em jogo contra Benin no estádio Monumental de Núñez. O texto faz um retrospecto emocional de grandes despedidas da história do futebol, como Pelé, Garrincha, Romário e Ronaldo Fenômeno. Casagrande exalta Messi como um gênio da bola e destaca sua atuação de nove minutos contra a Inglaterra na Copa de 2026 como o melhor jogo que já viu do argentino.
O colunista Milton Neves celebra os 66 anos de Careca, ex-centroavante do São Paulo, Guarani e Napoli, argumentando que o ídolo merece tanto reconhecimento quanto Ronaldo e Romário. O texto destaca a carreira do jogador, sua parceria histórica com Maradona no Napoli e sua passagem pela Seleção Brasileira, com 30 gols em 60 jogos. A coluna é acompanhada de extenso acervo de fotos históricas do arquivo do programa 'Que Fim Levou?'.
Em contexto do primeiro turno das Eleições 2026, a matéria relembra esportistas brasileiros que ingressaram na política, como Romário, Pelé, Bebeto, Leila Barros, Danrlei, Roberto Dinamite, Ademir da Guia e Oscar Schmidt. O texto detalha as trajetórias políticas de cada ex-atleta e destaca a candidatura de Marcelinho Carioca a deputado distrital no Distrito Federal pelo Republicanos.
Jornalistas do Lance! votaram para eleger os dez maiores jogadores da história do futebol de seleções. Pelé ficou em primeiro lugar com 100% dos votos, seguido por Lionel Messi e Diego Maradona. O Brasil é o país com maior representação na lista, com quatro jogadores.
Artigo da ESPN revisita polêmicas entre jogadores e técnicos em seleções nacionais, tendo como gancho o recente desentendimento entre Jorge Jesus e Cristiano Ronaldo em Portugal. O texto resgata casos como os atritos de Romário com Zagallo e Luxemburgo no Brasil, a crise da França na Copa de 2010, o conflito entre Courtois e Tedesco na Bélgica e as críticas de Suárez a Bielsa no Uruguai. A lista se encerra com o caso Ziyech x Halilhodžić no Marrocos, mostrando como os atritos afetaram o comando e o desempenho das equipes.
Reforço do Vasco, o meia argentino Alan Lescano chama atenção por usar chuteiras pretas 'à moda antiga', resgatando um estilo que dominou o futebol até os anos 1990. A reportagem traça um histórico do marketing envolvendo calçados no futebol, do pacto Adidas-Puma com Pelé na Copa de 1970 à revolução das chuteiras coloridas promovida pela Nike. Casos como os de Romário, Fred e Vini Jr. ilustram as raras resistências ao estilo moderno, por razões estéticas ou comerciais.
Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira, afirmou em coletiva que o objetivo de todos é ver a equipe vencer jogando bem, citando a campanha de 1994 com Romário como exemplo de time sólido. O italiano minimizou as críticas ao seu trabalho e disse que elas não afetam sua ideia para o futuro da equipe. O contexto é o empate em 1 a 1 com a Austrália no primeiro amistoso pós-Copa do Mundo, com gol de Rayan no último lance.
O artigo apresenta o retrospecto histórico do confronto entre Brasil e Austrália, que se enfrentam pelo 10º encontro entre as seleções, em amistoso no Suncorp Stadium, em Brisbane. A Seleção Brasileira lidera o histórico com seis vitórias, dois empates e uma derrota, com 22 gols marcados contra apenas dois sofridos. O texto lista todos os confrontos desde 1988 e destaca Romário como o maior artilheiro brasileiro contra os australianos, com cinco gols.
O senador Romário negou, por meio de nota de sua assessoria, ter gravado um vídeo que circula nas redes sociais criticando declarações do presidente Lula sobre o Flamengo e o fim das casas de apostas. Segundo a nota, o conteúdo é falso e foi produzido com uso de inteligência artificial para simular sua voz e imagem. Romário alerta que já foi vítima de manipulações semelhantes e que medidas jurídicas estão sendo avaliadas.
Uma série do Jornal Nacional explora os elementos fundamentais do futebol brasileiro, com foco na "União". O quarto episódio destaca como o espírito de equipe foi crucial nas conquistas das Copas de 1994 e 2002, com depoimentos de jogadores e técnicos que vivenciaram essas experiências.
O Estádio Erton Coelho Queiroz, conhecido como Vila Olímpica do Boqueirão, em Curitiba, está prestes a reabrir suas portas para o futebol profissional após 13 anos. O local, que sediou momentos históricos do Paraná Clube e um pênalti perdido por Romário contra o Flamengo em 1998, recebeu melhorias estruturais e obteve os laudos necessários para sediar partidas oficiais. A reabertura é um marco na recuperação do patrimônio do Paraná Clube e um esforço conjunto com o São Joseense.
Campeões da Copa do Mundo de 1994 relembram a pressão de quebrar um jejum de 24 anos sem títulos mundiais. Em entrevista, jogadores como Branco, Ricardo Rocha, Carlos Alberto Parreira e Cafu compartilham histórias de bastidores, incluindo o famoso gol de falta de Branco com uma 'ajuda' de Romário e a superação de lesões. A matéria destaca a tensão da final decidida nos pênaltis contra a Itália e o peso histórico da conquista.