Desde a chegada da família Menin, o Atlético-MG recebeu grande volume de recursos, mas o endividamento continuou crescendo por causa da gastança com o futebol. A partir da virada do ano, a diretoria passou a priorizar a quitação das dívidas tributária, bancária e do estádio, que somam cerca de R$ 1,3 a 1,4 bilhão. Com receita de R$ 800 milhões em 2026, o clube projeta superávit operacional e busca um caminho sustentável para suas finanças.
Clubes de futebol brasileiros pediram ao Planalto a criação de um novo Profut para compensar as perdas com o fim dos patrocínios das casas de apostas (bets), proibidas por medida provisória assinada pelo presidente Lula. O setor de apostas aportava mais de R$ 1 bilhão ao futebol nacional. Lula decidiu adiar o debate sobre o auxílio financeiro aos clubes para depois da eleição.