O Atlético-MG classificou-se para a final da Sul-Americana de 2026 ao vencer o Montevideo City Torque e encara a decisão como uma chance de curar a ferida do vice de 2025 contra o Lanús. Dirigentes e jogadores, como o CEO Pedro Daniel e o meia Bernard, relatam o trauma da derrota nos pênaltis e tratam a conquista como obsessão do clube. O adversário na final será o Boca Juniors, no Estádio Metropolitano de Barranquilla, em 21 de novembro.
Desde a chegada da família Menin, o Atlético-MG recebeu grande volume de recursos, mas o endividamento continuou crescendo por causa da gastança com o futebol. A partir da virada do ano, a diretoria passou a priorizar a quitação das dívidas tributária, bancária e do estádio, que somam cerca de R$ 1,3 a 1,4 bilhão. Com receita de R$ 800 milhões em 2026, o clube projeta superávit operacional e busca um caminho sustentável para suas finanças.
O CEO do Atlético-MG, Pedro Daniel, lamentou a saída do ídolo Hulk, mas admitiu que sua rescisão contratual trará um respiro financeiro para o clube. A decisão visa permitir novas contratações na próxima janela de transferências e ocorre em meio a um momento financeiro complexo e de reestruturação para a SAF.
O Atlético-MG anunciou a criação do Conselho da Massa, um órgão consultivo com o objetivo de aumentar a participação da torcida na gestão do clube. Esta iniciativa faz parte do plano de reestruturação da SAF e visa fortalecer o diálogo e a construção conjunta entre o clube e seus torcedores.
O Atlético-MG anunciou Pedro Daniel como o novo CEO da SAF, sucedendo Bruno Muzzi. Daniel possui mais de 20 anos de experiência em gestão esportiva, com passagens por FIFA, CBF, Conmebol e consultoria para diversos clubes brasileiros e o Real Valladolid.