A reportagem compila o desempenho eleitoral de 35 candidatos ligados ao esporte nas eleições gerais, dos quais apenas cinco foram eleitos. Nomes como Vanderlei Luxemburgo, Marcelinho Carioca, Edmundo e Sarah Menezes não conseguiram se eleger. O texto lista, estado por estado, os votos recebidos por cada candidato, cargo disputado e partido.
Ex-jogadores e o ex-técnico vinculados ao Corinthians não conseguiram se eleger nas eleições realizadas no domingo (4). Finazzi, Dinei, Vanderlei Luxemburgo, Edmundo e Marcelinho Carioca disputaram cargos como deputado e senador em diferentes estados, mas não alcançaram votos suficientes. A reportagem também resume o histórico de cada um deles com a camisa do Timão.
Em contexto do primeiro turno das Eleições 2026, a matéria relembra esportistas brasileiros que ingressaram na política, como Romário, Pelé, Bebeto, Leila Barros, Danrlei, Roberto Dinamite, Ademir da Guia e Oscar Schmidt. O texto detalha as trajetórias políticas de cada ex-atleta e destaca a candidatura de Marcelinho Carioca a deputado distrital no Distrito Federal pelo Republicanos.
Um deputado bolsonarista enviou um ofício à CBF solicitando a convocação de Neymar para a Copa do Mundo de 2026. O parlamentar justificou o pedido como uma manifestação popular, descrevendo Neymar como um símbolo de talento e esperança. A CBF e o técnico da Seleção Brasileira são as entidades responsáveis pela convocação de jogadores.
Um deputado brasileiro solicitou a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os investimentos privados no futebol do país. A requisição foca em casos como o Vasco SAF, Botafogo SAF e a FFU, alegando a necessidade de mecanismos rígidos de controle sobre a idoneidade dos investidores e a transparência das operações financeiras.
O presidente da Federação Acreana de Futebol de Salão (Fafs), Rafael do Vale, se afastou do cargo para se candidatar a deputado estadual nas Eleições 2026. O vice-presidente, Maurício Vasconcelos, assume a presidência da entidade temporariamente. O afastamento atende à legislação eleitoral para evitar uso indevido de recursos públicos.
O Flamengo alega que não há como romper legalmente o contrato de patrocínio com o BRB, mesmo diante do escândalo envolvendo o banco. A renovação do patrocínio no uniforme foi questionada por um deputado distrital, que pediu a suspensão do acordo.
Um deputado distrital acionou o Tribunal de Contas do Distrito Federal (TC-DF) e o próprio BRB contra o patrocínio renovado do banco ao Flamengo. O parlamentar alega que o contrato de R$ 42,6 milhões, firmado em meio a uma crise financeira do BRB ligada ao escândalo do Banco Master, não atende ao interesse público e pede sua suspensão cautelar.