Walter Casagrande compara a reeleição de Lula em 2026 à Democracia Corinthiana de 1982, quando o Corinthians conquistou o título paulista enquanto enfrentava a ditadura militar. O colunista relembra o elenco campeão, as provocações ao regime nas camisas e o papel dos torcedores na redemocratização do país. Ele celebra a vitória eleitoral sobre Flávio Bolsonaro como um novo triunfo da democracia.
O colunista PVC usa a trajetória do Corinthians para comentar as eleições presidenciais de 2026 entre Flávio Bolsonaro e Lula, alertando contra o voto de protesto. Ele compara a eleição que elegeu Augusto Melo na presidência do clube ao histórico 'voto Cacareco' de 1959 e evoca a Democracia Corinthiana de Sócrates e as Diretas Já como exemplos de votação positiva por ideias. O autor conclui que o Brasil deve evitar a eleição de protesto, lembrando que o Corinthians caiu para a zona de rebaixamento após escolher o 'Cacareco'.
O colunista Mauro Cezar Pereira critica o silêncio dos jogadores de futebol diante das ameaças à democracia brasileira, argumentando que figuras públicas com grande influência deveriam se posicionar contra o fascismo e a violência política. O texto evoca exemplos históricos como Sócrates, Casagrande, Wladimir e a Democracia Corinthiana, sugerindo que interesses comerciais explicariam a omissão dos atletas de hoje. Para o autor, defender a democracia não é questão partidária, mas compromisso com princípios fundamentais.
O colunista Juca Kfouri elogia a série documental 'Sócrates Brasileiro', dirigida por Walter Salles, exibida em amostra na 50ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e com estreia prevista no Globoplay. O texto destaca a qualidade da direção, a saga da família de Sócrates e o pano de fundo da Democracia Corintiana. O autor considera a obra imperdível e um retrato de um período duro da vida brasileira.
Coluna de Milton Neves no UOL publicada no Dia das Crianças, apresentando uma galeria de imagens de grandes craques do futebol brasileiro durante a infância. Entre os homenageados estão nomes como Pelé, Zico, Garrincha, Sócrates, Romário e Rogério Ceni. O texto é essencialmente nostálgico e comemorativo, sem aprofundamento fático.
Um museu em Atlanta, dedicado aos direitos civis e humanos, exibe uma seção sobre a Democracia Corinthiana, destacando o legado do movimento liderado por Sócrates, Casagrande e Wladimir. O colunista Juca Kfouri ressalta a repercussão internacional da iniciativa, enfatizando a necessidade de o futebol evoluir para além das quatro linhas.
O artigo relembra os três únicos jogadores paraenses que já disputaram uma Copa do Mundo: Sócrates (1982 e 1986), Paulo Victor (1986) e Giovanni (1998). A matéria destaca a ausência de jogadores do Pará na lista final da Copa do Mundo de 2026 e menciona outros jogadores paraenses que tiveram passagens pela seleção recentemente.
O artigo relembra a experiência de jogar futebol com Sócrates no Corinthians nos anos 80, destacando a leitura do jogo, a coletividade e a participação da torcida. O autor explora a essência do corinthianismo como um organismo coletivo, simbolizado pela Democracia Corinthiana, um movimento que extrapolou o esporte e se tornou um sonho compartilhado.
O artigo é uma homenagem de Walter Casagrande Jr. ao seu amigo Sócrates, conhecido como Magrão, que completaria 72 anos. Casagrande relembra a profunda amizade e parceria com Sócrates, tanto dentro quanto fora de campo, destacando a luta pela democracia e o impacto mútuo em suas vidas.
O ex-jogador Gilberto Cai Cai, que teve passagens por clubes como Vasco e Fluminense, gerou repercussão ao afirmar em um podcast que jogava mais que Neymar. A matéria relembra sua carreira, iniciada no Botafogo, e cita jogadores renomados com quem atuou, além de destacar seu trabalho atual em uma escolinha de futebol no Tocantins.
O artigo relembra os 43 anos da conquista do Campeonato Paulista de 1982 pelo Corinthians, marcada pela "Democracia Corintiana". A vitória sobre o São Paulo na final, com placar de 3 a 1 no jogo decisivo, simbolizou não apenas um título, mas um movimento histórico no futebol brasileiro.
Yuri Alberto atingiu um marco histórico no Corinthians ao se tornar o terceiro maior artilheiro do clube no Campeonato Brasileiro, igualando a marca de Sócrates. O atacante marcou dois gols na vitória por 3 a 1 sobre o São Paulo, elevando seu total para 41 gols na competição e superando Rivelino.
O artigo relembra uma partida marcante do Corinthians há 40 anos, ocorrida em 10 de novembro de 1982, no Pacaembu. Na ocasião, a equipe da Democracia Corintiana, em seu auge técnico e tático, goleou o Taubaté em uma atuação considerada uma das melhores em direção ao título paulista.