O zagueiro Vitão foi apresentado pelo Flamengo e se emocionou ao relembrar sua infância. Ele explicou que a escolha pelo clube carioca se deu por ser o "maior clube do Brasil" e que seguiu o coração, mesmo com outras propostas.
O colunista Milton Neves relembra com nostalgia as cestas de Natal "Gigante Amaral" que sua tia comprava em prestações na década de 1950. Ele narra a diminuição gradual do tamanho e conteúdo das cestas, refletindo as dificuldades financeiras da família, e homenageia a tia por sua dedicação e sacrifícios.
O atacante Yuri Alberto, do Corinthians, foi recebido com grande entusiasmo por uma multidão em uma visita ao bairro de sua infância em São José dos Campos. O jogador, autor de um gol decisivo para o Corinthians, já havia chamado atenção recentemente ao circular com uma Lamborghini luxuosa na cidade.
A matéria relembra a estreia de Ronaldinho Gaúcho no futsal pré-mirim há 20 anos, destacando seu talento precoce e as histórias que moldaram o craque. O texto resgata depoimentos do ex-técnico Cleon Espinoza e do primo André de Assis Machado, que narram a genialidade do jogador desde a infância e sua relação com o Grêmio.
O texto de Juca Kfouri narra a profunda nostalgia e a idealização da infância ligada ao futebol, contrastando com a realidade adulta e desinteressada do autor. A memória afetiva dos jogos, da atmosfera da rodoviária e dos jogadores gigantes é evocada, mas o presente o confronta com as dificuldades cotidianas e o distanciamento dessa paixão juvenil.
A matéria narra a trajetória de Clara Rodrigues, goleira campeã na base do Internacional, que enfrentou barreiras na infância por ser impedida de jogar com meninos. Sua história, marcada pelo apoio materno, inspira outras meninas e abre caminhos no futebol feminino.