O Corinthians e a Caixa Econômica Federal fecharam um acordo para suspender temporariamente o pagamento da terceira parcela do refinanciamento da Neo Química Arena. A suspensão ocorre enquanto as partes negociam a cessão dos naming rights do estádio de Itaquera. O clube possui uma dívida de aproximadamente R$ 660 milhões com o banco estatal, e a troca de nome é vista como caminho para zerar essa pendência.
O Corinthians e a Caixa Econômica Federal acordaram a suspensão temporária da terceira parcela de 2026 do refinanciamento da Neo Química Arena, de cerca de R$ 27 milhões, enquanto negociam uma solução para a dívida estimada em R$ 630 milhões. A proposta principal prevê que o banco assuma os naming rights do estádio, atualmente pertencentes à Hypera Pharma, além de discutir títulos de capitalização, transferência das operações bancárias e o programa Fiel Torcedor. Paralelamente, o clube registrou déficit de R$ 278,7 milhões nos sete primeiros meses de 2026, valor 258% superior ao previsto no orçamento.
O Corinthians conseguiu suspender temporariamente o pagamento da terceira parcela de 2026 do refinanciamento da Neo Química Arena, após iniciar renegociação com a Caixa. Entre as propostas apresentadas estão a Caixa assumir os naming rights do estádio e a criação de títulos vinculados ao Fiel Torcedor. A dívida da arena representa mais de 20% do débito total do clube, na casa dos R$ 630 milhões.
Clubes de futebol brasileiros pediram ao Planalto a criação de um novo Profut para compensar as perdas com o fim dos patrocínios das casas de apostas (bets), proibidas por medida provisória assinada pelo presidente Lula. O setor de apostas aportava mais de R$ 1 bilhão ao futebol nacional. Lula decidiu adiar o debate sobre o auxílio financeiro aos clubes para depois da eleição.